{"id":17266,"date":"2026-03-17T14:42:37","date_gmt":"2026-03-17T14:42:37","guid":{"rendered":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/ren-avisa-subida-dos-combustiveis-tera-impacto-nas-faturas-da-energiautm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/"},"modified":"2026-03-17T14:42:37","modified_gmt":"2026-03-17T14:42:37","slug":"ren-avisa-subida-dos-combustiveis-tera-impacto-nas-faturas-da-energiautm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/ren-avisa-subida-dos-combustiveis-tera-impacto-nas-faturas-da-energiautm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/","title":{"rendered":"REN avisa: Aumento dos combust\u00edveis ter\u00e1 impacto nas faturas"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/media-manager.noticiasaominuto.com\/1920\/naom_69b9639d767ce.webp\" \/><\/p>\n<p>                                                    A alta dos pre\u00e7os dos combust\u00edveis vai ter impacto nas contas de energia, alerta o CEO da REN, Rodrigo Costa. Ainda assim, o respons\u00e1vel considera que Portugal est\u00e1 hoje em melhores condi\u00e7\u00f5es para enfrentar choques energ\u00e9ticos. &#8220;Os pre\u00e7os dos combust\u00edveis j\u00e1 est\u00e3o sofrendo altera\u00e7\u00f5es e essas mudan\u00e7as sempre t\u00eam impactos nos pre\u00e7os finais do g\u00e1s natural e da eletricidade&#8221;, disse Rodrigo Costa, em declara\u00e7\u00f5es ao Jornal de Neg\u00f3cios. O CEO da REN acrescenta ainda que &#8220;haver\u00e1 certamente disrup\u00e7\u00f5es muito s\u00e9rias nas cadeias de abastecimento, com repercuss\u00f5es gerais em todos os setores&#8221;. Ainda assim, Rodrigo Costa considera que, apesar da volatilidade nos mercados internacionais de energia, Portugal est\u00e1 hoje em melhores condi\u00e7\u00f5es para enfrentar choques energ\u00e9ticos do que durante a crise desencadeada pela guerra na Ucr\u00e2nia: &#8220;O sistema energ\u00e9tico portugu\u00eas \u00e9 robusto tanto quanto poss\u00edvel e est\u00e1 mais bem preparado que em 2022&#8221;, disse. Costa promete apoio da UE \u00e0 energia em &#8220;momento dram\u00e1tico e desafiante&#8221; De sublinhar que o presidente do Conselho Europeu confia que os l\u00edderes da Uni\u00e3o Europeia (UE), reunidos no final da semana, v\u00e3o aprovar medidas de apoio face aos elevados pre\u00e7os da energia, considerando que esta crise surge num &#8220;momento dram\u00e1tico e desafiante&#8221;. &#8220;Esta crise representa um momento dram\u00e1tico e desafiador para a ordem internacional baseada em regras e, evidentemente, tem um enorme impacto nos custos da energia. Por isso, apelamos \u00e0 Comiss\u00e3o Europeia para que apresente um conjunto de medidas tempor\u00e1rias e espec\u00edficas destinadas a fazer face a este aumento dos custos da energia&#8221;, afirmou Ant\u00f3nio Costa. Em entrevista \u00e0 Lusa e a outras ag\u00eancias de not\u00edcias no \u00e2mbito do projeto Reda\u00e7\u00e3o Europeia (European Newsroom) \u00e0s v\u00e9speras de uma c\u00fapula europeia marcada para quinta e sexta-feira sobre competitividade econ\u00f4mica, inclusive na energia, o presidente do Conselho Europeu ressaltou: &#8220;Sem d\u00favida, temos que tomar decis\u00f5es. \u00c9 por isso que precisamos nos reunir (pois) \u00e9 na reuni\u00e3o que vamos tomar decis\u00f5es&#8221;. O encontro europeu de alto n\u00edvel ocorre cerca de tr\u00eas semanas ap\u00f3s o in\u00edcio da ofensiva militar realizada por Israel e os Estados Unidos contra o Ir\u00e3 e consequente resposta iraniana. &#8220;Essa situa\u00e7\u00e3o nos lembra que estamos no caminho certo ao investir na transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica porque n\u00e3o podemos depender da energia importada e precisamos desenvolver energia produzida internamente, seja a partir de fontes renov\u00e1veis \u200b\u200bou nucleares, mas precisamos ser independentes e fortalecer nossa autonomia estrat\u00e9gica&#8221;, acrescentou. Segundo o ex-primeiro-ministro portugu\u00eas, antes mesmo da atual crise energ\u00e9tica causada pela situa\u00e7\u00e3o no Oriente M\u00e9dio, o Conselho Europeu j\u00e1 havia &#8220;identificado que \u00e9 preciso reduzir o custo da energia&#8221; na UE. &#8220;A melhor maneira de fazer isso \u00e9 investir cada vez mais em energia produzida internamente. Quando voc\u00ea olha para o mapa de custos de energia na Europa, fica claro que as regi\u00f5es com pre\u00e7os mais baixos s\u00e3o aquelas onde a energia produzida internamente \u00e9 mais intensa, a Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica e os pa\u00edses n\u00f3rdicos&#8221;, exemplificou. Al\u00e9m disso, a longo prazo, ser\u00e1 preciso &#8220;analisar os diferentes componentes dos custos de energia e tentar resolver essa quest\u00e3o&#8221;, concluiu Antonio Costa. O que est\u00e1 na mesa? As declara\u00e7\u00f5es do l\u00edder europeu v\u00eam em um momento em que os pre\u00e7os da energia (g\u00e1s e luz) sobem acentuadamente no espa\u00e7o comunit\u00e1rio. Entre as op\u00e7\u00f5es em discuss\u00e3o na UE est\u00e3o a possibilidade de limitar temporariamente o pre\u00e7o do g\u00e1s, reduzir impostos e encargos nas contas de energia e permitir apoio estatal a empresas e setores industriais mais afetados pelos altos custos de energia. Bruxelas tamb\u00e9m avalia quaisquer ajustes no mercado europeu de carbono e o uso de reservas estrat\u00e9gicas de energia para ajudar a estabilizar os pre\u00e7os. Ao mesmo tempo, a Comiss\u00e3o Europeia defende medidas de prote\u00e7\u00e3o aos consumidores e insiste que a resposta estrutural \u00e9 acelerar o investimento em energias renov\u00e1veis, redes el\u00e9tricas e efici\u00eancia energ\u00e9tica, mantendo o atual modelo do mercado europeu de eletricidade. Estados Unidos e Israel t\u00eam em curso desde 28 de fevereiro uma ofensiva militar em grande escala contra o Ir\u00e3. Leia Tamb\u00e9m: &#8220;No futuro, teremos que dialogar com a R\u00fassia. N\u00e3o sobre energia, mas&#8230;&#8221;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A alta dos pre\u00e7os dos combust\u00edveis vai ter impacto nas contas de energia, alerta o CEO da REN, Rodrigo Costa. 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