{"id":22551,"date":"2026-05-17T16:32:17","date_gmt":"2026-05-17T16:32:17","guid":{"rendered":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/provar-desafia-partidos-a-harmonizar-iva-entre-hotelaria-e-restauracaoutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/"},"modified":"2026-05-17T16:32:17","modified_gmt":"2026-05-17T16:32:17","slug":"provar-desafia-partidos-a-harmonizar-iva-entre-hotelaria-e-restauracaoutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/provar-desafia-partidos-a-harmonizar-iva-entre-hotelaria-e-restauracaoutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/","title":{"rendered":"PRO.VAR desafia partidos a harmonizar IVA entre hotelaria e"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/media-manager.noticiasaominuto.com\/640\/naom_657c94683f6b2.webp\" \/><\/p>\n<p>                                                    Na quarta-feira, em audi\u00eancia no parlamento sobre as regras fiscais europeias, o ministro das Finan\u00e7as disse que a redu\u00e7\u00e3o do IVA na restaura\u00e7\u00e3o, decidida em 2016, foi um &#8220;erro crasso&#8221;, considerando-a uma medida &#8220;altamente populista&#8221;. Em comunicado emitido hoje, a associa\u00e7\u00e3o considera &#8220;profundamente preocupante e incompreens\u00edvel&#8221; a forma como o debate sobre o IVA da restaura\u00e7\u00e3o est\u00e1 novamente sendo conduzido em Portugal. Segundo a PRO.VAR, as recentes declara\u00e7\u00f5es pol\u00edticas e recomenda\u00e7\u00f5es p\u00fablicas que colocam em causa a manuten\u00e7\u00e3o da taxa interm\u00e9dia do IVA na restaura\u00e7\u00e3o ignoram &#8220;n\u00e3o apenas a realidade dram\u00e1tica que o setor atravessa, mas tamb\u00e9m as conclus\u00f5es j\u00e1 reconhecidas pelo pr\u00f3prio Estado portugu\u00eas&#8221;. A associa\u00e7\u00e3o lembra que o Relat\u00f3rio Interministerial de 2013 sobre o impacto da alta do ICMS na restaura\u00e7\u00e3o concluiu que a medida teve efeitos &#8220;profundamente negativos&#8221; no setor e na economia nacional, revelando-se &#8220;contraproducente&#8221;, ao provocar fechamentos de empresas, destrui\u00e7\u00e3o de empregos, perda de competitividade e consequ\u00eancias econ\u00f4micas superiores \u00e0 vis\u00e3o de arrecada\u00e7\u00e3o imediata de receitas tribut\u00e1rias. A PRO.VAR sustenta que a restaura\u00e7\u00e3o atravessa atualmente &#8220;uma das fases mais dif\u00edceis das \u00faltimas d\u00e9cadas&#8221;, apontando custos energ\u00e9ticos elevados, infla\u00e7\u00e3o acumulada nas mat\u00e9rias-primas, forte press\u00e3o salarial, aumento das rendas, quebras de rentabilidade e crescente fecho de restaurantes tradicionais em todo o pa\u00eds. A esses fatores se somam, segundo a associa\u00e7\u00e3o, os efeitos da pandemia, que &#8220;continuam longe de serem totalmente superados&#8221;, mantendo muitas empresas enfraquecidas, endividadas e ainda arcando com perdas acumuladas durante os per\u00edodos de fechamento e restri\u00e7\u00f5es. &#8220;Diante desse cen\u00e1rio, insistir em um discurso de agravamento fiscal ou questionar a legitimidade da redu\u00e7\u00e3o do IVA representa uma vis\u00e3o profundamente desajustada da realidade econ\u00f4mica e social do pa\u00eds&#8221;, defende. No comunicado, a PRO.VAR aponta uma &#8220;contradi\u00e7\u00e3o ainda mais grave e dif\u00edcil de entender&#8221;, afirmando que Portugal mant\u00e9m atualmente &#8220;um dos menores IVA da Europa na hotelaria e um dos mais altos na restaura\u00e7\u00e3o&#8221;. &#8220;Estamos diante de uma situa\u00e7\u00e3o antag\u00f4nica, profundamente contradit\u00f3ria e sem coer\u00eancia econ\u00f4mica&#8221;, sustenta. A associa\u00e7\u00e3o questiona que, &#8220;se o argumento usado para atacar a redu\u00e7\u00e3o do IVA da restaura\u00e7\u00e3o \u00e9 o do &#8216;custo fiscal&#8217; para o Estado&#8221;, o mesmo princ\u00edpio n\u00e3o seja aplicado \u00e0 hotelaria. Para a PRO.VAR, &#8220;a dualidade de crit\u00e9rios \u00e9 evidente&#8221;, considerando que se protege fiscalmente &#8220;o setor mais forte e capitalizado do turismo&#8221;, enquanto se continua a penalizar aquele que &#8220;mais pequenas empresas integra, mais emprego gera e mais diretamente preserva a identidade cultural e gastron\u00f3mica portuguesa&#8221;. A associa\u00e7\u00e3o defende, por isso, &#8220;uma verdadeira harmoniza\u00e7\u00e3o fiscal entre hotelaria e restaura\u00e7\u00e3o&#8221;, aproximando Portugal da realidade praticada na maioria dos pa\u00edses europeus. &#8220;A redu\u00e7\u00e3o do IVA da restaura\u00e7\u00e3o n\u00e3o deve ser vista como um privil\u00e9gio fiscal, mas sim como uma medida estrat\u00e9gica de equil\u00edbrio econ\u00f4mico, competitividade, combate \u00e0 informalidade, preserva\u00e7\u00e3o do emprego e valoriza\u00e7\u00e3o da gastronomia tradicional portuguesa&#8221;, afirma. Leia Tamb\u00e9m: Restaura\u00e7\u00e3o manifesta &#8220;estupefa\u00e7\u00e3o&#8221; com declara\u00e7\u00f5es de ministro sobre ICMS<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na quarta-feira, em audi\u00eancia no parlamento sobre as regras fiscais europeias, o ministro das Finan\u00e7as disse que a redu\u00e7\u00e3o do IVA na restaura\u00e7\u00e3o, decidida em 2016, foi um &#8220;erro crasso&#8221;, considerando-a uma medida &#8220;altamente populista&#8221;. 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