{"id":15983,"date":"2026-03-04T00:42:26","date_gmt":"2026-03-04T00:42:26","guid":{"rendered":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/lei-laboral-ministra-nao-define-prazo-patroes-apontam-duas-semanasutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/"},"modified":"2026-03-04T00:42:26","modified_gmt":"2026-03-04T00:42:26","slug":"lei-laboral-ministra-nao-define-prazo-patroes-apontam-duas-semanasutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/lei-laboral-ministra-nao-define-prazo-patroes-apontam-duas-semanasutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/","title":{"rendered":"Acordo? Ministra &#8220;perto&#8221; e patr\u00f5es &#8220;2 semanas&#8221;. UGT tem"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/media-manager.noticiasaominuto.com\/1920\/naom_66ea870666df5.webp?crop_params=eyJsYW5kc2NhcGUiOnsiY3JvcFdpZHRoIjoyMzQxLCJjcm9wSGVpZ2h0IjoxMzE3LCJjcm9wWCI6NDgsImNyb3BZIjoxMzR9LCJwb3J0cmFpdCI6eyJjcm9wV2lkdGgiOjg1MCwiY3JvcEhlaWdodCI6MTUxMSwiY3JvcFgiOjc5NCwiY3JvcFkiOjB9fQ==\" \/><\/p>\n<p>                                                    A ministra do Trabalho, Solidariedade e Seguran\u00e7a Social, Maria do Ros\u00e1rio Palma Ramalho, presidiu, nesta ter\u00e7a-feira, dia 3 de mar\u00e7o, \u00e0 reuni\u00e3o da Comiss\u00e3o Permanente da Concerta\u00e7\u00e3o Social com a continua\u00e7\u00e3o da discuss\u00e3o das altera\u00e7\u00f5es \u00e0 lei laboral em &#8216;cima da mesa&#8217;. No final do encontro, a governante afirmou que est\u00e1 perto de fechar as mudan\u00e7as laborais &#8211; mas n\u00e3o definiu um &#8220;prazo&#8221; &#8211; e os patr\u00f5es apontaram as &#8220;pr\u00f3ximas duas semanas&#8221; como &#8216;meta&#8217; para concluir, com ou sem acordo, as negocia\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>                                                    Pelo lado do Executivo, a ministra do Trabalho disse que o Governo e os parceiros sociais est\u00e3o &#8220;mais pr\u00f3ximos do fim do que do princ\u00edpio&#8221; na discuss\u00e3o das altera\u00e7\u00f5es \u00e0 lei laboral, ainda que tenha recusado fixar um prazo para as negocia\u00e7\u00f5es terminarem.<br \/>\n                                                    &#8220;O desejo do Governo \u00e9 que o acordo (em sede Concerta\u00e7\u00e3o Social) seja alcan\u00e7ado&#8221;, afirmou a ministra do Trabalho, Solidariedade e Seguran\u00e7a Social, ap\u00f3s se ter reunido com todos os parceiros sociais em reuni\u00e3o plen\u00e1ria da Comiss\u00e3o Permanente de Concerta\u00e7\u00e3o Social, acrescentando que o Executivo &#8220;tem investido muito neste acordo&#8221;.<br \/>\n                                                    A governante salientou que &#8220;o investimento consider\u00e1vel&#8221; n\u00e3o \u00e9 uma &#8220;perda de tempo&#8221;, dado que a revis\u00e3o da legisla\u00e7\u00e3o laboral \u00e9 &#8220;um dos tr\u00eas pilares&#8221; apontados pelo Governo para alcan\u00e7ar &#8220;um maior crescimento econ\u00f3mico&#8221; e a melhoria &#8220;das condi\u00e7\u00f5es de vida&#8221; dos cidad\u00e3os, a par da reforma fiscal e da reforma do Estado.