Água fornecida pela Águas do Centro Litoral sem problemas de

Água fornecida pela Águas do Centro Litoral sem problemas de

“(…) Não existe qualquer problema com a qualidade da água fornecida aos seus clientes nos distritos de Coimbra (Arganil, Coimbra, Condeixa-a-Nova, Lousã, Mealhada, Miranda do Corvo, Penacova, Penela e Vila Nova de Poiares) e Leiria (Leiria e Ansião)”, anunciou a AdCL em comunicado, na sequência de outro emitido pela Direção-Geral da Saúde (DGS). A empresa salientou que “assegura uma monitorização contínua da água, desde a captação até à entrega às redes municipais, garantindo permanentemente a segurança e fiabilidade do abastecimento público”. Hoje, a DGS alertou para riscos na segurança da água e dos alimentos após a depressão Kristin e os cortes de energia, recomendando cuidados no consumo, na alimentação e no saneamento para proteger a saúde da população. A AdCL adiantou que equipas técnicas de Aveiro, Coimbra e Leiria “estiveram no terreno desde o primeiro momento, em atuação contínua e em condições particularmente exigentes, garantindo a manutenção da operação, a reposição célere de equipamentos afetados e a salvaguarda do abastecimento aos municípios servidos”. Segundo a empresa, os seus trabalhadores foram “fundamentais para mitigar os efeitos” da depressão e “assegurar a qualidade e segurança do serviço prestado”. “A AdCL mantém-se totalmente empenhada na proteção da saúde pública e na prestação de um serviço fiável às populações, reforçando que a água fornecida continua segura para consumo”, acrescentou. A Águas do Centro Litoral, do Grupo Águas de Portugal, é a entidade gestora responsável pelo sistema multimunicipal de abastecimento de água e de saneamento do Centro Litoral de Portugal, integrando 30 municípios e uma população servida de 728 mil de habitantes. A empresa gere quatro estações de tratamento de água e sete outras instalações de tratamento de água, 201 estações elevatórias de abastecimento de água e saneamento e 60 reservatórios, 68 estações de tratamento de águas residuais e 1.239 quilómetros de condutas de água e emissários de saneamento. A passagem da depressão Kristin por Portugal continental, na quarta-feira, deixou um rasto de destruição, causando pelo menos cinco mortos, segundo a Proteção Civil, vários feridos e desalojados. A Câmara da Marinha Grande contabiliza ainda uma outra vítima mortal no concelho. Quedas de árvores e de estruturas, corte ou o condicionamento de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações foram as principais consequências materiais do temporal. Leiria, por onde a depressão entrou no território, Coimbra e Santarém são os distritos que registam mais estragos. O Governo decretou situação de calamidade entre as 00:00 de quarta-feira até às 23:59 de dia 01 de fevereiro para cerca de 60 municípios, número que pode aumentar. Leia Também: Após alerta da DGS, EPAL garante segurança da água em Lisboa

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