Há cada vez mais! Seis dicas para identificar ofertas de

Já se cruzou com um anúncio de emprego que lhe pareceu falso nas redes sociais? Já recebeu uma mensagem a oferecer-lhe emprego pelo Whatsapp? A verdade é que há cada vez mais tentativas fraudulentas e, por isso, é necessário redobrar a atenção para evitar cair nestes esquemas. Numa nota enviada às redações, a Adecco alerta para o “aumento de ciberfraudes associadas a falsas ofertas de emprego, especialmente através de aplicações de mensagens instantâneas como o WhatsApp”. “O fenómeno, cada vez mais frequente em Portugal e a nível global, representa uma ameaça real para candidatos à procura de novas oportunidades, bem como para empresas cuja identidade é frequentemente usada de forma abusiva”, pode ler-se no comunicado enviada pela empresa de recursos humanos. A Adecco explica que a “prática é simples, mas eficaz: os cibercriminosos fazem-se passar por empresas ou recrutadores credíveis e contactam candidatos via WhatsApp, partilhando ofertas de emprego falsas com links duvidosos, pedidos de dados pessoais ou exigência de pagamentos para garantir vagas”. “O tom informal das mensagens e a popularidade da plataforma tornam a fraude mais difícil de detetar e mais fácil de escalar”, é ainda explicado. Citada na mesma nota, Alexandra Andrade, Country Manager da Adecco Portugal, esclarece que “à medida que o recrutamento se torna mais digital, também aumentam os riscos associados à ciberfraude. A proteção dos candidatos começa na informação clara e na capacitação digital. Por isso, é fundamental que empresas e profissionais estejam atentos — e preparados para reagir rapidamente”. Nesta senda, a empresa considera que, “num momento em que a procura por novas oportunidades se intensifica, é essencial reforçar a literacia digital e promover comportamentos seguros”. Por isso, a Adecco adianta “seis boas práticas que podem ajudar candidatos e empresas a protegerem-se”. São as seguintes: Verifique sempre a origem da oferta – Confirme se os contactos vêm de fontes oficiais (como emails institucionais ou websites verificados) e desconfie de mensagens recebidas por canais informais. Não partilhe dados pessoais via WhatsApp – Informações sensíveis devem ser sempre partilhadas em ambientes seguros e nunca como resposta a mensagens não solicitadas. Nunca pague para garantir uma vaga – Processos de recrutamento legítimos nunca exigem pagamentos antecipados. Denuncie e bloqueie mensagens suspeitas – Em caso de dúvida, reporte o contacto à plataforma utilizada e bloqueie o número de imediato. Informe-se sobre o processo da empresa – Saber como a empresa recruta, que etapas segue e por que meios comunica pode ajudar a detetar tentativas de fraude. Promova formação em cibersegurança nas equipas – A sensibilização dos colaboradores é uma das formas mais eficazes de defesa. Saber o que procurar e como agir faz toda a diferença. “A segurança da experiência de recrutamento é hoje um pilar central na gestão de talento. Além de protegerem os seus próprios sistemas, as organizações têm a responsabilidade de comunicar de forma transparente com os candidatos, garantir a legitimidade dos contactos e promover a cibersegurança como parte da sua cultura”, conclui a Adecco no mesmo comunicado. Leia Também: Euro sobe face ao dólar e interrompe ciclo de cinco quedas



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