{"id":10346,"date":"2025-12-17T18:39:50","date_gmt":"2025-12-17T18:39:50","guid":{"rendered":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/alentejo-e-madeira-abaixo-do-crescimento-real-do-pib-registado-em-2024utm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/"},"modified":"2025-12-17T18:39:50","modified_gmt":"2025-12-17T18:39:50","slug":"alentejo-e-madeira-abaixo-do-crescimento-real-do-pib-registado-em-2024utm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/alentejo-e-madeira-abaixo-do-crescimento-real-do-pib-registado-em-2024utm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/","title":{"rendered":"Alentejo e Madeira abaixo do crescimento real do PIB"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/media-manager.noticiasaominuto.com\/1920\/45706197.webp?crop_params=eyJsYW5kc2NhcGUiOnsiY3JvcFdpZHRoIjoyNTYwLCJjcm9wSGVpZ2h0IjoxNDQwLCJjcm9wWCI6MCwiY3JvcFkiOjI1NH19\" \/><\/p>\n<p>                                                    De acordo com as Contas Regionais hoje divulgadas pelo Instituto Nacional de Estat\u00edstica (INE), &#8220;estima-se que o Alentejo (1,1%) e a Regi\u00e3o Aut\u00f3noma da Madeira (1,5%) tenham registado os desempenhos mais fracos&#8221; face ao crescimento real do pa\u00eds, que se cifrou nos 2,1% em 2024. &#8220;No restante territ\u00f3rio, a evolu\u00e7\u00e3o foi pr\u00f3xima da m\u00e9dia nacional, com o Centro a igualar o pa\u00eds, o Oeste e Vale do Tejo, a Grande Lisboa e a Pen\u00ednsula de Set\u00fabal a superarem ligeiramente (0,1 pontos percentuais &#8211; pp) a m\u00e9dia nacional&#8221;, e as restantes regi\u00f5es (Norte, Algarve e A\u00e7ores), apresentaram &#8220;um crescimento 0,2 pp superior ao pa\u00eds&#8221;. No crescimento real, &#8220;na regi\u00e3o Norte, Centro e Oeste e Vale do Tejo, o dinamismo econ\u00f3mico resultou sobretudo do crescimento do VAB (Valor Acrescentado Bruto) da ind\u00fastria e energia (2,8%, 3,2% e 4,1%, respetivamente), acompanhado do desempenho do VAB do com\u00e9rcio, transportes, alojamento e restaura\u00e7\u00e3o, com acr\u00e9scimos em volume de 1,8% no Norte e Oeste e Vale do Tejo e 2,6% no Centro&#8221;. J\u00e1 o PIB da Grande Lisboa &#8220;beneficiou do crescimento do VAB das atividades informa\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o (4,2%), das atividades financeiras e de seguros (3,6%) e do com\u00e9rcio, transportes, alojamento e restaura\u00e7\u00e3o (2,0%), todos com varia\u00e7\u00f5es acima da m\u00e9dia nacional&#8221;. O ramo do &#8220;com\u00e9rcio, transportes, alojamento e restaura\u00e7\u00e3o teve impacto significativo no VAB do Algarve e da Regi\u00e3o Aut\u00f3noma dos A\u00e7ores, com crescimentos de 1,7% e 4,1% respetivamente (contributos de 0,7 pp e 1,1 pp)&#8221;, e nestas duas regi\u00f5es o PIB tamb\u00e9m beneficiou &#8220;do crescimento do VAB da ind\u00fastria e energia (9,9% e 6,4%, respetivamente) e da agricultura, silvicultura e pescas (8,9% e 7,1%, pela mesma ordem)&#8221;. Na Pen\u00ednsula de Set\u00fabal o crescimento do PIB &#8220;foi impulsionado, sobretudo, pelo aumento do VAB no ramo do com\u00e9rcio, transportes, alojamento e restaura\u00e7\u00e3o (3,7%), cujo contributo para a varia\u00e7\u00e3o regional foi de 0,9 pp&#8221;, e no Alentejo &#8220;o crescimento menos expressivo do PIB deveu-se \u00e0 redu\u00e7\u00e3o do VAB da ind\u00fastria e energia (-2,3%), das atividades imobili\u00e1rias (-2,1%) e do com\u00e9rcio, transportes, alojamento e restaura\u00e7\u00e3o (-0,6%)&#8221;. J\u00e1 o crescimento do PIB na Madeira, inferior ao nacional, &#8220;foi condicionado pela redu\u00e7\u00e3o do VAB dos servi\u00e7os prestados \u00e0s empresas (-4,4%), associada \u00e0 menor atividade no Centro Internacional de Neg\u00f3cios da Madeira, e pelo decr\u00e9scimo do VAB da administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica, defesa, sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o (-0,3%)&#8221;. Quanto ao crescimento do PIB em termos nominais, que a n\u00edvel nacional foi de 7,1% em 2024, observaram-se &#8220;varia\u00e7\u00f5es positivas em todas as regi\u00f5es do pa\u00eds&#8221;, com destaque para o Algarve (8,3%), a Pen\u00ednsula de Set\u00fabal (7,8%) e a Regi\u00e3o Aut\u00f3noma da Madeira (7,5%), &#8220;claramente acima da m\u00e9dia nacional&#8221;. &#8220;As regi\u00f5es Norte (7,2%), Grande Lisboa e Regi\u00e3o Aut\u00f3noma dos A\u00e7ores (ambas com 7,1%) registaram desempenhos pr\u00f3ximos da m\u00e9dia do pa\u00eds, enquanto o Centro (6,7%), o Oeste e Vale do Tejo (6,6%) e, em especial, o Alentejo (4,5%) apresentaram crescimentos nominais inferiores ao total&#8221;, pode ler-se no texto do INE. O texto hoje divulgado pelo INE fecha tamb\u00e9m os n\u00fameros de 2023, em que o PIB total nacional &#8220;cresceu 3,1% em volume, tendo-se registado varia\u00e7\u00f5es positivas, ainda que heterog\u00e9neas, em todas as regi\u00f5es&#8221;. &#8220;O Oeste e Vale do Tejo (4,8%), a Regi\u00e3o Aut\u00f3noma da Madeira (4,6%), a Regi\u00e3o Aut\u00f3noma dos A\u00e7ores (3,5%), o Algarve e o Norte (ambos com 3,4%) e a Grande Lisboa (3,2%) apresentaram os crescimentos mais acentuados e superiores ao pa\u00eds&#8221;, o &#8220;Centro (2,6%) e a Pen\u00ednsula de Set\u00fabal (1,5%) apresentaram aumentos reais moderados e o Alentejo o menos expressivo (0,5%)&#8221;. 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