<br \/>\n                                                    O Governo fez um grande processo de aproxima\u00e7\u00e3o de posi\u00e7\u00f5es e os parceiros tamb\u00e9m est\u00e3o a fazer esse mesmo processo<br \/>\n                                                    Ros\u00e1rio Palma Ramalho adiantou que ainda \u00e9 cedo para saber o desfecho final, mas disse estar &#8220;confiante&#8221; num eventual acordo nesta sede.\u00a0&#8220;O Governo fez um grande processo de aproxima\u00e7\u00e3o de posi\u00e7\u00f5es e os parceiros tamb\u00e9m est\u00e3o a fazer esse mesmo processo&#8221;, cujas negocia\u00e7\u00f5es j\u00e1 duram &#8220;h\u00e1 sete meses&#8221;, frisou, escusando-se, no entanto, a detalhar as medidas e os avan\u00e7os em concreto.<br \/>\n                                                    Segundo a governante, &#8220;\u00e9 \u00e0 volta da mesa&#8221; que v\u00e3o ser encontradas &#8220;as solu\u00e7\u00f5es&#8221; para as diverg\u00eancias.<br \/>\n                                                    A ministra tem vindo a reiterar que n\u00e3o vai &#8220;eternizar&#8221; a discuss\u00e3o na Concerta\u00e7\u00e3o Social, sinalizando que \u00e9 a inten\u00e7\u00e3o do Governo submeter a proposta de lei no Parlamento mesmo que n\u00e3o haja acordo com os parceiros sociais.<br \/>\n                                                    Questionada sobre se h\u00e1 um prazo para dar as negocia\u00e7\u00f5es nesta sede como terminadas, Palma Ramalho reiterou que &#8220;a vontade do Governo&#8221; de chegar a acordo &#8220;\u00e9 muito grande&#8221;, mas admitiu que todos se t\u00eam que &#8220;aproximar a meio caminho&#8221; para que tal aconte\u00e7a.<br \/>\n                                                    &#8220;Como j\u00e1 disse, estamos mais pr\u00f3ximos do fim do que do princ\u00edpio, mas n\u00e3o estabele\u00e7o a nenhum prazo&#8221;, acrescentou.<\/p>\n<p>                                                    A ministra do Trabalho disse hoje que Governo e parceiros sociais est\u00e3o &#8220;mais pr\u00f3ximos do fim do que do princ\u00edpio&#8221; na discuss\u00e3o das altera\u00e7\u00f5es \u00e0 lei laboral, ainda que tenha recusado fixar um prazo para as negocia\u00e7\u00f5es terminarem.<br \/>\n                                                     Lusa | 18:56 &#8211; 03\/03\/2026 <\/p>\n<p>                                                    Lei laboral? Patr\u00f5es apontam &#8220;pr\u00f3ximas duas semanas&#8221; como prazo para saber se h\u00e1 acordo<br \/>\n                                                    \u00c0 sa\u00edda desta reuni\u00e3o, as confedera\u00e7\u00f5es empresariais apontaram as &#8220;pr\u00f3ximas duas semanas&#8221; como prazo para concluir, com ou sem acordo, as negocia\u00e7\u00f5es sobre a lei laboral, enquanto a UGT disse que &#8220;h\u00e1 ainda pedra a partir&#8221; e que &#8220;\u00e9 o tempo que for necess\u00e1rio&#8221;.<br \/>\n                                                    &#8220;Diria que os parceiros est\u00e3o de acordo (&#8230;) que se este processo n\u00e3o for conclu\u00eddo nas pr\u00f3ximas duas semanas, porventura n\u00e3o vale a pena estend\u00ea-lo mais porque vamos entrar num ciclo vicioso&#8221;, afirmou o presidente da CIP, no fim da reuni\u00e3o plen\u00e1ria da Comiss\u00e3o Permanente de Concerta\u00e7\u00e3o Social desta ter\u00e7a-feira.<br \/>\n                                                    Segundo Armindo Monteiro, esse \u00e9 &#8220;o tempo certo&#8221;, dado que as negocia\u00e7\u00f5es sobre a legisla\u00e7\u00e3o laboral est\u00e3o a ser discutidas entre Governo e parceiros sociais &#8220;h\u00e1 sete meses&#8221;.