Compra estes alimentos? Foram os campeões das subidas dos

O cabaz alimentar essencial de 63 produtos monitorizado pela DECO PROteste aumentou já 12,57 euros desde início do ano e atingiu um novo máximo: 254,40 euros. Afinal, quais são os produtos que mais encareceram? Na última semana, entre 18 e 25 de março, os produtos cujo preço mais aumentaram percentualmente foram abobrinha (17% para R$ 2,75), tomate chucha (15% para R$ 2,60) e cebola (10% para R$ 1,42). Na comparação com o mesmo período do ano passado, a maior alta percentual de preço foi vista em produtos como couve-coração (53%, custando atualmente R$ 1,87), café torrado moído (39%, para os atuais R$ 5,15) e robalo (39%, o que se reflete em um custo de R$ 9,81 por quilo (kg)). Desde que a DECO PROteste iniciou esta análise, em 5 de janeiro de 2022, os maiores aumentos percentuais foram os de carne bovina para cozinhar (122% para 12,89 euros/kg), couve-coração (88% para 1,87 euros/kg) e ovos (84% para 2,10 euros). A cesta de 63 alimentos monitorada pela DECO PROteste desde janeiro de 2022 nunca havia ficado tão cara e continua batendo recordes de preço toda semana. Custa agora 254,40 euros. Notícias ao Minuto | 08:59 – 26/03/2026 Lembrando que a cesta essencial de 63 produtos monitorada pela organização de defesa do consumidor aumentou R$ 0,08 nesta semana em relação à anterior e acumula um acréscimo de R$ 12,57 desde o início do ano, ficando em novo máximo de R$ 254,40. Em comunicado divulgado na quinta-feira, a DECO PROteste aponta que, apesar da leve alta em relação à semana passada, “este aumento representa novamente o valor mais alto desde que a organização de defesa do consumidor iniciou esta análise, em 2022”. “Há um ano era possível comprar exatamente os mesmos produtos por menos 17,46 euros (menos 7,37%)”, concretiza, acrescentando que, “no início de 2022, era possível gastar menos 66,70 euros (uma diferença de 35,53%)”. Peixes e hortifrutigranjeiros se destacam A DECO PROteste explica que os “preços do peixe e dos hortifrutigranjeiros foram os que mais aumentaram nos três primeiros meses do ano”, sendo que, “no peixe, entre 7 de janeiro e 25 de março, a alta foi de 7,68 por cento” e “nas frutas e verduras já chegou a 6,43 por cento”. “Uma cesta com um quilo de 13 frutas e legumes, como laranja, maçã gala, banana, tomate, couve-flor ou alface, custava R$ 28,51 na primeira semana do ano. Agora, custa R$ 30,34. Já uma cesta com um quilo de oito variedades de peixes — bacalhau grande, dourada, salmão, pescada fresca, carapau, peixe-espada-preto, robalo e perca — passou de R$ 84,43 para R$ 90,91 euros em apenas três meses”, contabiliza a organização. O cabaz essencial de 63 produtos, monitorizado pela Deco PROteste, atingiu esta semana um novo máximo de 254,32 euros, mais 0,19 euros em relação à semana anterior, foi anunciado hoje. Lusa | 14:42 – 19/03/2026 Leia Também: Novo recorde. Cesta básica “nunca tinha sido tão cara”, veja o preço



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