{"id":22981,"date":"2026-05-20T20:07:13","date_gmt":"2026-05-20T20:07:13","guid":{"rendered":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/hoje-dizemos-que-temos-5g-em-portugal-nao-o-temos-temos-so-30utm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/"},"modified":"2026-05-20T20:07:13","modified_gmt":"2026-05-20T20:07:13","slug":"hoje-dizemos-que-temos-5g-em-portugal-nao-o-temos-temos-so-30utm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/hoje-dizemos-que-temos-5g-em-portugal-nao-o-temos-temos-so-30utm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/","title":{"rendered":"&#8220;Hoje dizemos que temos 5G em Portugal, n\u00e3o o temos. Temos"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/media-manager.noticiasaominuto.com\/640\/naom_6165e27aa1c27.webp\" \/><\/p>\n<p>                                                    Miguel Pinto Luz falava no encerramento da apresenta\u00e7\u00e3o do Centro de Excel\u00eancia para Inova\u00e7\u00e3o da Mastercard, em Lisboa, onde elencou o que est\u00e1 sendo feito em Portugal, os investimentos e a legisla\u00e7\u00e3o que est\u00e1 sendo desenhada. No 5G SA, &#8216;aut\u00f4nomo&#8217;, o ministro defendeu &#8220;o &#8216;deployment&#8217; (implanta\u00e7\u00e3o) completo&#8221;. &#8220;Hoje dizemos que temos 5G em Portugal, n\u00e3o temos&#8221;, ressaltou o governante. &#8220;Temos s\u00f3 30% da nossa infraestrutura em 5G, portanto, a obrigatoriedade dos nossos operadores de telecomunica\u00e7\u00f5es garantirem a conclus\u00e3o de todo o &#8216;deployment&#8217; de 5G, essencial para redes fechadas de 5G, para &#8216;use cases&#8217; ligados \u00e0 ind\u00fastria, \u00e0 sa\u00fade&#8221; ou meios de pagamentos, apontou o ministro. Em seu discurso, o ministro tamb\u00e9m defendeu como &#8220;essencial&#8221; dar previsibilidade a quem investe em Portugal, como \u00e9 o caso da Mastercard, por exemplo. &#8220;Eu tenho cruzado ao longo da minha vida, muitas vezes com a Mastercard, do ponto de vista da usabilidade pessoal, naturalmente, mas muito, muito designadamente na \u00e1rea da mobilidade, por exemplo, e naquilo a que n\u00f3s chamamos de Smart Cities&#8221;, apontou, referindo que a empresa teve a &#8220;arte e o engenho de perceber muito antes do tempo&#8221; e liderar &#8220;esta agenda da inova\u00e7\u00e3o nas cidades, na inova\u00e7\u00e3o da intera\u00e7\u00e3o do cidad\u00e3o com a Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica, com os servi\u00e7os, uma vis\u00e3o integrada de Mobility as a Service&#8221;. Miguel Pinto Luz ressaltou que a Mastercard escolheu Portugal por um conjunto de motivos onde se inclui o talento, conhecimento e capacidade de atra\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio e por ter prefeitos como Carlos Moedas, que tamb\u00e9m esteve presente no evento. &#8220;Hoje vivemos um &#8216;hype&#8217; e uma vontade crescente desta atratividade do nosso destino, de Portugal, mas obriga e coloca press\u00e3o sobre os decisores pol\u00edticos a todos os n\u00edveis&#8221;, prosseguiu, dando o exemplo que, &#8220;at\u00e9 \u00e0 semana passada, n\u00e3o era poss\u00edvel&#8221; testar condu\u00e7\u00e3o aut\u00f3noma em Portugal, ao contr\u00e1rio de outros pa\u00edses. Portanto, &#8220;se os decisores pol\u00edticos n\u00e3o arrepiarem caminho, em bom portugu\u00eas, se n\u00e3o derem corda aos sapatos e se n\u00e3o mudarmos esta dimens\u00e3o legislativa para permitir a quem escolhe como a Mastercard o destino de Portugal para colocar os seus centros de inova\u00e7\u00e3o&#8221; n\u00e3o ser\u00e1 poss\u00edvel manter, atrair e trazer mais invesitmentos, advertiu Miguel Pinto Luz. &#8220;Por isso \u00e9 que este Governo tem vindo a fazer um conjunto de altera\u00e7\u00f5es legislativas&#8221;, nomeadamente na \u00e1rea dos drones. &#8220;Estamos a legislar para testes de drones, mas tamb\u00e9m para a gest\u00e3o do espa\u00e7o a\u00e9reo nos drones, outra dimens\u00e3o absolutamente essencial&#8221; e &#8220;estamos a legislar para novas &#8216;sandboxes&#8217; na \u00e1rea de intelig\u00eancia artificial e estamos a liderar a agenda, nomeadamente na nossa candidatura \u00e0 &#8216;gigafactory&#8217; (gigaf\u00e1brica) europeia, numa parceria 50-50 com o Estado espanhol e, portanto, com a enorme esperan\u00e7a depositada nessa candidatura para termos uma das 5 primeiras &#8216;gigafactories&#8217; em Portugal&#8221;, sublinhou. Al\u00e9m disso, &#8220;estamos criando as condi\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias e suficientes para colocar todos os operadores de infraestrutura nacional a servi\u00e7o de quem quer testar novas tecnologias e quem quer ser early adopter&#8221;, disse, elecando a import\u00e2ncia no investimento em cabos submarinos e em &#8216;data centers&#8217; (centros de dados). &#8220;Temos mais de tr\u00eas d\u00fazias de &#8216;data centers&#8217; em &#8216;pipeline&#8217; e criamos uma grande zona de grande demanda de energia e, portanto, estamos direcionando e criando &#8216;fast tracks&#8217; para investimento&#8221; nessa \u00e1rea. Mas &#8220;n\u00e3o queremos ser uma quinta de &#8216;data centers&#8217;, consumidores de energia sem gerar externalidades positivas para a economia e para as nossas empresas e o nosso tecido universit\u00e1rio e cient\u00edfico e, portanto, estamos a exigir a quem faz investimento&#8221; que fa\u00e7a investimento na ci\u00eancia e empresas portuguesas, rematou. Leia tamb\u00e9m: Trump admite mais duas ou tr\u00eas semanas de guerra. &#8220;Tempo n\u00e3o \u00e9 crucial&#8221;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Miguel Pinto Luz falava no encerramento da apresenta\u00e7\u00e3o do Centro de Excel\u00eancia para Inova\u00e7\u00e3o da Mastercard, em Lisboa, onde elencou o que est\u00e1 sendo feito em Portugal, os investimentos e a legisla\u00e7\u00e3o que est\u00e1 sendo desenhada. 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