{"id":1451,"date":"2025-07-25T23:29:21","date_gmt":"2025-07-25T23:29:21","guid":{"rendered":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/ministerio-garante-que-governo-nao-quer-eliminar-a-falta-por-luto-gestacionalutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/"},"modified":"2025-07-25T23:29:21","modified_gmt":"2025-07-25T23:29:21","slug":"ministerio-garante-que-governo-nao-quer-eliminar-a-falta-por-luto-gestacionalutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/ministerio-garante-que-governo-nao-quer-eliminar-a-falta-por-luto-gestacionalutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/","title":{"rendered":"Minist\u00e9rio garante que Governo n\u00e3o quer eliminar a falta por"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/media-manager.noticiasaominuto.com\/1920\/naom_67599c2f4558b.jpg\" \/><br \/>&#8220;Na eventualidade de interrup\u00e7\u00e3o da gravidez, a trabalhadora ter\u00e1 sempre direito ao gozo da licen\u00e7a de 14 a 30 dias, ao inv\u00e9s dos atuais 3 dias. J\u00e1 o outro progenitor tamb\u00e9m ter\u00e1 direito de faltar ao trabalho at\u00e9 a um limite de at\u00e9 15 dias, ao contr\u00e1rio dos atuais 3 dias&#8221;, assegura o Minist\u00e9rio Do Trabalho Solidariedade e Seguran\u00e7a Social, em comunicado.  Nos termos da atual reda\u00e7\u00e3o do art. 38.\u00ba-A, n.\u00ba 1, a trabalhadora est\u00e1 legitimada a faltar ao trabalho por motivo de luto gestacional at\u00e9 tr\u00eas dias consecutivos, no caso de n\u00e3o haver lugar ao gozo da licen\u00e7a por interrup\u00e7\u00e3o da gravidez, refere. Contudo, &#8220;a licen\u00e7a por interrup\u00e7\u00e3o da gravidez aplica-se a todos os casos de perda gestacional que impliquem uma gesta\u00e7\u00e3o que n\u00e3o alcan\u00e7ou o seu termo, ou seja, quando n\u00e3o se tenha verificado o parto, abrangendo as situa\u00e7\u00f5es de interrup\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria ou involunt\u00e1ria da gravidez, bem como o aborto espont\u00e2neo&#8221;, adianta o Minist\u00e9rio. Assim sendo, &#8220;na eventualidade de interrup\u00e7\u00e3o da gravidez, a trabalhadora ter\u00e1 sempre direito ao gozo da licen\u00e7a de 14 a 30 dias, nos termos dispostos no art. 38.\u00ba, n.\u00ba 1 (subsidiada a 100% nas condi\u00e7\u00f5es do regime legal aplic\u00e1vel). Deste modo, n\u00e3o faz sentido prever em alternativa, o direito a faltar nesta situa\u00e7\u00e3o&#8221;, refor\u00e7a. Pelo que, &#8220;a revoga\u00e7\u00e3o da norma resulta num regime mais favor\u00e1vel \u00e0 gestante&#8221;, assegura aquele minist\u00e9rio no comunicado. &#8220;Adicionalmente, o direito a faltar ao trabalho pelo outro progenitor j\u00e1 se encontra acautelado atrav\u00e9s da previs\u00e3o do direito a faltar para assist\u00eancia a membro do agregado familiar, at\u00e9 ao um limite de 15 dias, como ali\u00e1s, no termos do presente disposto, o outro progenitor poderia faltar apenas 3 dias consecutivos. Deste modo, tamb\u00e9m neste segmento, a revoga\u00e7\u00e3o da norma resulta num regime mais favor\u00e1vel ao companheiro da gestante&#8221;, sublinha na nota. Leia Tamb\u00e9m: Governo pretende eliminar falta por luto gestacional<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;Na eventualidade de interrup\u00e7\u00e3o da gravidez, a trabalhadora ter\u00e1 sempre direito ao gozo da licen\u00e7a de 14 a 30 dias, ao inv\u00e9s dos atuais 3 dias. 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