{"id":14331,"date":"2026-02-12T08:12:00","date_gmt":"2026-02-12T08:12:00","guid":{"rendered":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/a1-desabou-e-vai-levar-varias-semanas-a-recuperar-eis-as-alternativasutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/"},"modified":"2026-02-12T08:12:00","modified_gmt":"2026-02-12T08:12:00","slug":"a1-desabou-e-vai-levar-varias-semanas-a-recuperar-eis-as-alternativasutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/a1-desabou-e-vai-levar-varias-semanas-a-recuperar-eis-as-alternativasutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/","title":{"rendered":"A1 desabou e vai levar &#8220;v\u00e1rias semanas&#8221; a recuperar. Eis as"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/media-manager.noticiasaominuto.com\/1920\/naom_698d8a1715cf5.webp\" \/><\/p>\n<p>                                                    O ministro das Infraestruturas e Habita\u00e7\u00e3o, Miguel Pinto Luz, admitiu, na quarta-feira, que ser\u00e3o precisas &#8220;v\u00e1rias semanas&#8221; para reparar o tro\u00e7o da Autoestrada 1 (A1) que desabou ap\u00f3s o rompimento do dique nos Casais, em Coimbra. Significa isto que s\u00e3o de esperar constrangimentos na circula\u00e7\u00e3o nos pr\u00f3ximos tempos &#8211; quais s\u00e3o as alternativas? Brisa sugere A8\/A17\/A25 ou IC2 No seguimento do desabamento que se verificou na A1, a Brisa sugeriu aos automobilistas a utiliza\u00e7\u00e3o de alternativas \u00e0 interrup\u00e7\u00e3o da autoestrada no sentido Norte-Sul junto ao n\u00f3 de Coimbra Sul, ao quil\u00f3metro 191, atrav\u00e9s do corredor A8\/A17\/A25 ou o IC2. Num comunicado enviado \u00e0s reda\u00e7\u00f5es, a concession\u00e1ria admitiu que, &#8220;n\u00e3o sendo poss\u00edvel, neste momento, estimar o prazo de conclus\u00e3o das obras de repara\u00e7\u00e3o&#8221;, est\u00e1 empenhada em &#8220;minimizar transtornos&#8221; e que &#8220;poder\u00e3o ser usadas como vias alternativas o corredor A8\/A17\/A25 ou o IC2&#8221;. A BCR &#8211; Brisa Concess\u00e3o Rodovi\u00e1ria confirmou o abatimento de parte do pavimento da plataforma da A1, no sentido Norte-Sul, na sequ\u00eancia da rutura de um dique do Rio Mondego, e explicou que o abatimento ocorreu &#8220;cerca de tr\u00eas horas ap\u00f3s o corte total da A1, feito de forma preventiva, no sublan\u00e7o de Coimbra Norte e Coimbra Sul &#8211; entre os KM 198 e KM 189 &#8211; e n\u00e3o representou, em nenhum momento, qualquer risco para utilizadores e trabalhadores&#8221;. O tabuleiro do viaduto da autoestrada 1 (A1) desabou na sequ\u00eancia do rompimento do dique nos Casais, Coimbra, adiantou \u00e0 Lusa fonte da GNR. Lusa | 23:40 &#8211; 11\/02\/2026 A rutura na infraestrutura foi motivada pelo rebentamento do dique e subsequente escava\u00e7\u00e3o do aterro junto ao encontro norte do viaduto C do Mondego, devido a um d\u00e9bito excecional de mais de 2.100 metros c\u00fabicos de \u00e1gua por segundo, explica ainda a concession\u00e1ria. A Brisa fez saber que est\u00e1 a monitorizar o desenvolvimento da situa\u00e7\u00e3o desde o dia 2, &#8220;com vistorias permanentes, e tem no terreno, neste momento, mais de 30 operacionais&#8221;, estando a trabalhar em coordena\u00e7\u00e3o com as v\u00e1rias institui\u00e7\u00f5es no \u00e2mbito da prote\u00e7\u00e3o civil e autoridades nacionais