{"id":10016,"date":"2025-12-13T09:48:19","date_gmt":"2025-12-13T09:48:19","guid":{"rendered":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/acordo-preve-menos-captura-de-carapau-solha-ou-linguado-em-portugalutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/"},"modified":"2025-12-13T09:48:19","modified_gmt":"2025-12-13T09:48:19","slug":"acordo-preve-menos-captura-de-carapau-solha-ou-linguado-em-portugalutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/acordo-preve-menos-captura-de-carapau-solha-ou-linguado-em-portugalutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/","title":{"rendered":"Acordo prev\u00ea menos captura de carapau, solha ou linguado em"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/media-manager.noticiasaominuto.com\/1920\/26290323.webp\" \/><\/p>\n<p>                                                    O acordo, hoje anunciado, prev\u00ea o volume de capturas das embarca\u00e7\u00f5es europeias no Atl\u00e2ntico, mar do Norte, Mediterr\u00e2neo, B\u00e1ltico, mar Negro e, nalguns casos prev\u00ea tamb\u00e9m o risco para &#8220;determinadas unidades populacionais para 2027 e 2028&#8221;, segundo o comunicado da UE. O carapau dever\u00e1 ter uma redu\u00e7\u00e3o de 5% de capturas nas \u00e1guas portuguesas, passando de 59.266 toneladas em 2025 para 56.520 em 2026. No que respeita ao lagostim, o acordo prev\u00ea uma redu\u00e7\u00e3o de 23% da pesca das \u00e1guas portuguesas, passando de 239 para 185 toneladas, enquanto na solha, as previs\u00f5es apontam para menos 20%, passando de 124 para 99 toneladas. No linguado, pescado na Madeira, Portugal continental e A\u00e7ores, as autoridades preveem uma redu\u00e7\u00e3o da captura em 9%, passando de 540 toneladas em 2025 para 492 em 2026, enquanto a pesca de paloco nas \u00e1guas nacionais dever\u00e1 reduzir 13%. No caso da raia curva, n\u00e3o h\u00e1 altera\u00e7\u00e3o do volume de pesca (mant\u00eam-se as 50 toneladas), enquanto o peixe pargo ter\u00e1 uma ligeira redu\u00e7\u00e3o (3%), de 392 para 382 toneladas, mas o acordo prev\u00ea um aumento de 11,4% do valor atual em 2027. Para 2026, a UE prev\u00ea ainda o fim da pesca total da anchova na \u00e1rea dos A\u00e7ores e um aumento de 60% no sul da zona mar\u00edtima portuguesa, passando das 7.266 toneladas atuais, para 11.639 em 2026. O acordo, alcan\u00e7ado ap\u00f3s dois dias de negocia\u00e7\u00f5es, estabelece limites de captura, conhecidos como &#8220;totais admiss\u00edveis de capturas&#8221; e &#8220;limites de esfor\u00e7o de pesca para as unidades populacionais de peixes comerciais mais importantes&#8221;, referem as autoridades europeias. As unidades populacionais abrangidas pelo acordo &#8220;s\u00e3o as que a UE gere sozinha, em conjunto com pa\u00edses vizinhos n\u00e3o pertencentes \u00e0 UE ou atrav\u00e9s de acordos celebrados em organiza\u00e7\u00f5es regionais de gest\u00e3o das pescas&#8221; e o esfor\u00e7o de pesca diz respeito ao tamanho e \u00e0 pot\u00eancia do motor de um navio, combinados com o n\u00famero de dias dedicados \u00e0 pesca. &#8220;Ap\u00f3s a sa\u00edda do Reino Unido da UE, as unidades populacionais de peixes geridas conjuntamente pela UE e pelo Reino Unido s\u00e3o consideradas recursos partilhados ao abrigo do direito internacional&#8221;, refere-se no comunicado final. Leia Tamb\u00e9m: Maratona europeia das pescas termina com acordo positivo para Portugal<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O acordo, hoje anunciado, prev\u00ea o volume de capturas das embarca\u00e7\u00f5es europeias no Atl\u00e2ntico, mar do Norte, Mediterr\u00e2neo, B\u00e1ltico, mar Negro e, nalguns casos prev\u00ea tamb\u00e9m o risco para &#8220;determinadas unidades populacionais para 2027 e 2028&#8221;, segundo o comunicado da UE. 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