{"id":18577,"date":"2026-03-30T14:14:59","date_gmt":"2026-03-30T14:14:59","guid":{"rendered":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/guerra-estamos-em-posicao-bastante-favoravel-para-acomodar-e-responderutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/"},"modified":"2026-03-30T14:14:59","modified_gmt":"2026-03-30T14:14:59","slug":"guerra-estamos-em-posicao-bastante-favoravel-para-acomodar-e-responderutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/guerra-estamos-em-posicao-bastante-favoravel-para-acomodar-e-responderutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/","title":{"rendered":"Crises? &#8220;Estamos em posi\u00e7\u00e3o bastante favor\u00e1vel para acomodar"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/media-manager.noticiasaominuto.com\/1920\/naom_6716ae397b24f.webp\" \/><\/p>\n<p>                                                    O ministro das Finan\u00e7as, Joaquim Miranda Sarmento, disse nesta segunda-feira que Portugal est\u00e1 em uma posi\u00e7\u00e3o &#8220;bastante confort\u00e1vel&#8221; para acomodar e responder aos efeitos da crise gerada pelo conflito no Oriente M\u00e9dio, justificando com os resultados das contas p\u00fablicas de 2025. &#8220;Tivemos um super\u00e1vit or\u00e7ament\u00e1rio de 0,7% do PIB em 2025. Nossas previs\u00f5es or\u00e7ament\u00e1rias s\u00e3o bastante positivas para este ano e para o pr\u00f3ximo, por isso estamos em uma posi\u00e7\u00e3o bastante favor\u00e1vel para acomodar e responder aos impactos dessas v\u00e1rias crises&#8221;, disse Miranda Sarmento em entrevista \u00e0 Bloomberg. O ministro das Finan\u00e7as explicou que at\u00e9 a guerra no Oriente M\u00e9dio come\u00e7ar, as &#8220;perspectivas de crescimento da economia portuguesa e da economia europeia como um todo eram bastante positivas&#8221;, mas reconhece que, &#8220;no caso de Portugal, tivemos v\u00e1rias tempestades e inunda\u00e7\u00f5es que afetaram partes do nosso territ\u00f3rio, com impactos econ\u00f4micos e or\u00e7ament\u00e1rios significativos, e agora temos essa situa\u00e7\u00e3o no Ir\u00e3&#8221;. &#8220;Naturalmente, tudo depender\u00e1, em grande parte, da dura\u00e7\u00e3o, dimens\u00e3o e impacto do conflito. Se o conflito se prolongar por um per\u00edodo significativo e afetar o fornecimento de petr\u00f3leo e g\u00e1s, muito provavelmente teremos um impacto relevante no crescimento da economia mundial e da economia europeia, e, naturalmente, a economia portuguesa ser\u00e1 afetada&#8221;, admitiu ainda o governante. Super\u00e1vit de 2025 d\u00e1 &#8220;margem&#8221; para resposta Vale lembrar que, na semana passada, o ministro da Fazenda afirmou que o super\u00e1vit de 0,7% do PIB de 2025 d\u00e1 margem ao Estado para atuar na resposta \u00e0s crises das tempestades e do Ir\u00e3, mas ressaltou que o governo manter\u00e1 a estrat\u00e9gia fiscal. &#8220;O resultado de 2025 \u00e9 muito importante&#8221;, porque &#8220;refor\u00e7a a posi\u00e7\u00e3o e a avalia\u00e7\u00e3o externa de Portugal&#8221; e &#8220;permite ao Estado ter margem para atuar na resposta \u00e0s crises das tempestades e agora do Ir\u00e3o&#8221;, disse, numa confer\u00eancia de imprensa no Minist\u00e9rio das Finan\u00e7as, em Lisboa. Joaquim Miranda Sarmento reagia \u00e0 divulga\u00e7\u00e3o, feita pelo Instituto Nacional de Estat\u00edstica (INE), de que Portugal terminou o ano de 2025 com um excedente or\u00e7amental de 2.058,6 milh\u00f5es de euros, o equivalente a 0,7% do Produto Interno Bruto (PIB), superior \u00e0 previs\u00e3o de 0,3% do Governo. O ministro ressaltou que o resultado melhora o ponto de partida, mas que &#8220;n\u00e3o tem transposi\u00e7\u00e3o direta para 2026&#8221; e ressaltou que &#8220;o ano de 2026 j\u00e1 era muito exigente do ponto de vista or\u00e7ament\u00e1rio, dado o alto volume de empr\u00e9stimos do PRR&#8221;. &#8220;Esses resultados s\u00e3o uma grande vit\u00f3ria de Portugal&#8221;, disse, dizendo que permitem se afirmar &#8220;no plano internacional como um pa\u00eds de contas equilibradas, previs\u00edveis e com super\u00e1vits or\u00e7ament\u00e1rios&#8221;. Sarmento lembrou que o governo, &#8220;contra narrativas pessimistas&#8221;, sempre afirmou que haveria super\u00e1vit em 2025 e que &#8220;o &#8216;super\u00e1vit&#8217; seria robusto&#8221;, tendo sempre dito isso &#8220;mesmo contra aqueles que fizeram de tudo para criar uma narrativa de que este governo estava apenas consumindo a margem fiscal&#8221;. &#8220;Que a redu\u00e7\u00e3o de impostos, a valoriza\u00e7\u00e3o das carreiras no servi\u00e7o p\u00fablico e o refor\u00e7o de benef\u00edcios sociais colocariam as contas p\u00fablicas em risco. Essa tese foi amplificada por proje\u00e7\u00f5es que apontavam saldos pr\u00f3ximos de zero ou mesmo negativos&#8221;, afirmou, sem identificar a quem se dirigia. Miranda Sarmento ressaltou que foi poss\u00edvel manter um super\u00e1vit tendo reduzido impostos, valorizado carreiras na administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica, aumentado aposentadorias, benef\u00edcios sociais e acelerado o investimento p\u00fablico, e lembrou que, no debate pol\u00edtico e p\u00fablico, ouviu-se de forma repetida que o executivo &#8220;estaria esgotando a margem or\u00e7ament\u00e1ria&#8221;. Leia Tamb\u00e9m: Super\u00e1vit or\u00e7ament\u00e1rio? &#8220;Valeu a pena termos sido formigas e n\u00e3o cigarras&#8221;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O ministro das Finan\u00e7as, Joaquim Miranda Sarmento, disse nesta segunda-feira que Portugal est\u00e1 em uma posi\u00e7\u00e3o &#8220;bastante confort\u00e1vel&#8221; para acomodar e responder aos efeitos da crise gerada pelo conflito no Oriente M\u00e9dio, justificando com os resultados das contas p\u00fablicas de 2025. &#8220;Tivemos um super\u00e1vit or\u00e7ament\u00e1rio de 0,7% do PIB em 2025. 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