“Moçambique Está Há Seis Meses Sem Registro de Seqüestros”, Diz
advertisemen tO presidente da República (PR), Daniel Chapo, disse nesta segunda-feira (13), em Maputo, que Moçambique está há seis meses sem registro de casos de sequestro, ressaltando que a melhoria da segurança está reforçando a confiança e a atração de investimentos nacionais e estrangeiros. O Presidente falava na abertura do 2º Conselho Nacional da Organização da Juventude Moçambicana (OJM) da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo, partido no poder), onde destacou a evolução positiva da situação de segurança no País. “Moçambique está há seis meses sem o registro de casos de sequestro confirmado pelas autoridades”, declarou o chefe do Estado, ressaltando que se trata de uma tendência de estabilidade. Segundo Daniel Chapo, essa estabilidade cumpre a promessa feita em sua posse, em janeiro de 2025, e começa a devolver confiança à classe empresarial nacional e internacional, que tem sido o principal alvo desse tipo de crime. O PR lembrou ainda que os sequestros já mataram cerca de 150 empresários em 12 anos, de acordo com dados anteriormente avançados pelo setor empresarial, o que contribuiu para o agravamento do ambiente de negócios no País. “Essa nova realidade começa a se refletir como fator determinante para a confiança e os investimentos da classe empresarial nacional e internacional”, pontuou. No dia 15 de março, em Bruxelas, Daniel Chapo já havia afirmado que as autoridades estavam trabalhando com “calma e serenidade” para frear esse tipo de crime, ressaltando o impacto negativo na atração de investimentos estrangeiros. “Tínhamos situações de estrangeiros que queriam investir em Moçambique e que acabavam não fazendo por causa desses crimes concretos. Estamos trabalhando com calma e serenidade no combate a esse mal”, declarou o Presidente. Segundo o chefe de Estado, o empresário português libertado em 10 de março, era o único refém ainda em cativeiro no País, o que, segundo ele, demonstra uma redução significativa desses casos. Dados do Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) indicam que cerca de 300 pessoas envolvidas em casos de sequestro foram presas desde 2010, ano dos primeiros registros desse crime em Moçambique. Fonte: Lusaa dvertisement



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