Coreia do Sul e ONU Investiram Mais de 7 M$ Para Promoção

Coreia do Sul e ONU Investiram Mais de 7 M$ Para Promoção

advertisemen tO Governo da Coreia do Sul e a Organização das Nações Unidas (ONU) anunciaram que já investiram, desde 2021, mais de 7 milhões de dólares para apoiar cerca de 500 mil adolescentes e mulheres em idade reprodutiva, na província de Sofala, região centro de Moçambique. “A iniciativa lançada em 2021, já beneficiou mulheres e adolescentes dos distritos da Beira, Dondo, Nhamatanda e Búzi, áreas gravemente afectadas pelo ciclone Idai”, descreveu o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e a Agência Coreana de Cooperação Internacional (KOICA), através de um comunicado conjunto divulgado pela Lusa. De acordo com o documento, as verbas de 6,65 milhões de dólares e 1,55 milhões de dólares disponibilizadas pela KOICA e UNFPA, respectivamente, foram cruciais para reforçar a capacidade do sistema de saúde provincial para prestar serviços de qualidade e resilientes a mulheres e raparigas. “Nos últimos três anos, o projecto expandiu drasticamente o acesso aos serviços de saúde sexual e reprodutiva, que salvam vidas em Sofala, tendo sido equipadas unidades sanitárias com instrumentos essenciais para cuidados maternos e neonatais, incluindo uma nova sala de operações no distrito de Dondo, onde já foram realizadas mais de 300 cesarianas”, avançaram. No relatório, as entidades afirmam que 15 unidades de saúde receberam equipamento cirúrgico e quatro ambulâncias que prestaram apoio a mais de cinco mil pessoas, ajudando no encaminhamento de emergências provenientes de zonas rurais. Mais de 380 profissionais de saúde beneficiaram de formação para reforçar a qualidade dos serviços de saúde. Segundo a publicação, no período em análise, foram ainda reactivados alguns comités provinciais e distritais para analisar as mortes maternas e orientar acções baseadas em evidências. “Esta iniciativa é um exemplo poderoso do que pode ser alcançado quando investimos nas mulheres e adolescentes. Ao melhorar o acesso aos serviços de saúde reprodutiva, não estamos apenas a salvar vidas, mas também a empoderar as gerações futuras”, concluiu.advertisement

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