{"id":13205,"date":"2026-01-28T16:12:17","date_gmt":"2026-01-28T16:12:17","guid":{"rendered":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/cip-exige-que-governo-trave-custos-de-contexto-que-bateram-maximosutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/"},"modified":"2026-01-28T16:12:17","modified_gmt":"2026-01-28T16:12:17","slug":"cip-exige-que-governo-trave-custos-de-contexto-que-bateram-maximosutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/cip-exige-que-governo-trave-custos-de-contexto-que-bateram-maximosutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/","title":{"rendered":"CIP exige que Governo &#8220;trave custos de contexto&#8221; (que"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/media-manager.noticiasaominuto.com\/1920\/naom_68622acf1d2fd.webp\" \/><\/p>\n<p>                                                    &#8220;Os custos de contexto das empresas voltaram a aumentar em 2024 e s\u00e3o os maiores desde que o INE (Instituto Nacional de Estat\u00edstica) os come\u00e7ou a medir h\u00e1 10 anos&#8221;, enfatiza em comunicado a confedera\u00e7\u00e3o, cujo presidente defende que &#8220;o Governo tem de intervir de forma determinada na simplifica\u00e7\u00e3o administrativa&#8221;. Segundo Armindo Monteiro, &#8220;a reforma do Estado que este Governo se comprometeu a fazer tem de ir mais longe do que a fus\u00e3o de entidades p\u00fablicas&#8221;, sendo &#8220;preciso simplificar para o pa\u00eds poder crescer&#8221;. &#8220;A CIP exige que o Governo melhore as condi\u00e7\u00f5es em que as empresas operam, travando o aumento dos custos de contexto e removendo obst\u00e1culos \u00e0 atividade que afetam, sobretudo, o setor da ind\u00fastria&#8221;, refere. A confedera\u00e7\u00e3o recorda que o Boletim Trimestral da Economia Portuguesa, do gabinete de estudos do Minist\u00e9rio das Finan\u00e7as (GEPEARI) e da Dire\u00e7\u00e3o Geral da Economia, &#8220;conclui que os custos de contexto das empresas em Portugal aumentaram em 2024 e atingiram o valor mais alto da \u00faltima d\u00e9cada&#8221;, sendo que &#8220;a carga administrativa, o sistema judicial e os licenciamentos dificultaram mais do que nunca a atividade econ\u00f3mica&#8221;. Para Armindo Monteiro, &#8220;o Governo tem de passar das palavras aos atos: \u00e9 fundamental diminuir significativamente a burocracia e, de uma forma geral, os custos de contexto que absorvem energias, tempo e recursos, e que condicionam a produtividade e a competitividade empresarial&#8221;. &#8220;Os resultados agora revelados pelos minist\u00e9rios das Finan\u00e7as e da Economia justificam medidas concretas que melhorem o ambiente regulat\u00f3rio e competitivo em que as empresas trabalham&#8221;, sustenta. A CIP enfatiza que burocracia administrativa, morosidade da justi\u00e7a, alta carga fiscal e licenciamentos complexos &#8220;aumentaram nos \u00faltimos anos os custos de atividade das empresas, condicionando-lhes a capacidade de investimento e diminuindo a sua competitividade&#8221;. O sistema judicial, os licenciamentos e a fiscalidade s\u00e3o as dificuldades destacadas pelas empresas devido \u00e0 maior concentra\u00e7\u00e3o de obst\u00e1culos ao exerc\u00edcio da atividade, enquanto a carga administrativa foi a dimens\u00e3o com maior crescimento. No Pacto Social apresentado pela confedera\u00e7\u00e3o ao Governo e aos parceiros sociais &#8220;o eixo da Simplifica\u00e7\u00e3o Administrativa avan\u00e7ou com medidas significativas para inverter a atual situa\u00e7\u00e3o&#8221;. Entre as principais propostas est\u00e3o a consagra\u00e7\u00e3o da Informa\u00e7\u00e3o Empresarial Simplificada como meio privilegiado para o fornecimento de toda a informa\u00e7\u00e3o para fins estat\u00edsticos e fiscais pelas empresas e a aplica\u00e7\u00e3o efetiva, de forma transversal, do princ\u00edpio &#8220;uma s\u00f3 vez&#8221;, que dispensa o cidad\u00e3o ou agente econ\u00f3mico de entregar informa\u00e7\u00e3o ou documentos j\u00e1 detidos pela Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica. A supress\u00e3o do regime especial aplic\u00e1vel \u00e0 Autoridade Tribut\u00e1ria e Aduaneira em mat\u00e9ria de litig\u00e2ncia de m\u00e1-f\u00e9, a consagra\u00e7\u00e3o e automatiza\u00e7\u00e3o da compensa\u00e7\u00e3o de cr\u00e9ditos tribut\u00e1rios e um novo &#8220;Regime Simplificado de IRC&#8221; s\u00e3o outras das medidas. As propostas da CIP incluem uma revis\u00e3o das regras de contrata\u00e7\u00e3o p\u00fablica e a aplica\u00e7\u00e3o efetiva e generalizada do princ\u00edpio da &#8220;comporta regulat\u00f3ria&#8221;, em que, sempre que se aumentem custos de contexto sobre cidad\u00e3os e sobre empresas, devem ser aprovadas redu\u00e7\u00f5es de custos equivalentes atrav\u00e9s da altera\u00e7\u00e3o de outros atos normativos com id\u00eantico impacto. &#8220;A reforma do Estado que este Governo se comprometeu a fazer tem de ir mais longe do que a fus\u00e3o de entidades p\u00fablicas&#8221;, afirma Armindo Monteiro. &#8220;O Governo tem de intervir de forma determinada na simplifica\u00e7\u00e3o administrativa e reduzir custos de contexto que est\u00e3o a impedir as empresas portuguesas de criarem riqueza&#8221;, acrescenta. Leia Tamb\u00e9m: Utilizadores ter\u00e3o de pagar para n\u00e3o verem an\u00fancios no WhatsApp<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;Os custos de contexto das empresas voltaram a aumentar em 2024 e s\u00e3o os maiores desde que o INE (Instituto Nacional de Estat\u00edstica) os come\u00e7ou a medir h\u00e1 10 anos&#8221;, enfatiza em comunicado a confedera\u00e7\u00e3o, cujo presidente defende que &#8220;o Governo tem de intervir de forma determinada na simplifica\u00e7\u00e3o administrativa&#8221;. 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