E-Lar: Fornecedores já podem dizer que querem continuar no

E-Lar: Fornecedores já podem dizer que querem continuar no

Vem aí a segunda fase e a partir desta quinta-feira, dia 4 de dezembro, os fornecedores já qualificados devem manifestar interesse em manter-se no Programa E-Lar, de acordo com o aviso publicado no início da semana.

Caso não o façam, segundo o comunicado, considera-se que desejam sair da rede de fornecedores.
“O prazo para a inscrição/pré-seleção dos fornecedores decorre desde o dia 18 de agosto de 2025, em contínuo, até 31 de maio de 2026. Os fornecedores já selecionados no âmbito do aviso anterior (AAC n.º 10/C13-i01/2025) mantêm a elegibilidade, devendo apenas manifestar interesse na área reservada”, pode ler-se no site do Fundo Ambiental. 
O formulário para este efeito estará disponível através deste link.
Vem aí a segunda fase do E-Lar (com mais verba)
O Ministério do Ambiente e Energia, através da Agência para o Clima, lançou na terça-feira a 2.ª fase do Programa E-LAR, no valor de 60,8 milhões de euros, podendo as pessoas candidatar-se a partir de dia 11.
A data para a segunda fase do programa, para eficiência energética dos edifícios, já tinha sido anunciada pela ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, numa audição parlamentar a 4 de novembro.
Em comunicado, o Ministério do Ambiente destaca que a nova fase do E-lar tem disponíveis 60,8 milhões de euros, mais do dobro da primeira edição.
Nova despesa elegível 
O Governo diz ainda que há uma nova despesa elegível no concurso, para beneficiários da tarifa social de energia elétrica, que é a remoção de equipamentos e selagem de tubagem de gás.
O programa E-lar financia a substituição de equipamentos a gás por soluções elétricas mais eficientes, “consolidando o compromisso nacional com a eficiência energética, a eletrificação dos consumos domésticos e a proteção das famílias vulneráveis”, diz-se no comunicado.
Mantêm-se as regras de eficiência energética
No comunicado, o Ministério reafirma o que a ministra já tinha dito, que se mantêm as regras de eficiência energética.
Os novos equipamentos devem cumprir a classe energética A ou superior, com exceções já previstas — placas elétricas sem classe mínima e termoacumuladores acima de 30 litros com classe B ou superior.
No comunicado, Maria da Graça Carvalho diz que a nova etapa do E-lar representa “um compromisso ainda mais forte com o conforto térmico das famílias, com a eletrificação dos consumos e com a redução das desigualdades energéticas”.
O Ministério sublinha ainda que o lançamento da 2.ª fase ocorre poucos dias depois de a Comissão Europeia ter elogiado Portugal pela eficácia das políticas de combate à pobreza energética.
No anterior concurso, em outubro, o programa recebeu 40 mil candidaturas em apenas seis dias, esgotando rapidamente o valor disponível, 30 milhões de euros.
Na página do Fundo Ambiental explica-se que o objetivo do E-lar é apoiar as famílias na compra de equipamentos eficientes e na eletrificação de consumos energéticos.
Serve por exemplo para apoiar a substituição de equipamentos que consomem gás, como fogões, fornos e esquentadores, por equipamentos elétricos, como placas, fogões ou termoacumuladores.
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