{"id":14078,"date":"2026-02-10T08:06:27","date_gmt":"2026-02-10T08:06:27","guid":{"rendered":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/tempestades-disparam-producao-de-energia-nas-barragens-qual-o-maximoutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/"},"modified":"2026-02-10T08:06:27","modified_gmt":"2026-02-10T08:06:27","slug":"tempestades-disparam-producao-de-energia-nas-barragens-qual-o-maximoutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/tempestades-disparam-producao-de-energia-nas-barragens-qual-o-maximoutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/","title":{"rendered":"Tempestades disparam produ\u00e7\u00e3o de energia nas barragens: Qual"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/media-manager.noticiasaominuto.com\/1920\/naom_698a43db48438.webp\" \/><\/p>\n<p>                                                    A chuva dos \u00faltimos dias fez disparar 17,8% a produ\u00e7\u00e3o de energia h\u00eddrica em Portugal desde o in\u00edcio do ano, em compara\u00e7\u00e3o com o ano anterior. Segundo dados da Adene &#8211; Ag\u00eancia para a Energia cedidos ao Not\u00edcias ao Minuto, a produ\u00e7\u00e3o de energia atrav\u00e9s das barragens, que t\u00eam estado a fazer v\u00e1rias descargas para evitar cheias descontroladas, atingiu um valor m\u00e1ximo no dia 3 de fevereiro, altura em que o pa\u00eds estava sob efeito da depress\u00e3o Leonardo. &#8220;As tempestades das \u00faltimas semanas, que tanta chuva e vento trouxeram, permitiram produzir mais energia el\u00e9trica com recurso a estas fontes de energia renov\u00e1vel. Comparando as produ\u00e7\u00f5es desde dia 1 de janeiro deste ano com o mesmo per\u00edodo no ano passado, verificamos um aumento de 17,8% na produ\u00e7\u00e3o h\u00eddrica (2.554 GWh desde 1 de janeiro e de 22,9% na produ\u00e7\u00e3o e\u00f3lica (2.525 GWh desde 1 de janeiro)&#8221;, referiu fonte da Adene. De salientar que a &#8220;produ\u00e7\u00e3o h\u00eddrica atingiu o seu m\u00e1ximo dia 3 de fevereiro (102 GWh), suprindo 55% do consumo nesse dia&#8221;, enquanto a &#8220;produ\u00e7\u00e3o e\u00f3lica atingiu o seu m\u00e1ximo dia 21 de janeiro (107 GWh), suprindo 55% do consumo desse dia&#8221;. No dia 26 de janeiro, detalhou a mesma fonte, &#8220;representaram, juntas, 97% do consumo de eletricidade&#8221;. Vale lembrar que a depress\u00e3o Kristin atingiu Portugal com ventos muito severos na madrugada do dia 28 de janeiro. O Not\u00edcias ao Minuto tentou tamb\u00e9m perceber junto da Adene qual foi a barragem que registou maior produ\u00e7\u00e3o de energia, mas &#8220;n\u00e3o existem dados da produ\u00e7\u00e3o individual de cada barragem e por isso n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel saber qual produziu mais&#8221;, explicou a mesma fonte. Presidente da Rep\u00fablica mostrou-se preocupado com descargas de barragens No final da semana passada, o Presidente da Rep\u00fablica manifestou-se preocupado com a possibilidade de mais inunda\u00e7\u00f5es provocadas pelo regresso de chuva forte e por descargas de barragens espanholas e portuguesas e pediu aos cidad\u00e3os que evitem correr riscos. O chefe de Estado apelou aos cidad\u00e3os que evitem a &#8220;travessia de zonas de risco em termos de inunda\u00e7\u00e3o&#8221;, alertando que em breve pode voltar a chover &#8220;em termos significativos&#8221; e que pode haver &#8220;a descarga de barragens quer espanholas quer portuguesas &#8211; porque algumas delas est\u00e3o a 100%, a 90 e tal por cento&#8221;. Chuva intensa, vento forte e agita\u00e7\u00e3o mar\u00edtima at\u00e9 quarta-feira O quadro meteorol\u00f3gico de chuva intensa, vento forte, agita\u00e7\u00e3o mar\u00edtima e queda de neve em Portugal continental dever\u00e1 manter-se at\u00e9 quarta-feira, indicou na segunda-feira a Prote\u00e7\u00e3o Civil, alertando para um aumento das inunda\u00e7\u00f5es, sobretudo nas regi\u00f5es Norte e Centro. &#8220;Os nossos rios, neste momento, est\u00e3o no limite da capacidade e, portanto, \u00e9 natural que com esta precipita\u00e7\u00e3o haja, novamente, um aumento da gravidade das inunda\u00e7\u00f5es um pouco por todo o pa\u00eds, nomeadamente na zona Norte e Centro&#8221;, afirmou o comandante nacional da Prote\u00e7\u00e3o Civil, M\u00e1rio Silvestre. De recordar que 15 pessoas morreram em Portugal desde 28 de janeiro na sequ\u00eancia da passagem das depress\u00f5es Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram tamb\u00e9m muitas centenas de feridos e desalojados. A destrui\u00e7\u00e3o total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de \u00e1rvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e servi\u00e7os de transporte, e o corte de energia, \u00e1gua e comunica\u00e7\u00f5es, inunda\u00e7\u00f5es e cheias s\u00e3o as principais consequ\u00eancias materiais do temporal. As regi\u00f5es Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo s\u00e3o as mais afetadas. O Governo prolongou a situa\u00e7\u00e3o de calamidade at\u00e9 dia 15 para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio at\u00e9 2,5 mil milh\u00f5es de euros. Leia Tamb\u00e9m: 45 mil clientes sem energia el\u00e9trica em Portugal continental \u00e0s 17h30<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A chuva dos \u00faltimos dias fez disparar 17,8% a produ\u00e7\u00e3o de energia h\u00eddrica em Portugal desde o in\u00edcio do ano, em compara\u00e7\u00e3o com o ano anterior. 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