{"id":1449,"date":"2025-07-25T22:57:21","date_gmt":"2025-07-25T22:57:21","guid":{"rendered":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/2023-desigualdade-territorial-a-distribuir-rendimentos-voltou-a-reduzirutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/"},"modified":"2025-07-25T22:57:21","modified_gmt":"2025-07-25T22:57:21","slug":"2023-desigualdade-territorial-a-distribuir-rendimentos-voltou-a-reduzirutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/2023-desigualdade-territorial-a-distribuir-rendimentos-voltou-a-reduzirutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/","title":{"rendered":"Desigualdade territorial a distribuir rendimentos voltou a"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/media-manager.noticiasaominuto.com\/1920\/naom_5e5fa20ab4bd0.jpg\" \/><br \/>De acordo com dados hoje disponibilizados pelo INE nas Estat\u00edsticas do Rendimento ao N\u00edvel Local, relativas a 2023, o coeficiente de Gini (indicador que sintetiza num \u00fanico valor a assimetria da distribui\u00e7\u00e3o de rendimentos) foi de 35,5% em Portugal, face aos 35,7% registados em 2022.  O documento publicado o ano passado evidenciava, igualmente, uma redu\u00e7\u00e3o da assimetria na distribui\u00e7\u00e3o de rendimentos, ent\u00e3o de 0,4 pontos percentuais (35,7% face aos 36,1% registados em 2021). Por outro lado, segundo o INE, entre 2022 e 2023, 210 munic\u00edpios apresentaram uma redu\u00e7\u00e3o da assimetria do rendimento l\u00edquido por pessoa (o munic\u00edpio a\u00e7oriano de Lagoa teve a maior redu\u00e7\u00e3o, menos 2,5 pontos percentuais), ainda assim um n\u00famero menor de concelhos do que os 239 registados entre 2021 e 2022. Os dados de 2023, hoje divulgados, concluem que em 31 munic\u00edpios &#8220;a desigualdade na distribui\u00e7\u00e3o do rendimento foi superior \u00e0 do pa\u00eds&#8221;, com Lisboa \u00e0 cabe\u00e7a (42,6%), seguido do munic\u00edpio de Vila do Porto (na ilha de Santa Maria, A\u00e7ores, com 42,5%), Porto (41,8%) e Cascais (40,2%). Dos 31 munic\u00edpios com valores superiores \u00e0 refer\u00eancia nacional, nove ficam na regi\u00e3o Norte (Porto, Resende, Macedo de Cavaleiros, Chaves, Lamego, Matosinhos, Caminha, Montalegre e Vila Real), sete na Regi\u00e3o Aut\u00f3noma dos A\u00e7ores (Vila do Porto, Lagoa, Vila Franca do Campo, Povoa\u00e7\u00e3o, Ponta Delgada, S\u00e3o Roque do Pico e Ribeira Grande), quatro no Algarve (Aljezur, Loul\u00e9, Faro e Tavira), outros quatro na Grande Lisboa (Lisboa, Cascais, Oeiras e Mafra), tr\u00eas da Regi\u00e3o Aut\u00f3noma da Madeira (Calheta, Funchal e Ponta do Sol), tr\u00eas na Pen\u00ednsula de Set\u00fabal (Alcochete, Almada e Montijo) e Coimbra da regi\u00e3o Centro. J\u00e1 os munic\u00edpios com menores n\u00edveis de desigualdade de rendimento em 2023, situavam-se, de acordo com o INE, &#8220;sobretudo no interior das regi\u00f5es Centro, Oeste e Vale do Tejo e Alentejo&#8221;. Alandroal (Alentejo) e Pampilhosa da Serra (Centro) foram os munic\u00edpios onde se registaram os menores coeficientes de Gini do pa\u00eds (27,1%), assinalou. E se o Alto T\u00e2mega e Barroso foi a sub-regi\u00e3o com menor amplitude do coeficiente de Gini entre munic\u00edpios (e, portanto, mais igualit\u00e1ria na distribui\u00e7\u00e3o de rendimentos), com o menor valor registado em Boticas (34,3%) e o maior em Chaves (36,1%), os maiores diferenciais entre concelhos foram observados na Grande Lisboa (entre os 42,6% de Lisboa e 31% de Vila Franca de Xira) e na \u00c1rea Metropolitana do Porto, entre os munic\u00edpios do Porto (41,8%) e de Oliveira de Azem\u00e9is (30,4%). Leia Tamb\u00e9m: Oeiras mant\u00e9m-se como o munic\u00edpio com valor de rendimentos mais elevado<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De acordo com dados hoje disponibilizados pelo INE nas Estat\u00edsticas do Rendimento ao N\u00edvel Local, relativas a 2023, o coeficiente de Gini (indicador que sintetiza num \u00fanico valor a assimetria da distribui\u00e7\u00e3o de rendimentos) foi de 35,5% em Portugal, face aos 35,7% registados em 2022. O documento publicado o ano passado evidenciava, igualmente, uma redu\u00e7\u00e3o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1450,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":["post-1449","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-economia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1449","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1449"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1449\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1450"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1449"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1449"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1449"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}