Propostas “gravosas”. Fesete adere à paralisação de 11 de de

As propostas “gravosas” do pacote laboral do Governo, que “pretendem roubar direitos, salários, subsídios, créditos e indemnizações” aos trabalhadores são o primeiro motivo invocado pela federação sindical para justificar a paralisação.
Para a Fesete, a greve geral tem também por objetivo “lutar por um aumento salarial de 150 euros a partir de janeiro” e por uma subida do subsídio de refeição para um mínimo de seis euros diários também a partir do início do próximo ano.
A redução do horário semanal de trabalho para 35 horas e a revogação da norma que prevê a caducidade dos contratos coletivos de trabalho são outros dos objetivos.
A CGTP e a UGT decidiram convocar uma greve geral para 11 de dezembro, em resposta ao anteprojeto de lei da reforma da legislação laboral apresentado pelo Governo.
Esta será a primeira paralisação a juntar as duas centrais sindicais desde junho de 2013, altura em que Portugal estava sob intervenção da ‘troika’.
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