{"id":18917,"date":"2026-04-02T11:56:55","date_gmt":"2026-04-02T11:56:55","guid":{"rendered":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/empresarios-alertam-para-impacto-dos-combustiveis-no-interiorutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/"},"modified":"2026-04-02T11:56:55","modified_gmt":"2026-04-02T11:56:55","slug":"empresarios-alertam-para-impacto-dos-combustiveis-no-interiorutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/empresarios-alertam-para-impacto-dos-combustiveis-no-interiorutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/","title":{"rendered":"Empres\u00e1rios alertam para impacto dos combust\u00edveis no"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/media-manager.noticiasaominuto.com\/1920\/naom_69b94b73d0fb6.webp\" \/><\/p>\n<p>                                                    &#8220;Estamos diante de uma situa\u00e7\u00e3o insustent\u00e1vel. O impacto dos aumentos (dos pre\u00e7os dos combust\u00edveis) \u00e9 sentido em toda a economia, mas \u00e9 particularmente grave nos territ\u00f3rios do Interior, onde n\u00e3o h\u00e1 alternativas reais de mobilidade e onde empresas e fam\u00edlias dependem diariamente do carro para trabalhar, produzir e viver&#8221;, defendeu o CERC. Em nota enviada hoje \u00e0 ag\u00eancia Lusa, aquela entidade afirmou que &#8220;a economia n\u00e3o aguenta mais&#8221; e garantiu que &#8220;as empresas est\u00e3o sendo empurradas para o limite e muitas j\u00e1 operam em condi\u00e7\u00f5es extremamente dif\u00edceis&#8221;. &#8220;As fam\u00edlias, por sua vez, veem sua renda cada vez mais comprimida&#8221;, acrescentou. Entre os efeitos j\u00e1 sentidos ap\u00f3s a alta dos pre\u00e7os, aquela organiza\u00e7\u00e3o destacou os custos de opera\u00e7\u00e3o das empresas aumentando de forma abrupta, as margens de lucro cada vez menores ou inexistentes, fam\u00edlias com menor capacidade financeira e a queda no consumo e desacelera\u00e7\u00e3o da atividade econ\u00f4mica. Nesse contexto, o CERC apelou ao Governo &#8220;para uma interven\u00e7\u00e3o imediata e eficaz, com medidas concretas que travem esse agravamento&#8221;. A redu\u00e7\u00e3o urgente da carga tribut\u00e1ria sobre os combust\u00edveis (n\u00e3o apenas do Imposto sobre Produtos Petrol\u00edferos e Energ\u00e9ticos, mas tamb\u00e9m do IVA), a cria\u00e7\u00e3o de mecanismos de apoio direto \u00e0s empresas mais afetadas, bem como a\u00e7\u00f5es extraordin\u00e1rias para mitigar o impacto nos territ\u00f3rios, s\u00e3o as medidas propostas. Ao mesmo tempo, o CERC tamb\u00e9m deixou um apelo ao governo local, &#8220;para que, dentro de suas compet\u00eancias, atue de forma r\u00e1pida e determinada, criando medidas de apoio e al\u00edvio de custos para empresas e fam\u00edlias&#8221;. O CERC representa 13 associa\u00e7\u00f5es empresariais dos 19 munic\u00edpios da Regi\u00e3o de Coimbra. Leia Tamb\u00e9m: BC prev\u00ea infla\u00e7\u00e3o de 3,1% no segundo trimestre<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;Estamos diante de uma situa\u00e7\u00e3o insustent\u00e1vel. O impacto dos aumentos (dos pre\u00e7os dos combust\u00edveis) \u00e9 sentido em toda a economia, mas \u00e9 particularmente grave nos territ\u00f3rios do Interior, onde n\u00e3o h\u00e1 alternativas reais de mobilidade e onde empresas e fam\u00edlias dependem diariamente do carro para trabalhar, produzir e viver&#8221;, defendeu o CERC. 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