Crédito à habitação: Taxa de juro sobe pela 1.ª vez desde

De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE), trata-se da primeira subida desde janeiro de 2024, interrompendo um ciclo de 25 meses consecutivos de quebra da taxa de juro implícita nos contratos de crédito à habitação, que reflete a relação entre os juros totais vencidos num determinado mês e o capital em dívida no início desse período antes de amortização. Nos contratos firmados nos últimos três meses, a taxa de juros ficou em 2,830%, 4,1 pontos-base a menos em relação à taxa observada no mês precedente (2,871%). No destino de financiamento “aquisição de moradia”, o mais relevante no conjunto do crédito imobiliário, a taxa de juros implícita para o total de contratos subiu para 3,086% (+0,9 ponto-base em relação a fevereiro). Nos contratos firmados nos últimos três meses, a taxa de juros caiu 4,8 pontos-base em relação ao mês anterior, para 2,823%. Já a prestação média anual vencida para o total do crédito imobiliário, ficou em 402 euros em março, cinco euros a mais que no mês anterior e quatro euros acima de março de 2025. Do valor da prestação média, 196 euros (48,8%) correspondem a pagamento de juros e 206 euros (51,2%) a capital amortizado. Já nos contratos celebrados nos últimos três meses, o valor médio da prestação aumentou cinco euros, fixando-se em 700 euros, tendo registado uma subida de 15,9% em termos homólogos. Em março, o capital médio em dívida para a totalidade dos contratos subiu 584 euros em relação a fevereiro, atingindo 77.078 euros. Para os contratos firmados nos últimos três meses, o valor médio devido foi de R$ 175.838, R$ 3.976 a mais que no mês anterior. Com o destaque relativo às taxas de juros implícitas no crédito à habitação, o INE visa fornecer indicadores do esforço financeiro assumido pelas famílias e pelo Estado no crédito à habitação. (Notícia atualizada às 11h37) Leia Também: Da comida à limpeza: Versões caseiras desses itens de supermercado



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