CGTP quer protestos contra lei trabalhista no 25 de Abril e 1º

CGTP quer protestos contra lei trabalhista no 25 de Abril e 1º

“O Governo teima em manter um pacote laboral que já foi clara e repetidamente rejeitado pelos trabalhadores”, avança a mesma nota, distribuída depois do anúncio, pela ministra do Trabalho, de que vai convocar uma reunião de Concertação Social para 07 de maio para encerrar o processo negocial sobre a reforma laboral. Classificando as mudanças na lei trabalhista como “um retrocesso social”, a CGTP exige que o governo abandone “a insistência em uma agenda que amplia os mecanismos para aumentar a exploração, degradar as condições de trabalho, facilitar os despedimentos, desregular ainda mais os horários e tempo de trabalho, introduzir mais motivos para impor a precariedade nos vínculos, dificultar a conciliação da vida profissional com a vida pessoal, limitar o direito das crianças filhas de mães trabalhadoras à amamentação, atacar o direito à greve, à contratação coletiva e à liberdade sindical”. Horas depois de o secretariado nacional da UGT rejeitar, por unanimidade, a última versão da proposta de revisão da legislação laboral, a CGTP também insiste na revogação das normas “que já hoje estão na base dos baixos salários e na dificuldade crescente de fazer face ao aumento do custo de vida”. Leia Também: “O problema é que a UGT continua não sendo rigorosa com a verdade”

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