BCI e Girl Move Academy Renovam Parceria Para Capacitação de
O Banco Comercial e de Investimentos (BCI) e a Girl Move Academy renovaram, na terça-feira (2), em Maputo, a sua parceria, ao assinarem um protocolo que visa o desenvolvimento das comunidades moçambicanas através da capacitação de jovens mulheres. Segundo um comunicado de imprensa do banco, este acordo reforça o compromisso de ambas as instituições com o Programa Change de Liderança e Inovação Social. “Com a renovação, o BCI reafirma o seu compromisso em promover a mulher através de mais bolsas de impacto, permitindo que mais raparigas participem no Programa Change, o qual visa formar uma nova geração de líderes femininas”, lê-se no documento. Durante a cerimónia, Francisco Costa, presidente da Comissão Executiva do BCI, destacou a importância de colaborar com organizações que trabalham directamente nas comunidades. “Queremos impactar a sociedade, com o objectivo de tornar Moçambique cada vez melhor. E não há nada melhor do que unir forças com aqueles que estão no terreno e sabem como fazê-lo, aqueles que são capazes de se aproximar dos necessitados”, afirmou. Acrescentou que o desafio afecta todos os jovens, independentemente do género, salientando que “a melhor maneira de causar impacto é sermos nós mesmos.” Por sua vez, Marta Roff, representante da Girl Move em Moçambique, elogiou o papel do BCI na parceria, enfatizando: “Hoje celebramos não só a renovação deste protocolo, mas a continuidade de um movimento transformador. Ao longo dos 10 anos de existência da Girl Move, e desde 2019 em colaboração com o banco, já impactámos mais de 300 jovens mulheres. Percebemos cada vez mais que investir nas mulheres e nas meninas é investir no progresso das comunidades e no poder do efeito multiplicador.” O evento contou com depoimentos de três beneficiárias do programa. Para Milena, participar do Programa Change foi um intenso processo de crescimento pessoal. Para Laliana, ser uma girl mover despertou uma maior sensibilidade para realidades que muitas vezes são invisíveis. Marie, que se mudou de Niassa para Maputo, descreveu a experiência como uma transformação completa que a preparou para inspirar outras meninas a sonhar.



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