{"id":16241,"date":"2026-03-05T20:19:41","date_gmt":"2026-03-05T20:19:41","guid":{"rendered":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/deco-recebeu-mais-de-500-pedidos-de-informacao-e-reclamacoes-sobre-segurosutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/"},"modified":"2026-03-05T20:19:41","modified_gmt":"2026-03-05T20:19:41","slug":"deco-recebeu-mais-de-500-pedidos-de-informacao-e-reclamacoes-sobre-segurosutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/deco-recebeu-mais-de-500-pedidos-de-informacao-e-reclamacoes-sobre-segurosutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/","title":{"rendered":"Deco recebeu mais de 500 pedidos de informa\u00e7\u00e3o e reclama\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/media-manager.noticiasaominuto.com\/1920\/naom_5f15596b9754d.webp\" \/><\/p>\n<p>                                                    Em audi\u00eancia na Comiss\u00e3o de Or\u00e7amento, Finan\u00e7as e Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica, no \u00e2mbito de um requerimento do PS sobre as intemp\u00e9ries associadas \u00e0s depress\u00f5es Kristin e Leonardo, Ana Cristina Tapadinhas esclareceu que os pedidos de informa\u00e7\u00e3o dos associados da Deco estavam relacionados \u00e0 extens\u00e3o das coberturas, franquias e limites indenizat\u00f3rios das ap\u00f3lices de seguro. J\u00e1 as reclama\u00e7\u00f5es diziam respeito \u00e0 morosidade nas vistorias e na entrega dos laudos periciais, bem como ao c\u00e1lculo das indeniza\u00e7\u00f5es e aos pagamentos. Apesar de reconhecer o esfor\u00e7o das seguradoras em dar uma resposta r\u00e1pida aos sinistros causados \u200b\u200bpelo mau tempo, a diretora-geral da Deco apontou que &#8220;ainda h\u00e1 muitos sinistros a serem tratados&#8221;, j\u00e1 que apenas 20 mil dos cerca de 115 mil sinistros causados \u200b\u200bpelo mau tempo est\u00e3o resolvidos ou em fase de resolu\u00e7\u00e3o. Na mesma audi\u00eancia parlamentar, a coordenadora do departamento jur\u00eddico e econ\u00f4mico da Deco, Ana Sofia Ferreira, disse que &#8220;o processo n\u00e3o est\u00e1 sendo isento de problemas&#8221;. Citou que, em alguns casos, a simplifica\u00e7\u00e3o e a celeridade nos processos de sinistro propostos pelas seguradoras pressup\u00f5e a aceita\u00e7\u00e3o de valores indenizat\u00f3rios inferiores ao previsto nos contratos de seguro. &#8220;Se discordasse dos valores, o cliente teria que entrar em um processo mais complexo e demorado&#8221;, completou. Segundo afirmou, &#8220;os crit\u00e9rios de simplifica\u00e7\u00e3o e celeridade precisam ser melhorados e devem ser iguais para todos&#8221;. As duas autoridades da Deco acrescentaram ainda que, mesmo quando as ap\u00f3lices t\u00eam coberturas de fen\u00f4menos clim\u00e1ticos extremos, os consumidores est\u00e3o sendo confrontados com exclus\u00f5es relativas a sinistros como quebra de pain\u00e9is solares, queda de muros, danos a jardins e abatimento de terrenos. &#8220;Eles est\u00e3o sendo confrontados com essas exclus\u00f5es quando pensavam que estavam protegidos&#8221;, explicou Ana Sofia Ferreira. As exclus\u00f5es em seguros s\u00e3o cl\u00e1usulas contratuais que definem situa\u00e7\u00f5es espec\u00edficas em que a seguradora n\u00e3o paga uma compensa\u00e7\u00e3o financeira. Questionada pelos deputados, a diretora-geral da Deco mostrou-se a favor da cria\u00e7\u00e3o de um fundo de garantia para riscos clim\u00e1ticos e s\u00edsmicos, algo que a associa\u00e7\u00e3o de consumidores defende desde 2010. Em sua opini\u00e3o, o fundo de cat\u00e1strofes deve seguir &#8220;um modelo de parceria p\u00fablico-privada assente numa mutualiza\u00e7\u00e3o do risco entre tomadores de seguros (particulares e empresas), seguradoras, resseguradoras e Estado&#8221;. Para ampliar a base de financiamento do fundo, Ana Cristina Tapadinhas sugeriu uma legisla\u00e7\u00e3o que tornasse obrigat\u00f3ria a cl\u00e1usula de fen\u00f4menos clim\u00e1ticos extremos nas ap\u00f3lices de multirriscos habitacionais e nas ap\u00f3lices de inc\u00eandio, que atualmente \u00e9 opcional. &#8220;O seguro multirrisco come\u00e7a a ser massificado, a cobertura para riscos de cat\u00e1strofes deveria ser obrigat\u00f3ria, mas s\u00f3 se os pre\u00e7os fossem comport\u00e1veis \u200b\u200bpara os consumidores&#8221;, esclareceu. &#8220;O pr\u00f3prio fundo deveria ter um mecanismo para apoiar os consumidores mais vulner\u00e1veis, que n\u00e3o poderiam pagar&#8221;, disse ainda. Em 06 de fevereiro, a Associa\u00e7\u00e3o Portuguesa de Seguradores (APS) anunciou que os l\u00edderes das empresas seguradoras que operam em Portugal entregaram uma declara\u00e7\u00e3o conjunta apelando ao poder pol\u00edtico para que a cria\u00e7\u00e3o de um mecanismo para responder a cat\u00e1strofes naturais &#8220;seja assumida como uma prioridade estrat\u00e9gica de interesse p\u00fablico&#8221;. Em causa, estavam declara\u00e7\u00f5es do ministro das Finan\u00e7as, Joaquim Miranda Sarmento, que em entrevista ao P\u00fablico e \u00e0 Renascen\u00e7a manifestou a vontade do Governo de criar um fundo de cat\u00e1strofes j\u00e1 este ano, em conjunto com o regulador dos seguros. Segundo o ministro, o fundo &#8220;ser\u00e1 capitalizado com o seguro dos im\u00f3veis e equipamentos e depois com o resseguro&#8221;. Dezoito pessoas morreram em Portugal na sequ\u00eancia da passagem das depress\u00f5es Kristin, Leonardo e Marta, que tamb\u00e9m causaram muitas centenas de feridos e desalojados. A destrui\u00e7\u00e3o total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de \u00e1rvores e estruturas, o fechamento de estradas, escolas e servi\u00e7os de transporte, e o corte de energia, \u00e1gua e comunica\u00e7\u00f5es, inunda\u00e7\u00f5es e enchentes s\u00e3o as principais consequ\u00eancias materiais do temporal. As regi\u00f5es Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas. Leia Tamb\u00e9m: Preju\u00edzos devido ao mau tempo no M\u00e9dio Tejo chegam a 185 milh\u00f5es de euros<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em audi\u00eancia na Comiss\u00e3o de Or\u00e7amento, Finan\u00e7as e Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica, no \u00e2mbito de um requerimento do PS sobre as intemp\u00e9ries associadas \u00e0s depress\u00f5es Kristin e Leonardo, Ana Cristina Tapadinhas esclareceu que os pedidos de informa\u00e7\u00e3o dos associados da Deco estavam relacionados \u00e0 extens\u00e3o das coberturas, franquias e limites indenizat\u00f3rios das ap\u00f3lices de seguro. 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