<br \/>\n                                                    No m\u00e1ximo esta semana ou na pr\u00f3xima ir\u00e1 haver fumo branco, se h\u00e1 acordo ou se n\u00e3o h\u00e1 acordo<br \/>\n                                                    A posi\u00e7\u00e3o foi partilhada pelo presidente da CTP, Francisco Calheiros, que disse acreditar que est\u00e3o &#8220;na fase final&#8221; dado que o Governo j\u00e1 sinalizou que n\u00e3o vai eternizar a discuss\u00e3o na Concerta\u00e7\u00e3o Social, pelo que &#8220;no m\u00e1ximo esta semana ou na pr\u00f3xima ir\u00e1 haver fumo branco, se h\u00e1 acordo ou se n\u00e3o h\u00e1 acordo&#8221;.<br \/>\n                                                    J\u00e1 o presidente da CCP, Jo\u00e3o Vieira Lopes, disse acreditar que &#8220;dentro de algumas semanas&#8221; ser\u00e1 poss\u00edvel chegar \u00e0 conclus\u00e3o se &#8220;\u00e9 poss\u00edvel ou n\u00e3o&#8221; um acordo.<br \/>\n                                                    Por sua vez, o secret\u00e1rio-geral da UGT disse que &#8220;ainda h\u00e1 muita pedra a partir&#8221; e recusou fixar um prazo para dar por terminadas as negocia\u00e7\u00f5es, referindo que &#8220;o tempo \u00e9 aquele que for necess\u00e1rio para aproximar&#8221; posi\u00e7\u00f5es e para se &#8220;chegar a um acordo&#8221;.<br \/>\n                                                    &#8220;O pr\u00f3prio Governo diz que foi poss\u00edvel encontrar consensos em cerca de 61 quest\u00f5es&#8221;, mas &#8220;essas quest\u00f5es de consenso t\u00eam a ver com um pacote&#8221;, n\u00e3o com &#8220;medidas avulsas&#8221;, sublinhou M\u00e1rio Mour\u00e3o, referindo que as &#8220;quest\u00f5es fraturantes&#8221; como as altera\u00e7\u00f5es aos prazos dos contratos, o regresso do banco de horas individual ou o &#8216;outsourcing&#8217; ainda se mant\u00eam, dado que a discuss\u00e3o sobre estas mat\u00e9rias &#8220;ficou para o fim&#8221;.<br \/>\n                                                    &#8220;\u00c9 preciso continuar a fazer um esfor\u00e7o de aproxima\u00e7\u00e3o&#8221;, referiu.<br \/>\n                                                    Por outro lado, o presidente da CCP afirmou que &#8220;h\u00e1 aproxima\u00e7\u00f5es em quase todas as \u00e1reas&#8221;, ainda que essas aproxima\u00e7\u00f5es sejam numa l\u00f3gica de que se houver um acordo &#8220;h\u00e1 um conjunto de compromissos e concess\u00f5es que as diversas partes est\u00e3o dispostas a fazer&#8221;.<br \/>\n                                                    &#8220;Est\u00e1 tudo ainda em aberto&#8221;, mas se as negocia\u00e7\u00f5es continuarem como t\u00eam decorrido &#8220;as possibilidades de um acordo s\u00e3o mais significativas&#8221;, defendeu Jo\u00e3o Vieira Lopes.<br \/>\n                                                    Tamb\u00e9m sem detalhar as mat\u00e9rias em causa, o presidente da CTP disse que &#8220;tem havido ced\u00eancias grandes&#8221; quer por parte do Governo, quer por parte das confedera\u00e7\u00f5es empresariais e que a UGT &#8220;tamb\u00e9m tem tentado ajustar-se \u00e0 realidade&#8221;, ainda que seja &#8220;cedo&#8221; para saber se h\u00e1 acordo.