Operadoras oferecem dados móveis ilimitados onde passou a

Operadoras oferecem dados móveis ilimitados onde passou a

As operadoras Vodafone, NOS e MEO estão a oferecer dados móveis ilimitados, por 30 dias, aos clientes das regiões afetadas pela depressão Kristin. A medida surge depois dos vários constrangimentos nas telecomunicações verificados nos últimos dias. A Vodafone anuncia no seu site que a “Depressão Kristin continua a afetar serviços fixos e móveis em algumas zonas do País, sobretudo na região Centro”. “Os danos nas infraestruturas e os cortes prolongados de energia condicionam a reposição total dos serviços, embora as equipas técnicas no terreno continuem a trabalhar na recuperação com a maior rapidez possível. Nos concelhos afetados, foi atribuído aos clientes móveis dados ilimitados durante 30 dias”, pode ler-se. Por sua vez, a MEO revela que “mobilizou mais de 1.500 técnicos para repor os serviços com a maior brevidade possível. Nos concelhos afetados, tens dados móveis ilimitados e acesso gratuito ao MEO Go Fora de Casa durante 30 dias”. Já a NOS também seguiu o mesmo caminho: “Na sequência da calamidade causada pela depressão Kristin, e de forma a minimizar os impactos provocados nos serviços fixo, disponibilizámos dados móveis ilimitados para tráfego nacional durante 30 dias, entre 2 de fevereiro e 2 de março de 2026, aos nossos clientes residentes nos concelhos onde foi decretado estado de calamidade. Esta medida pretende assegurar que todos possam manter-se informados e em contacto com familiares no momento particularmente exigente para estas populações”. Luz, água, comunicações: Petição pede suspensão de cobranças por meio ano Uma semana após a passagem da depressão Kristin em Portugal continental foi lançada uma petição que apela à suspensão de cobranças relativas a serviços essenciais a residentes e empresas afetadas por um período de seis meses. Uma semana após a passagem da depressão Kristin em Portugal continental foi lançada uma petição que apela à suspensão de cobranças relativas a serviços essenciais a residentes e empresas afetadas por um período de seis meses. Lusa | 12:58 – 04/02/2026 O pedido de “Isenção de Cobranças e Perdão de Dívida por um Período de 6 Meses a Residentes e Empresas da Zona Centro Afetados pela Tempestade Kirstin” é dirigido ao Estado português, Segurança Social, às empresas de telecomunicações Vodafone, MEO, NOS, à EDP, à Águas de Portugal, à Galp energias, Endesa e outras. Uma leiriense emigrada na Bélgica decidiu arregaçar as mangas e tentar, à distância, ajudar pois a “catástrofe também atingiu” a sua família que, estando bem de saúde, sofreu danos na casa, que ficou sem parte do telhado e janelas. “Tenho um trabalho das 09:00 às 17:00, mas estou a fazer tudo para divulgar a petição, já enviei para as entidades competentes e apelo para que compreendam a minha aflição, há muita gente que assina e não partilha, por isso além dos grupos de Whatsapp e Facebook decidi enviar para os meios de comunicação social”, explicou à Lusa Ana Filipa Ramos. Para Ana Ramos, além dos apoios anunciados pelo Governo, as empresas que fornecem bens essenciais, como luz, água e telecomunicações “devem ajudar no âmbito de ações de responsabilidade social”. A petição solicita que seja considerada a “isenção total de cobrança, pelo período mínimo de seis meses, a residentes e empresas comprovadamente afetados, relativamente aos seguintes serviços: de água, eletricidade, gás, telecomunicações, incluindo, entre outros, Vodafone, MEO e NOS e pagamentos ao Estado”. Leia Também: Escolas de Alcácer do Sal encerradas na quinta e na sexta-feira

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