CGD quer manter-se como acionista maioritário do moçambicano

CGD quer manter-se como acionista maioritário do moçambicano

“Queremos continuar em Moçambique e ser acionistas majoritários do banco enquanto formos bem-vindos pelas autoridades moçambicanas”, disse Paulo Macedo, na sede do banco em Lisboa, na apresentação das contas da CGD do primeiro trimestre de 2026. O BCI é o maior banco de Moçambique e tem uma estrutura acionista liderada pelo grupo CGD (com mais de 60% do capital), contando ainda como acionista com o banco português BPI (35,67%). A CGD tem estudado a possibilidade de colocar o BCI em bolsa, e esse foi um dos temas falados esta semana na reunião em Maputo entre o presidente da CGD e o Presidente de Moçambique, Daniel Chapo. Hoje, a jornalistas, Macedo confirmou a intenção de levar o BCI para a bolsa de valores mas acrescentando que é preciso que essa vontade se cruze com a existência de demanda pelas ações do banco. Segundo o gestor, para a CGD, cotar o BCI em bolsa e manter participação majoritária não se excluem. “Independentemente de alienar algo ou não, é para (a CGD) manter a maioria do capital”, disse Macedo, que sempre faz questão de frisar que isso será assim enquanto for essa “a vontade das autoridades moçambicanas”. Em fevereiro, o BPI manifestou vontade de vender sua posição no moçambicano BCI. Leia Também: CGD concedeu 450 milhões de crédito imobiliário para jovens no 1º trimestre

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