Nunca foi tão caro ir ao supermercado: Más notícias para

Nunca foi tão caro ir ao supermercado: Más notícias para

A cesta essencial de 63 produtos, monitorada pela DECO PROteste, voltou a subir esta semana para 261,89 euros, 3,37 euros a mais que na semana passada, atingindo o valor mais alto desde 2022 – e há produtos que se destacam. Quais produtos aumentaram mais? Segundo a organização de defesa do consumidor, “na última semana, entre 29 de abril e 6 de maio, os produtos cujo preço mais aumentou percentualmente foram o atum posta em óleo vegetal (mais 20%), o espaguete (mais 15%) e o queijo curado fatiado (mais 14 por cento)”. “Por outro lado, se compararmos os preços atuais com os da primeira semana do ano, em 7 de janeiro de 2026, a maior alta percentual de preço foi verificada no tomate (mais 50%), na couve-coração (mais 38%) e no peixe-espada-preto (mais 31 por cento)”, explica a organização. Por outro lado, “desde 5 de janeiro de 2022, quando a DECO PROteste iniciou o monitoramento do preço dessa cesta, os maiores aumentos percentuais foram os da carne bovina para cozinhar (mais 124%), da couve-coração (mais 103%) e dos ovos (mais 84 por cento)”. O cabaz essencial de 63 produtos, monitorizados pela Deco Proteste, voltou a subir esta semana para 261,89 euros, mais 3,37 euros do que na semana passada, atingindo o valor mais elevado desde 2022. Lusa | 15:47 – 06/05/2026 A organização explica que, “depois de na semana passada ter registrado uma queda de preço de 2,37 euros, na primeira semana de maio, a cesta básica monitorada pela DECO PROteste voltou às altas e agora custa 261,89 euros”. “Trata-se de um aumento de 3,37 euros (mais 1,3%) em relação à semana anterior. Desde o início do ano, esta cesta de bens essenciais já viu o seu preço subir 20,06 euros (mais 8,3 por cento). Há cerca de quatro anos, a 5 de janeiro de 2022, para comprar exatamente os mesmos produtos, os consumidores gastavam menos 74,19 euros (menos 39,52 por cento)”, pode ler-se. Mais: “Se o conflito no Oriente Médio continuar, é possível que os preços dos alimentos continuem a subir ainda mais nos próximos meses. Essa guerra já causou aumentos nos preços dos combustíveis e da energia, e os impactos já foram sentidos nas cadeias de suprimentos, assim como aconteceu com a crise energética causada pelo início da guerra na Ucrânia”. A DECO PROteste explica que, “ao impacto das altas de preços nos combustíveis, somam-se ainda os prejuízos causados ​​pelas tempestades de janeiro e fevereiro no País, cujos efeitos podem ainda não estar integralmente refletidos nos preços ao consumidor, assim como uma alta nos preços dos fertilizantes usados ​​na agricultura”. “Alguns dos maiores produtores de fertilizantes agrícolas, e de matérias-primas para fertilizantes, estão localizados no Oriente Médio. Com grande parte dessas mercadorias enviadas por via marítima pelo estreito de Ormuz, se o conflito na região se prolongar, os preços desses produtos podem aumentar significativamente, o que resultará em alimentos mais caros”, conclui. Leia Também: Cesta básica volta a subir: Já custa 261,89 euros

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