{"id":2715,"date":"2025-08-08T13:14:26","date_gmt":"2025-08-08T13:14:26","guid":{"rendered":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/prr-empresas-podem-fazer-investimento-minoritario-em-projetos-inovadoresutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/"},"modified":"2025-08-08T13:14:26","modified_gmt":"2025-08-08T13:14:26","slug":"prr-empresas-podem-fazer-investimento-minoritario-em-projetos-inovadoresutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/prr-empresas-podem-fazer-investimento-minoritario-em-projetos-inovadoresutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/","title":{"rendered":"PRR. Empresas podem fazer investimento minorit\u00e1rio em"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/media-manager.noticiasaominuto.com\/1920\/naom_6895f3a34f8ff.jpg\" \/><br \/>A reprograma\u00e7\u00e3o das agendas mobilizadoras do Plano de Recupera\u00e7\u00e3o e Resili\u00eancia (PRR) na \u00e1rea da inova\u00e7\u00e3o permite que as empresas, em casos excecionais, n\u00e3o tenham de assumir a principal fatia do investimento nos projetos apoiados pelos fundos europeus.  A possibilidade foi inclu\u00edda numa portaria publicada hoje em Di\u00e1rio da Rep\u00fablica que altera o regulamento do sistema de incentivos das &#8220;Agendas para a Inova\u00e7\u00e3o Empresarial&#8221;. As agendas para a inova\u00e7\u00e3o dizem respeito aos apoios p\u00fablicos a conceder a projetos de inova\u00e7\u00e3o desenvolvidos em parceria entre empresas e institui\u00e7\u00f5es cient\u00edficas e tecnol\u00f3gicas. At\u00e9 agora, o regulamento previa exclusivamente que, nos cons\u00f3rcios, as entidades empresariais assumissem &#8220;um peso maiorit\u00e1rio aferido pelo investimento a realizar por estas face ao total do investimento do projeto&#8221;, sem quaisquer exce\u00e7\u00f5es. Com a atualiza\u00e7\u00e3o do regulamento agora conhecida, fruto da reprograma\u00e7\u00e3o do PRR autorizada pela Comiss\u00e3o Europeia este ano, os crit\u00e9rios de elegibilidade passam a salvaguardar que as institui\u00e7\u00f5es de investiga\u00e7\u00e3o e inova\u00e7\u00e3o (I&#038;I) assumam a maior fatia do investimento. O crit\u00e9rio geral continua a ser o de que &#8220;as entidades empresariais devem assumir um peso maiorit\u00e1rio aferido pelo investimento a realizar por estas face ao total do investimento do projeto&#8221;. No entanto, o regulamento passa a admitir que &#8220;em sede de reprograma\u00e7\u00e3o, em situa\u00e7\u00f5es devidamente justificadas e aceites pelo IAPMEI, (pode) ser aprovado um peso n\u00e3o maiorit\u00e1rio do investimento realizado pelas entidades empresariais face ao total do investimento&#8221;. Outra das mudan\u00e7as introduzidas ao regulamento diz respeito aos prazos de conclus\u00e3o financeira dos projetos, que foram alargados com a autoriza\u00e7\u00e3o da Comiss\u00e3o Europeia, para permitir que Portugal cumpra as metas finais das agendas do PRR. De acordo com o regulamento, um projeto apoiado tem de estar &#8220;financeiramente conclu\u00eddo at\u00e9 31 de dezembro de 2026 e com resultados concretizados at\u00e9 30 de junho de 2026&#8221;, quando, at\u00e9 aqui, era obrigat\u00f3rio que estivesse conclu\u00eddo e com resultados concretizados at\u00e9 31 de dezembro de 2025. Na portaria assinada pelo ministro da Economia e da Coes\u00e3o Territorial, Manuel Castro Almeida, o Governo lembra que &#8220;foi aprovado pela Comiss\u00e3o Europeia um pedido de reprograma\u00e7\u00e3o do PRR, visando a extens\u00e3o do prazo para cumprimento da meta final, com o prop\u00f3sito de garantir a implementa\u00e7\u00e3o eficiente dos investimentos, tendo sido determinado proceder \u00e0 reprograma\u00e7\u00e3o das Agendas Mobilizadoras&#8221;. A agenda da inova\u00e7\u00e3o empresarial faz parte da dimens\u00e3o &#8220;Resili\u00eancia&#8221; do PRR. A par das &#8220;agendas verdes para a inova\u00e7\u00e3o empresarial&#8221;, pretende &#8220;apoiar e acelerar o processo de inova\u00e7\u00e3o e a progress\u00e3o nas cadeias de valor atrav\u00e9s da promo\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias de clusteriza\u00e7\u00e3o e de din\u00e2micas de inova\u00e7\u00e3o colaborativa, com base em parcerias entre institui\u00e7\u00f5es cient\u00edficas e tecnol\u00f3gicas e as empresas&#8221;, l\u00ea-se na portaria. A revis\u00e3o do PRR foi aprovada pela Comiss\u00e3o Europeia em 11 de abril deste ano, com o objetivo de reprogramar projetos que Portugal considerava serem mais dif\u00edceis de executar. Ao todo, o PRR portugu\u00eas inclui verbas europeias de 22.200 milh\u00f5es de euros, dos quais 16.300 milh\u00f5es de euros s\u00e3o concedidos em subven\u00e7\u00f5es e 5.900 milh\u00f5es de euros chegam atrav\u00e9s de empr\u00e9stimos do Mecanismo de Recupera\u00e7\u00e3o e Resili\u00eancia. Com a reprograma\u00e7\u00e3o, o n\u00famero de investimentos sobe de 117 para 119, e o de reformas apoiadas continua a ser de 44. O n\u00famero de marcos e metas a cumprir para a Comiss\u00e3o Europeia libertar as verbas do PRR diminuem de 463 para 438, segundo fez saber em abril o presidente da Estrutura de Miss\u00e3o Recuperar Portugal, Fernando Alfaiate, entidade respons\u00e1vel pela monitoriza\u00e7\u00e3o da execu\u00e7\u00e3o do plano. Leia Tamb\u00e9m: R\u00fassia cria base de dados para adotar \u00f3rf\u00e3os segundo cor de pele ou olhos<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A reprograma\u00e7\u00e3o das agendas mobilizadoras do Plano de Recupera\u00e7\u00e3o e Resili\u00eancia (PRR) na \u00e1rea da inova\u00e7\u00e3o permite que as empresas, em casos excecionais, n\u00e3o tenham de assumir a principal fatia do investimento nos projetos apoiados pelos fundos europeus. 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