e locais. A A1 foi preventivamente encerrada pouco depois das 18:00 de quarta-feira em Portugal continental, nos dois sentidos, no sublan\u00e7o entre Coimbra Norte e Coimbra Sul, na sequ\u00eancia da rutura do dique que canaliza o Rio Mondego. Ministro diz que situa\u00e7\u00e3o \u00e9 &#8220;normal&#8221; face \u00e0 &#8220;viol\u00eancia das \u00e1guas&#8221; Durante uma visita ao local, Pinto Luz sublinhou aos jornalistas &#8220;a velocidade e a viol\u00eancia das \u00e1guas&#8221;, que descreveu como &#8220;uma situa\u00e7\u00e3o absolutamente anormal&#8221;. &#8220;Temos hoje (quarta-feira) 15 cami\u00f5es com enrocamento para refor\u00e7ar a quebra que surgiu. Amanh\u00e3 de manh\u00e3, mais cami\u00f5es v\u00eam refor\u00e7ar com enrocamento&#8221;, disse Pinto Luz, citado pela emissora RTP Not\u00edcias. O recurso a enrocamento, blocos de rocha compactados, &#8220;\u00e9 a \u00fanica coisa que n\u00f3s podemos fazer enquanto as \u00e1guas n\u00e3o descerem&#8221;, admitiu o ministro. Pinto Luz disse tamb\u00e9m que a fissura, no sentido norte-sul, &#8220;pode \u200b\u200balastrar&#8221; para o outro sentido. O dirigente acrescentou que, &#8220;enquanto as \u00e1guas n\u00e3o descerem n\u00e3o se pode fazer a interven\u00e7\u00e3o de fundo&#8221;. &#8220;Ser\u00e3o seguramente semanas para conseguirmos que esta infraestrutura volte a estar ao servi\u00e7os dos portugueses&#8221;, disse Pinto Luz. &#8220;O compromisso do Governo \u00e9 de absoluto comprometimento com esta solu\u00e7\u00e3o. Estamos com todos os meios mobilizados e n\u00e3o sairemos daqui enquanto n\u00e3o conseguimos com todas as equipas colocar outra vez a A1 em funcionamento&#8221;, garantiu o ministro. Dezasseis pessoas morreram em Portugal na sequ\u00eancia da passagem das depress\u00f5es Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram tamb\u00e9m muitas centenas de feridos e desalojados. A d\u00e9cima sexta v\u00edtima \u00e9 um homem de 72 anos que caiu no dia 28 de janeiro quando ia reparar o telhado da casa de uma familiar, no concelho de Pombal, e que morreu na ter\u00e7a-feira, nos Hospitais da Universidade de Coimbra. A destrui\u00e7\u00e3o total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de \u00e1rvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e servi\u00e7os de transporte, e o corte de energia, \u00e1gua e comunica\u00e7\u00f5es, inunda\u00e7\u00f5es e cheias s\u00e3o as principais consequ\u00eancias materiais do temporal. As regi\u00f5es Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo s\u00e3o as mais afetadas. O Governo prolongou a situa\u00e7\u00e3o de calamidade at\u00e9 dia 15 para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio at\u00e9 2,5 mil milh\u00f5es de euros. Leia Tamb\u00e9m: Margem direita do canal do rio Mondego rebentou junto \u00e0 A1<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O ministro das Infraestruturas e Habita\u00e7\u00e3o, Miguel Pinto Luz, admitiu, na quarta-feira, que ser\u00e3o precisas &#8220;v\u00e1rias semanas&#8221; para reparar o tro\u00e7o da Autoestrada 1 (A1) que desabou ap\u00f3s o rompimento do dique nos Casais, em Coimbra. Significa isto que s\u00e3o de esperar constrangimentos na circula\u00e7\u00e3o nos pr\u00f3ximos tempos &#8211; quais s\u00e3o as alternativas? 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