Tempestades? É difícil dar resposta “tão imediata” a 200 mil

Tempestades? É difícil dar resposta "tão imediata" a 200 mil

A Autoridade de Supervisão de Seguros e Pensões (ASF) admitiu hoje que é difícil dar uma resposta “tão imediata” aos quase 200 mil sinistros causados ​​pelo mau tempo, se recusando a adiantar números sobre o que já foi pago. “Levando em consideração as características e a intensidade desses fenômenos, é difícil dar uma resposta tão imediata, nós estamos falando de quase 200 mil sinistros, e, portanto, é difícil dar uma resposta do agrado de todo mundo”, destacou o diretor do Departamento de Supervisão Comportamental da ASF, Eduardo Pereira. À saída de uma reunião com o presidente da República, António José Seguro, que aconteceu em Tomar, no terceiro dia da Presidência aberta, Eduardo Pereira explicou que há “sempre casos pontuais” para analisar mais uma vez, para que a resposta “seja adequada e vá ao encontro da proteção do consumidor”. “Nós temos em termos de perícia, do que é a avaliação de danos, quase 97% dos produtos finitos já estão periciados”, informou. Ele explicou aos jornalistas que em alguns casos a regulação pode ser “um pouco mais lenta”, por causa da “disponibilidade de fornecedor, de material, a disponibilidade de relatórios finais” e quando há bancos envolvidos. “Há um conjunto também de dificuldade de perícia de instalações industriais mais complexas”, acrescentou. De acordo com o responsável da ASF, “o mercado está fazendo tudo o que pode fazer, levando em consideração as características desse evento”. “E nós estamos acompanhando de muito perto justamente para garantir que a proteção do consumidor continue sendo prioridade, também com a garantia que existe de disponibilidade financeira para fazer frente aos compromissos e custos”, afirmou. Sobe a reunião com António José Seguro, revelou que “o senhor Presidente da República quis saber, de forma que a ASF estava a acompanhar” este processo. “Para ter também a percepção do que era a nossa visão, da forma como o mercado está funcionando também e discutir eventuais soluções do futuro”, concluiu. CMM/JF// ACL Lusa/fim

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