{"id":20209,"date":"2026-04-17T08:56:16","date_gmt":"2026-04-17T08:56:16","guid":{"rendered":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/exportacao-de-caju-mocambicano-dispara-para-mais-de-100-milhoes-em-2025utm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/"},"modified":"2026-04-17T08:56:16","modified_gmt":"2026-04-17T08:56:16","slug":"exportacao-de-caju-mocambicano-dispara-para-mais-de-100-milhoes-em-2025utm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/exportacao-de-caju-mocambicano-dispara-para-mais-de-100-milhoes-em-2025utm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/","title":{"rendered":"Exporta\u00e7\u00e3o de caju mo\u00e7ambicano dispara para mais de 100"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/media-manager.noticiasaominuto.com\/640\/14361558.webp\" \/><\/p>\n<p>                                                    De acordo com os dados da execu\u00e7\u00e3o de 2025, essa exporta\u00e7\u00e3o praticamente triplicou em um ano, ante 44,1 milh\u00f5es de d\u00f3lares (37,4 milh\u00f5es de euros) em 2024, tendo como destino, essencialmente, o Vietn\u00e3 e a \u00cdndia. O volume exportado por Mo\u00e7ambique tamb\u00e9m cresceu, passando de 48.403 toneladas em 2024 para 93.247 toneladas no ano passado, segundo os mesmos dados. A exporta\u00e7\u00e3o de macad\u00e2mia por Mo\u00e7ambique est\u00e1 igualmente a crescer, passando de 30,2 milh\u00f5es de d\u00f3lares (25,6 milh\u00f5es de euros) em 2024 para 39,9 milh\u00f5es de d\u00f3lares (33,9 milh\u00f5es de euros) em 2025. Mo\u00e7ambique prev\u00ea investir 374 milh\u00f5es de d\u00f3lares (317 milh\u00f5es de euros) para desenvolver o setor do caju e elevar a produ\u00e7\u00e3o anual das atuais 158 mil toneladas anuais para 689 mil at\u00e9 2034, anunciou em outubro o Governo. Segundo informa\u00e7\u00f5es do Minist\u00e9rio da Agricultura, Meio Ambiente e Pesca mo\u00e7ambicano, o objetivo do programa, a ser executado em todo o pa\u00eds, &#8220;\u00e9 promover o desenvolvimento sustent\u00e1vel e competitivo da cadeia de valor do caju, fortalecendo a pesquisa, fomento, extens\u00e3o, comercializa\u00e7\u00e3o e processamento&#8221;, contribuindo &#8220;para o aumento da produ\u00e7\u00e3o e renda dos produtores e gerar oportunidades de emprego&#8221;. &#8220;A castanha de caju \u00e9 um produto de coes\u00e3o social e promo\u00e7\u00e3o da seguran\u00e7a alimentar e nutricional, encorajamos que seja introduzida em programas de alimenta\u00e7\u00e3o escolar e em receitas em nossos restaurantes&#8221;, disse o ministro Roberto Albino, citado na mesma informa\u00e7\u00e3o. O Programa de Desenvolvimento da Cadeia Produtiva do Caju 2025&#8211;2034 inclui a reforma dos mecanismos de implementa\u00e7\u00e3o em prol do fortalecimento da ind\u00fastria e al\u00e9m de incrementar os n\u00edveis de produ\u00e7\u00e3o, segundo o minist\u00e9rio, tamb\u00e9m prev\u00ea o aumento da &#8220;capacidade de assist\u00eancia de 230 mil para mais de 600 mil produtores, de processamento de 40 mil para mais de 482 mil toneladas e consolidar o processo de digitaliza\u00e7\u00e3o do setor&#8221;. O programa foi formalmente iniciado em outubro, com o ministro da tutela, Roberto Albino, ressaltando que o Estado deve se concentrar na cria\u00e7\u00e3o de um ambiente favor\u00e1vel aos neg\u00f3cios, por meio de pol\u00edticas que impulsionem o r\u00e1pido desenvolvimento empresarial: &#8220;Os atores da cadeia de valor das am\u00eandoas devem dizer o que querem que o Governo fa\u00e7a, para que o ambiente de neg\u00f3cios possa fluir de modo a gerar riqueza para o pa\u00eds&#8221;. Ele acrescentou o objetivo de fomentar alian\u00e7as entre os atores, beneficiando tanto produtores quanto industriais e exportadores, contribuindo para o desenvolvimento do pa\u00eds. &#8220;Pretendemos fazer a ind\u00fastria do caju funcionar sem grandes interven\u00e7\u00f5es do Estado&#8221;, completou. A execu\u00e7\u00e3o desse programa implica igualmente, para aumentar os rendimentos da castanha de caju, encarar toda a cadeia como um neg\u00f3cio. Dados oficiais anteriores indicavam que a comercializa\u00e7\u00e3o de castanha de caju em Mo\u00e7ambique atingiu na \u00faltima campanha de 2024\/2025 cerca de 195.400 toneladas, sendo um marco hist\u00f3rico mais pr\u00f3ximo do recorde dos anos 1970, quando o pa\u00eds foi um dos maiores produtores mundiais. Segundo informa\u00e7\u00f5es do Minist\u00e9rio da Agricultura, a produ\u00e7\u00e3o de castanha de caju em Mo\u00e7ambique atingiu h\u00e1 50 anos, ainda no per\u00edodo colonial, mais de 200 mil toneladas anuais e, at\u00e9 meados da d\u00e9cada de 1970, Mo\u00e7ambique era o segundo maior produtor mundial de caju (210 mil toneladas processadas em 1973), atr\u00e1s apenas da \u00cdndia, que comprava na \u00e9poca, e ainda hoje, grande parte dessa produ\u00e7\u00e3o. Ap\u00f3s a independ\u00eancia de Mo\u00e7ambique, em 25 de junho de 1975, a produ\u00e7\u00e3o caiu para menos de 10%, para cerca de 15 a 20 mil toneladas anuais, mas vem crescendo anualmente e na \u00faltima campanha de 2024\/2025 destacou-se entre os maiores produtores, mantendo-se em s\u00e9timo lugar. Leia Tamb\u00e9m: Unicef \u200b\u200balerta para m\u00faltiplos desafios no apoio p\u00f3s-cheias em Mo\u00e7ambique<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De acordo com os dados da execu\u00e7\u00e3o de 2025, essa exporta\u00e7\u00e3o praticamente triplicou em um ano, ante 44,1 milh\u00f5es de d\u00f3lares (37,4 milh\u00f5es de euros) em 2024, tendo como destino, essencialmente, o Vietn\u00e3 e a \u00cdndia. 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