Comerciantes de pescado dos Açores contra agravamento de

Comerciantes de pescado dos Açores contra agravamento de

Em nota à imprensa, a associação alerta para os “impactos negativos na comercialização do pescado e na economia regional”, na esteira de um agravamento registrado em 2025, quando já haviam sido aplicadas “altas significativas em vários componentes do serviço” de ‘handling’, serviços de assistência em escala prestados a aeronaves, passageiros e carga em solo. A ACPA lembra que os aumentos anteriores incluíram aumentos entre 30% e 122% em várias taxas, bem como um aumento de cerca de 400% na taxa de manuseio para exportação e a introdução de novas cobranças. O novo tarifário agora anunciado, ressalta, “traduz um aumento generalizado de todas as taxas e dos valores mínimos por carta de porte entre 5% e 10%, agravando ainda mais e de forma transversal os custos do transporte aéreo de carga”. A ACPA teve “várias reuniões” com a administração da SATA, com a Direção Regional de Mobilidade e Secretaria Regional do Mar e das Pescas, visando “encontrar soluções equilibradas para o setor”. “Nesse contexto, foi apresentada uma contraproposta detalhada e fundamentada, com alternativas concretas às alíquotas vigentes, incluindo propostas de redução de custos unitários e revisão dos valores mínimos aplicados. Contudo, infelizmente nenhuma das propostas apresentadas sequer mereceu resposta”, afirma-se. Para a associação, há um “agravamento contínuo dos custos de contexto em uma região ultraperiférica, sem que haja alternativas logísticas ou, no mínimo, qualquer compensação ou medida que resguarde a atividade econômica”. A ACPA ressalta que esses aumentos “irão inevitavelmente se refletir em toda a cadeia do pescado, da comercialização à produção”, com reflexos na competitividade e mesmo na viabilidade das operações e das empresas regionais, nesse e em outros setores de atividade. Leia Também: Base de Lajes com mais aviões dos EUA desde início de conflito no Irã

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