Fundo para Mobilidade e Transportes lançará apoio de

Atrasos ou supressões? Governo vai reforçar "direitos dos

Em comunicado, o ministério liderado por Pinto Luz diz que entre as oito áreas estão a bilhetagem nacional, a mobilidade escolar, a reconstrução e implantação de pontos de transporte público e a descarbonização do táxi. O montante global desse fundo, anunciado em janeiro deste ano, “representa um aumento significativo de 4,2 milhões de euros em relação ao ano passado, refletindo a aposta no reforço de medidas que promovem a mobilidade”, lê-se no comunicado. Os apoios, que serão materializados na publicação de avisos de candidaturas, serão distribuídos da seguinte forma: apoio à ferrovia no segmento de mercadorias (1,5 milhão de euros), apoio ao desenvolvimento de planos de mobilidade urbana sustentável (800 mil de euros, que se somam aos três milhões de euros de 2025), reconstrução e implantação de paradas de transporte público, “com prioridade para territórios afetados pelas intempéries, mas acessível a todos os territórios, com exceção de Lisboa e Porto (três milhões de euros, com possibilidade de reforço de R$ 1,2 milhão)”. Na mobilidade escolar contemplam a criação de ruas escolares, programas Pedibus e intervenções no entorno escolar (500 mil euros), na logística urbana o apoio “a projetos piloto que reduzam o impacto ambiental e melhorem a organização micrologística em área urbana, abrangendo todos os municípios com exceção de Lisboa e Porto (1 milhão de euros)”, bem como a descarbonização do táxi (700 mil euros em 2026). Na bilhetagem nacional está previsto “o apoio à uniformização e a interoperabilidade entre os diversos sistemas de bilhética, abrangendo tanto projetos em desenvolvimento como novas iniciativas (2,7 milhões de euros)”. Na área de normalização de dados de transporte público está previsto apoio “para uniformizar a informação sobre o transporte público de forma a dar suporte ao planeamento da rede e dos serviços e providenciar uma melhor informação em tempo real ao público (400 mil euros)”. O Fundo para Mobilidade e Transportes sucede o Fundo para o Serviço Público de Transportes, permanecendo na esfera do Instituto de Mobilidade de Transportes. “Estamos empenhados em reforçar a mobilidade em todo o território, apoiando projetos de descarbonização, digitalização e intermodalidade em benefício dos cidadãos de todo o país e em nome de um futuro de Portugal mais sustentável”, declara o ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, citado no comunicado. Leia Também: Liga dos Combatentes pede transporte grátis sem limites de distância

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