Dentro e lá fora: O que está preocupando os gestores em

“Os resultados do Barómetro FAE relativos a fevereiro de 2026 revelam uma reconfiguração clara na hierarquia das preocupações dos gestores portugueses”, lê-se no documento divulgado hoje, com uma “maior dispersão entre temas e reafirmação do peso de fatores externos, como a instabilidade geopolítica, o risco de novos conflitos, a volatilidade dos mercados globais e a incerteza macroeconômica, nos processos de decisão das empresas”. A Situação Internacional segue no topo das preocupações, ainda que com queda de 41,1% para 34,9%, enquanto Contratação e Retenção de Talentos sobe de 10,7% para 16,9%, assumindo agora o segundo lugar. Já a categoria Governo e Política “registra a queda mais expressiva, recuando de 26,8% para 13,3%”, segundo esse barômetro, retomando os níveis observados em dezembro. Em quarto lugar nos temores dos gestores portugueses está a Digitalização e Disrupção Tecnológica, que mantém um crescimento gradual ao passar de 5,4% para 8,4%. “As categorias de Impostos e de Legislação e Regulação registam igualmente aumentos, ambos atingindo 7,2% em fevereiro, integrando, por isso, os top cinco das preocupações dos gestores”, indicou o FAE. Nessa análise, há também dados sobre o Índice de Otimismo dos gestores, que subiu de 1,33 para 2,05, ainda que se mantenha em território negativo desde 2022. Leia Também: Bruxelas repatria diretamente 356 cidadãos num total de 4.100 em toda a UE



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