{"id":11655,"date":"2026-01-12T14:53:40","date_gmt":"2026-01-12T14:53:40","guid":{"rendered":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/reuniao-de-montenegro-com-cgtp-sobre-lei-laboral-adiada-outra-vezutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/"},"modified":"2026-01-12T14:53:40","modified_gmt":"2026-01-12T14:53:40","slug":"reuniao-de-montenegro-com-cgtp-sobre-lei-laboral-adiada-outra-vezutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/reuniao-de-montenegro-com-cgtp-sobre-lei-laboral-adiada-outra-vezutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/","title":{"rendered":"Reuni\u00e3o de Montenegro com CGTP sobre lei laboral adiada"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/media-manager.noticiasaominuto.com\/1920\/naom_68af01048fb9c.webp\" \/><\/p>\n<p>                                                    De acordo com a mesma fonte, o adiamento deveu-se a &#8220;motivos de agenda&#8221;. A CGTP tinha pedido em 15 de dezembro uma reuni\u00e3o com o primeiro-ministro, Lu\u00eds Montenegro, reafirmando a exig\u00eancia de retirar o pacote laboral, expressa, &#8220;de forma inequ\u00edvoca&#8221;, na greve geral de 11 de dezembro. A reuni\u00e3o estava marcada para 07 de janeiro, tendo sido remarcada para 14 de janeiro, mas novamente adiada, estando agora prevista para 20 de janeiro pelas 15:30. No encontro, dever\u00e1 tamb\u00e9m estar presente a ministra do Trabalho, Solidariedade e Seguran\u00e7a Social, Ros\u00e1rio Palma Ramalho. Em declara\u00e7\u00f5es \u00e0 Lusa, o secret\u00e1rio-geral da CGTP disse que o Governo &#8220;tem que ouvir a maioria&#8221; e espera que, na reuni\u00e3o com o primeiro-ministro, seja dada uma &#8220;resposta&#8221; \u00e0 exig\u00eancia de retirada do pacote laboral. Tiago Oliveira afirmou que a reuni\u00e3o n\u00e3o ser\u00e1 para &#8220;negociar seja o que for&#8221;, mas &#8220;para exigir do Governo uma resposta&#8221;. &#8220;O Governo tem que ouvir a maioria. E a maioria pronunciou-se contra o pacote laboral&#8221;, sublinhou. A ministra do Trabalho tem vindo a reiterar que a CGTP se tem colocado \u00e0 margem das negocia\u00e7\u00f5es, enquanto a central sindical rejeita as cr\u00edticas, indicando que o Governo n\u00e3o acolheu qualquer das suas propostas e &#8220;bloqueou&#8221; a discuss\u00e3o. A CGTP apelou para &#8220;uma discuss\u00e3o s\u00e9ria, tendo em conta aquilo que hoje \u00e9 negativo, para melhorar as condi\u00e7\u00f5es de vida e de trabalho dos trabalhadores&#8221;. O l\u00edder desta central sindical reiterou que, mesmo que o Governo n\u00e3o retire a proposta, a CGTP vai manter-se \u00e0 mesa das negocia\u00e7\u00f5es na Concerta\u00e7\u00e3o Social para dar &#8220;voz aos trabalhadores&#8221;. \u00c0 Lusa, o secret\u00e1rio-geral da CGTP disse que a central sindical n\u00e3o descarta novas formas de luta e que, perante a posi\u00e7\u00e3o que for transmitida pelo Governo na reuni\u00e3o com o primeiro-ministro ou na pr\u00f3xima reuni\u00e3o plen\u00e1ria de Concerta\u00e7\u00e3o Social, cuja data n\u00e3o est\u00e1 marcada, &#8220;a CGTP ir\u00e1 apresentar aos trabalhadores a proposta que entender necess\u00e1ria para dar continuidade \u00e0 luta&#8221;. E n\u00e3o fecha a porta a avan\u00e7ar com uma nova greve geral em converg\u00eancia com a UGT: &#8220;No momento certo e quando for necess\u00e1rio (&#8230;) a CGTP ir\u00e1 fazer os contactos que tiver que fazer. N\u00e3o nos negamos a discutir seja com quem for&#8221;, rematou. A CGTP vai realizar na ter\u00e7a-feira uma manifesta\u00e7\u00e3o nacional, com in\u00edcio pelas 14:30 na Pra\u00e7a Lu\u00eds de Cam\u00f5es, em Lisboa, rumando depois para S\u00e3o Bento, com o intuito de &#8220;exigir a retirada do pacote laboral&#8221;. Em declara\u00e7\u00f5es \u00e0 Lusa, o secret\u00e1rio-geral da CGTP antecipou que haver\u00e1 uma &#8220;grande concentra\u00e7\u00e3o em frente \u00e0 Assembleia da Rep\u00fablica&#8221;, seguida da entrega de um abaixo-assinado com &#8220;dezenas de milhares de assinaturas&#8221;, que foram recolhidas &#8220;ao longo dos \u00faltimos tr\u00eas meses&#8221;. A CGTP e a UGT levaram a cabo em 11 de dezembro uma greve geral contra a proposta do Governo, a quinta a juntar as duas centrais sindicais e o que n\u00e3o acontecia desde a paralisa\u00e7\u00e3o conjunta de 27 de junho de 2013. Ap\u00f3s a paralisa\u00e7\u00e3o, a ministra do Trabalho convocou a UGT para uma reuni\u00e3o. No final do encontro, o secret\u00e1rio-geral da UGT, M\u00e1rio Mour\u00e3o, adiantou que a central sindical vai apresentar uma contraproposta, incluindo com medidas que n\u00e3o constam do anteprojeto, e fez quest\u00e3o de sublinhar que viu esp\u00edrito negocial do lado do executivo. A proposta, designada &#8220;Trabalho XXI&#8221;, foi apresentada em 24 de julho pelo Governo e j\u00e1 mereceu o &#8216;rotundo n\u00e3o&#8217; das centrais sindicais, que argumentam que \u00e9 &#8220;um ataque&#8221; aos direitos dos trabalhadores, enquanto as confedera\u00e7\u00f5es empresariais aplaudiram a reforma, ainda que digam que h\u00e1 espa\u00e7o para melhorias. Perante as cr\u00edticas das duas centrais sindicais, o Governo entregou \u00e0 UGT uma nova proposta com algumas ced\u00eancias, tendo vindo a reiterar que &#8220;n\u00e3o est\u00e1 dispon\u00edvel para retirar toda a proposta&#8221; e que quer manter as &#8220;traves mestras&#8221;, ainda que esteja aberto ao di\u00e1logo e vai dar &#8220;mais tempo&#8221; \u00e0 UGT para analisar a nova proposta.  JMF \/\/ EA Lusa\/Fim<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De acordo com a mesma fonte, o adiamento deveu-se a &#8220;motivos de agenda&#8221;. A CGTP tinha pedido em 15 de dezembro uma reuni\u00e3o com o primeiro-ministro, Lu\u00eds Montenegro, reafirmando a exig\u00eancia de retirar o pacote laboral, expressa, &#8220;de forma inequ\u00edvoca&#8221;, na greve geral de 11 de dezembro. 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