<br \/>\n                                                    &#8220;Existem determinadas situa\u00e7\u00f5es em que praticamente ningu\u00e9m p\u00f4s linhas vermelhas&#8221;, frisou Francisco Calheiros, reiterando ainda que o regresso do banco de horas individual \u00e9 uma mat\u00e9ria &#8220;extremamente importante&#8221; para a confedera\u00e7\u00e3o e que &#8220;n\u00e3o faz qualquer sentido&#8221; que a medida n\u00e3o volte a vigorar.<br \/>\n                                                    Tamb\u00e9m o presidente da CIP referiu esta medida, defendendo que deve haver &#8220;um enquadramento legal&#8221; para que a medida seja aplicada, dado que, segundo a confedera\u00e7\u00e3o, \u00e9 pr\u00e1tica recorrente em Portugal.<br \/>\n                                                    Armindo Monteiro disse ainda que no \u00e2mbito destas negocia\u00e7\u00f5es j\u00e1 foram feitas &#8220;muitas ced\u00eancias e que o processo negocial tem sido &#8220;construtivo&#8221;, mas que o &#8220;caminho n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil&#8221;.<br \/>\n                                                    &#8220;\u00c9 um caminho de constru\u00e7\u00e3o e esse caminho de constru\u00e7\u00e3o faz-se \u00e0 volta de uma mesa, n\u00e3o se faz na rua&#8221;, acrescentou defendendo que face a dezembro h\u00e1 uma &#8220;objetividade maior na an\u00e1lise das propostas&#8221;, referindo ainda que tem tido reuni\u00f5es &#8220;quase di\u00e1rias&#8221; que v\u00e3o continuar.<br \/>\n                                                    Por sua vez, o secret\u00e1rio-geral da CGTP reiterou que a central sindical vai &#8220;continuar a exigir a retirada do pacote laboral&#8221; da discuss\u00e3o e disse que nesta reuni\u00e3o o Governo tentou &#8220;legitimar todo este processo e a forma como ele est\u00e1 a ser conduzido&#8221;.<br \/>\n                                                    &#8220;O Governo hoje afirmou nesta reuni\u00e3o que n\u00e3o \u00e9 apenas um \u00e1rbitro. \u00c9 uma parte interessada na revis\u00e3o deste pacote laboral. Isto diz tudo sobre aquilo que est\u00e1 a ser constru\u00eddo&#8221;, apontou Tiago Oliveira.<br \/>\n                                                    Esta reuni\u00e3o contou ainda com a presen\u00e7a do ministro da Economia e da Coes\u00e3o Territorial que apresentou aos parceiros sociais as linhas gerais do PTRR, al\u00e9m do ministro da Agricultura.<\/p>\n<p>                                                    Os &#8216;patr\u00f5es&#8217; apontaram hoje as &#8220;pr\u00f3ximas duas semanas&#8221; como prazo para concluir, com ou sem acordo, as negocia\u00e7\u00f5es sobre a lei laboral, enquanto UGT disse que &#8220;h\u00e1 ainda pedra a partir&#8221; e que &#8220;\u00e9 o tempo que for necess\u00e1rio&#8221;.<br \/>\n                                                     Lusa | 19:13 &#8211; 03\/03\/2026<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A ministra do Trabalho, Solidariedade e Seguran\u00e7a Social, Maria do Ros\u00e1rio Palma Ramalho, presidiu, nesta ter\u00e7a-feira, dia 3 de mar\u00e7o, \u00e0 reuni\u00e3o da Comiss\u00e3o Permanente da Concerta\u00e7\u00e3o Social com a continua\u00e7\u00e3o da discuss\u00e3o das altera\u00e7\u00f5es \u00e0 lei laboral em &#8216;cima da mesa&#8217;. 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