UNFPA e Irlanda Assinam Acordo de 6 M€ Para Melhorar
advertisemen tO Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPA) e a Embaixada da Irlanda em Moçambique assinaram um acordo avaliado em seis milhões de euros para o reforço dos direitos das mulheres e raparigas, no que concerne ao acesso aos serviços de saúde sexual e reprodutiva nas províncias de Niassa, Nampula, Sofala e Inhambane, nas regiões norte, centro e sul do País, respectivamente. Segundo uma publicação do jornal O País, a verba deverá ser direccionada para a implementação do projecto “Acesso e Escolha – Planeamento Familiar para a Saúde, Direitos e Desenvolvimento”, e surge como parte do apoio global da Irlanda para a “Parceria Global da UNFPA”, destinada à provisão de produtos para planeamento familiar em países com maiores necessidades. De acordo com os dados avançados, Moçambique tem registado progressos notáveis na expansão do acesso aos serviços de planeamento familiar nos últimos anos. A utilização de métodos contraceptivos modernos aumentou de 11%, em 2011, para 25%, em 2022-23, contribuindo para uma redução significativa da mortalidade materna e infantil. “Esta contribuição vai ajudar a responder de forma directa aos desafios específicos relacionados com os direitos à saúde sexual e reprodutiva, com enfoque na disponibilização de pelo menos cinco métodos modernos de planeamento familiar e a sua distribuição nas unidades sanitárias e nas comunidades”, destacou o comunicado citado pelo O País. A nota avança que as actividades serão executadas em coordenação com o Ministério da Saúde, com a Central de Medicamentos e Artigos Médicos e com os Serviços e Direcções Provinciais e Distritais de Saúde. “Haverá apoio à distribuição de contraceptivos e outros medicamentos, melhoria da qualidade dos dados e uso de ferramentas digitais para monitoria da cadeia de abastecimento em tempo real.” “O objectivo principal é garantir que as mulheres, os homens, os casais, os adolescentes e os jovens tenham acesso à informação e aos métodos de planeamento familiar (injectáveis, pílulas, implantes, dispositivos intra-uterinos e preservativos) de que precisam para escolher e tomar decisões informadas sobre o seu futuro”, concluiu.advertisement



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