Conta para o valor da reforma! Já pode pedir a contagem da

Conta para o valor da reforma! Já pode pedir a contagem da

A contagem da tropa já pode ser pedida online desde o início deste mês, anunciou o Instituto da Segurança Social (ISS). Em causa está o Serviço Militar Obrigatório, que integra a carreira contributiva e conta para o valor da pensão. “Agora, já é possível fazer o pedido de revisão da carreira contributiva relativo ao Serviço Militar Obrigatório (SMO) antecipadamente, através do Portal da Segurança Social”, pode ler-se no comunicado divulgado pelo ISS. Esta nova funcionalidade, explica a Segurança Social, “permite aos cidadãos resolver esta questão antes de atingir a idade da reforma, garantindo que a sua carreira contributiva está completa e validada atempadamente”. “Esta possibilidade visa acelerar o tratamento dos futuros pedidos de pensão e melhorar a eficiência dos serviços”, pode ler-se na mesma nota divulgada. Quem pode fazer o pedido online? Segundo a Segurança Social, o pedido de revisão online antecipado está disponível para cidadãos que cumpram, cumulativamente, as seguintes condições: Sexo masculino e ter nascido até 01-01-1987 Não serem requerentes de pensão ou já pensionistas Como fazer o pedido online? O organismo público adianta ainda que o “processo para a submissão do pedido é simples e rápido”: No menu Trabalho, aceder a Remunerações e Contribuições Selecionar Carreira contributiva e, de seguida, Consultar Carreira Contributiva Depois de clicar em Pedido de revisão de carreira, selecione Serviço Militar Obrigatório como tipo de carreira. Acompanhamento do Pedido Depois, “será notificado na sua área de mensagens do Portal da Segurança Social quando o pedido for tratado. É ainda possível, a qualquer momento, consultar, alterar ou cancelar o pedido submetido”. “Ao tratar do seu passado contributivo hoje, garante mais rapidez no futuro acesso à sua pensão. Mais facilidade para si, mais eficiência para a Segurança Social”, recomenda ainda o organismo público. É preciso “realimentar nos jovens a obrigatoriedade de defender Portugal” Portugal precisa de mais oito mil militares para atingir o objetivo legal de um efetivo de 32 mil nas Forças Armadas, prevendo-se até 36 mil nos próximos 20 anos, e está carente de defesas antiaéreas. Em entrevista ao jornal Público, o chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA), general do Exército José Nunes da Fonseca, especifica que há “capacidade de defesa a baixas altitudes”, mas reconhece vulnerabilidade “a médias e altas altitudes”, tal “como está a Ucrânia” e “a maior parte dos países da NATO” (Organização do Tratado do Atlântico Norte). “Para o objetivo de 32 mil militares, faltam cerca de sete, oito mil. A estimativa de recursos humanos é chegar muito próximo dos 35, 36 mil, dadas as capacidades que estão a ser levantadas porque são muito significativas, muito tecnológicas e, sobretudo carecem de pessoas. Não podemos adquirir equipamentos e depois não te pessoas para os operar”, disse. O principal conselheiro militar do ministro da Defesa Nacional estimou serem precisos 67 mil milhões de euros só em equipamento nas próximas duas décadas, algo como “3.500 milhões de euros por ano”. Leia Também: Reforma laboral? “Governo não está disponível para voltar à estaca-zero”

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