Oito Estratégias Para Controlar os Gastos Impulsivos no

Oito Estratégias Para Controlar os Gastos Impulsivos no

advertisemen tOs gastos impulsivos até podem parecer inofensivos, mas comprometem orçamentos, aumentam dívidas e dificultam a poupança. Uma promoção que parecia irresistível, um jantar fora não planeado ou aquele ‘gadget’ que parecia tão necessário… quem nunca comprou algo por impulso? Seja por gatilhos emocionais como stress, ansiedade ou tédio, promoções e publicidade agressiva nas redes sociais ou até mesmo o desejo de recompensa imediata, é importante saber reconhecer estes comportamentos. E a boa notícia é que existem estratégias simples para controlar esses impulsos e ganhar mais equilíbrio financeiro. Use a regra das 24h ou dos 30 dias Se está prestes a comprar algo que não é essencial, espere 24 horas. Ou até 30 dias, caso seja algo mais caro. Durante esse tempo, o impulso diminui e a decisão vai tornar-se mais racional. Se, passado esse tempo, ainda sentir que precisa, então talvez a compra faça sentido. Esta estratégia resulta porque o impulso é emocional, mas a reflexão é racional. Faça uma lista de compras Esta é uma estratégia clássica. Fazer uma lista clara daquilo que precisa é uma das formas mais simples de evitar gastos desnecessários. Seja fisicamente ou online, faça sempre uma lista e siga-a à risca. E caso o produto não esteja disponível, não procure comprar um substituto. Defina um orçamento para extras É irrealista pensar que vai deixar de fazer compras por impulso. É possível controlar, mas se se proibir totalmente de comprar não vai resultar. O segredo é traçar limites. Por isso, uma estratégia pode ser definir um montante no seu orçamento para “extras” ou “pequenos prazeres”. Quando esse valor terminar, espere até ao mês seguinte. Desta forma vai promover a disciplina sem se restringir completamente. Reduza os encargos e ganhe folga financeira; Junte os seus créditos e poupe até 60%; Consolidar créditos. Cancele as newsletters das lojas As marcas sabem como accionar o seu impulso de comprar e usam notificações para isso. Certamente já se deparou com mensagens como “Desconto exclusivo! Só hoje!”, que são criadas para espoletar urgência e necessidade. Uma estratégia para não se deixar levar nestas manobras de marketing é cancelar as newsletters das lojas. Pode também desactivar as notificações de aplicações de compras e redes sociais. Desta forma, vai reduzir os estímulos externos que o levam a gastos impulsivos. Pratique o consumo consciente O consumo consciente acontece quanto gasta o seu dinheiro de uma forma intencional e alinhada com os seus valores. Ou seja, em vez de comprar automaticamente, pesa a decisão com propósito. Para o fazer deve começar por reflectir sobre o motivo da compra. Será que é mesmo uma necessidade ou só se sente aborrecido? Outra dica para este consumo consciente é valorizar as experiências ao invés de acumular objectos. Vai ver que esta estratégia lhe vai trazer mais satisfação, menos desperdício e uma melhor relação com o seu dinheiro. Crie objectivos de poupança Ao ter metas de poupança definidas, resistir a gastos impulsuivos vai tornar-se mais fácil. Cada metical que decidir não gastar vai ter um significado quanto tem um objectivo em mente. Pode ser para um fundo de emergência, uma viagem, a entrada da sua casa de sonho, um carro, a reforma antecipada, o importante é criar objectivos de poupança. E não se esqueça de acompanhar o progresso. Ver o dinheiro crescer é motivador e vai mantê-lo focado. Prefira o dinheiro físico Quantas vezes já evitou abrir a aplicação do banco? Passar o cartão parece “indolor” até ao momento em que se depara com o saldo da sua conta. É por isso que usar dinheiro físico o vai ajudar a resistir a gastos impulsivos. Vê-lo sair da carteira “dói” mais do que passar o cartão. Esse desconforto vai ajudá-lo a gastar menos. Depois de definir um orçamento para extras, como foi referido na terceira estratégia, levante esse montante e use apenas esse dinheiro. Substitua o impulso por outra acção Muitas vezes, as compras por impulso têm motivações emocionais como o stress, a ansiedade ou o tédio. Procure substituir este comportamento por outra coisa que lhe traga também bem-estar, mas sem custos. São exemplos caminhar ou praticar exercício, meditar, fazer uma actividade criativa ou conversar com alguém da sua confiança. Estas estratégias vão ajudá-lo não só a poupar como a gastar com mais consciência e a sentir-se mais tranquilo financeiramente. Fonte: Doutor Finanças

Publicar comentário