{"id":18240,"date":"2026-03-26T09:14:02","date_gmt":"2026-03-26T09:14:02","guid":{"rendered":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/novo-recorde-cabaz-alimentar-nunca-tinha-estado-tao-caro-veja-o-precoutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/"},"modified":"2026-03-26T09:14:02","modified_gmt":"2026-03-26T09:14:02","slug":"novo-recorde-cabaz-alimentar-nunca-tinha-estado-tao-caro-veja-o-precoutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/novo-recorde-cabaz-alimentar-nunca-tinha-estado-tao-caro-veja-o-precoutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/","title":{"rendered":"Novo recorde. Cabaz alimentar &#8220;nunca tinha estado t\u00e3o caro&#8221;,"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/media-manager.noticiasaominuto.com\/1920\/naom_69c4f7123ad28.webp\" \/><\/p>\n<p>                                                    Mais uma semana, mais um recorde: a cesta b\u00e1sica monitorada semanalmente pela DECO PROteste voltou a atingir um novo recorde na \u00faltima semana, segundo dados divulgados pela organiza\u00e7\u00e3o nesta quinta-feira. Custa agora 254,40 euros. &#8220;A cesta de 63 alimentos monitorada pela DECO PROteste desde janeiro de 2022 tamb\u00e9m nunca tinha ficado t\u00e3o cara e continua batendo recordes de pre\u00e7o toda semana&#8221;, explica a organiza\u00e7\u00e3o de defesa do consumidor. Na \u00faltima semana, cabe destacar, &#8220;apesar de ter registrado uma alta de apenas 8 centavos (0,03%), voltou a atingir um novo recorde: 254,40 euros&#8221;. &#8220;Desde o in\u00edcio do ano, a alta j\u00e1 foi de 12,57 euros (mais 5,2 por cento). Em 5 de janeiro de 2022, para comprar exatamente os mesmos produtos, os consumidores gastavam menos 66,70 euros (menos 35,53 por cento)&#8221;, pode ler-se no site da organiza\u00e7\u00e3o. Peixes e hortifrutigranjeiros se destacam A DECO PROteste explica que os &#8220;pre\u00e7os do peixe e dos hortifrutigranjeiros foram os que mais aumentaram nos tr\u00eas primeiros meses do ano&#8221;, sendo que, &#8220;no peixe, entre 7 de janeiro e 25 de mar\u00e7o, a alta foi de 7,68 por cento&#8221; e &#8220;nas frutas e verduras j\u00e1 chegou a 6,43 por cento&#8221;. &#8220;Uma cesta com um quilo de 13 frutas e legumes, como laranja, ma\u00e7\u00e3 gala, banana, tomate, couve-flor ou alface, custava R$ 28,51 na primeira semana do ano. Agora, custa R$ 30,34. J\u00e1 uma cesta com um quilo de oito variedades de peixes \u2014 bacalhau grande, dourada, salm\u00e3o, pescada fresca, carapau, peixe-espada-preto, robalo e perca \u2014 passou de R$ 84,43 para R$ 90,91 euros em apenas tr\u00eas meses&#8221;, contabiliza a organiza\u00e7\u00e3o. Quais produtos aumentaram mais? Na \u00faltima semana, entre 18 e 25 de mar\u00e7o, os produtos cujo pre\u00e7o mais aumentou percentualmente foram abobrinha (mais 17%), o tomate (mais 15%) e a cebola (mais 10 por cento). &#8220;Por outro lado, se compararmos os pre\u00e7os atuais com os da primeira semana do ano, em 7 de janeiro de 2026, a maior alta percentual de pre\u00e7o foi vista em produtos como abobrinha (mais 46%) a dourada (mais 28%) e a couve-cora\u00e7\u00e3o (mais 27 por cento)&#8221;, explica a organiza\u00e7\u00e3o. Agora, &#8220;desde 5 de janeiro de 2022, quando a DECO PROteste iniciou o monitoramento do pre\u00e7o dessa cesta, os maiores aumentos percentuais foram os da carne bovina para cozinhar (mais 122%), da couve-cora\u00e7\u00e3o (mais 88%) e dos ovos (mais 84 por cento)&#8221;. Aumento pode n\u00e3o parar por a\u00ed&#8230; &#8220;Com o conflito no Oriente M\u00e9dio, \u00e9 poss\u00edvel que os pre\u00e7os dos alimentos possam subir ainda mais nos pr\u00f3ximos meses. Essa guerra j\u00e1 causou aumentos nos pre\u00e7os dos combust\u00edveis e da energia, e os impactos podem come\u00e7ar a ser sentidos nas cadeias de suprimentos, assim como aconteceu com a crise energ\u00e9tica causada pelo in\u00edcio da guerra na Ucr\u00e2nia&#8221;, alerta a DECO PROteste. Mais: &#8220;Ao impacto das altas de pre\u00e7os nos combust\u00edveis poder\u00e3o ainda somar-se os preju\u00edzos causados pelas tempestades de janeiro e fevereiro no Pa\u00eds, cujos efeitos podem ainda n\u00e3o estar integralmente refletidos nos pre\u00e7os ao consumidor, assim como uma alta nos pre\u00e7os dos fertilizantes usados na agricultura. Alguns dos maiores produtores de fertilizantes agr\u00edcolas, e de mat\u00e9rias-primas para fertilizantes, est\u00e3o localizados no Oriente M\u00e9dio. Com grande parte destas mercadorias expedida por via mar\u00edtima atrav\u00e9s do estreito de Ormuz, se o conflito na regi\u00e3o se prolongar, os pre\u00e7os destes produtos podem vir a aumentar significativamente, o que resultar\u00e1 em alimentos mais caros&#8221;, explica a organiza\u00e7\u00e3o. Vale lembrar que, &#8220;nos \u00faltimos quatro anos, a DECO PROteste tem acompanhado a evolu\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os dos alimentos essenciais, analisando, todas as quartas-feiras, o custo total de uma cesta, com base nos pre\u00e7os coletados no dia anterior nos principais supermercados com loja online&#8221;. &#8220;Come\u00e7a-se calculando o pre\u00e7o m\u00e9dio por produto em todas as lojas online do simulador, em que ele est\u00e1 dispon\u00edvel. Depois, somando o pre\u00e7o m\u00e9dio de todos os produtos, obt\u00e9m-se o custo da cesta para um determinado dia&#8221;, explica. Leia Tamb\u00e9m: Quem tem direito aos R$ 25? Governo explica regras do &#8220;Botija Solid\u00e1ria&#8221;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mais uma semana, mais um recorde: a cesta b\u00e1sica monitorada semanalmente pela DECO PROteste voltou a atingir um novo recorde na \u00faltima semana, segundo dados divulgados pela organiza\u00e7\u00e3o nesta quinta-feira. 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