UE Doa Mais de 3 M$ Para Reforçar Preparação Contra
advertisement A União Europeia (UE) anunciou na quinta-feira, 14 de Agosto, a doação de cerca de 207 milhões de meticais (3 milhões de dólares) para apoiar uma iniciativa regional desenvolvida pelo Programa Mundial Alimentar (PMA) com o objectivo de fortalecer a preparação e resposta a desastres nos países da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), informou a agência Lusa. Segundo um comunicado conjunto da UE, PMA e do Centro Humanitário e de Operações de Emergência da SADC (SHOC), o projecto visa garantir que o apoio vital chegue de forma rápida e eficiente às populações afectadas, permitindo proteger comunidades antes que as situações de emergência se agravem. A nota refere que as actividades, lideradas pelo PMA no Maláui e implementadas também em Moçambique, Madagáscar, Zâmbia e Zimbabué em coordenação com o SHOC, incluem apoio estratégico e político para melhorar o trânsito fronteiriço de suprimentos humanitários, pré-posicionamento de ajuda em locais estratégicos, operações de busca e salvamento e formação de equipas regionais de resposta a emergências. O projecto prevê ainda o reforço dos mecanismos de tomada de decisão baseada em dados, possibilitando acções antecipadas para proteger comunidades e meios de subsistência antes que ocorram desastres. Além disso, será criado um novo fundo regional de crise que permitirá mobilizar rapidamente recursos e pessoal, agilizando operações em contextos onde “cada minuto conta”. “A União Europeia orgulha-se de apoiar esta importante iniciativa para reforçar a preparação para desastres em toda a região da África Austral”, afirmou Pablo Torrealba, chefe do Escritório de Ajuda Humanitária da UE para a África Austral e oceano Índico. O representante destacou que esta acção aumentará a capacidade regional e ajudará a reduzir o impacto humanitário dos desastres. Por sua vez, o director e representante do PMA no Maláui, Hyoung-Joon Lim, salientou que, com o financiamento da UE, os países da SADC poderão passar de uma postura reactiva para uma abordagem proactiva de antecipação e preparação, o que, segundo ele, representa “um marco importante” na parceria regional para a resiliência.advertisement



Publicar comentário