{"id":3069,"date":"2025-08-13T21:42:36","date_gmt":"2025-08-13T21:42:36","guid":{"rendered":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/consumo-em-2024-impulsionado-por-maior-confianca-financeirautm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/"},"modified":"2025-08-13T21:42:36","modified_gmt":"2025-08-13T21:42:36","slug":"consumo-em-2024-impulsionado-por-maior-confianca-financeirautm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/consumo-em-2024-impulsionado-por-maior-confianca-financeirautm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/","title":{"rendered":"Consumo em 2024 impulsionado por maior confian\u00e7a financeira"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/media-manager.noticiasaominuto.com\/1920\/naom_5b332a45b0ed8.jpg\" \/><br \/>A percentagem de consumidores portugueses que se sentia financeiramente confort\u00e1vel no final do m\u00eas subiu para 37% em 2024, mais tr\u00eas pontos percentuais do que no ano anterior, impulsionando o consumo, segundo um relat\u00f3rio divulgado hoje pela Deloitte.  De acordo com os dados do ConsumerSignals, base de dados da Deloitte Global que re\u00fane informa\u00e7\u00e3o relativa aos padr\u00f5es de despesa dos consumidores em v\u00e1rios pa\u00edses, esta evolu\u00e7\u00e3o reflete &#8220;uma recupera\u00e7\u00e3o da confian\u00e7a e da estabilidade econ\u00f3mica face ao ano anterior&#8221;. O relat\u00f3rio aponta ainda para um aumento da propor\u00e7\u00e3o de portugueses que disse poder gastar em coisas que lhes trazem alegria: 39%, mais dois pontos percentuais do que em 2023. Na mesma linha, no ano passado diminuiu o n\u00famero de portugueses que avaliam a sua situa\u00e7\u00e3o financeira como pior do que no ano anterior, passando de 46% para 37%, sendo tamb\u00e9m menor a preocupa\u00e7\u00e3o com a infla\u00e7\u00e3o e maior a predisposi\u00e7\u00e3o para o consumo, &#8220;sinalizando um crescimento da confian\u00e7a financeira&#8221;. Ao longo de 2024, o relat\u00f3rio da Deloitte d\u00e1 ainda conta de uma melhoria na perce\u00e7\u00e3o da situa\u00e7\u00e3o financeira por parte dos portugueses. &#8220;Face ao ano anterior, os consumidores nacionais sentiram-se financeiramente mais est\u00e1veis, com um \u00edndice de bem-estar superior \u00e0 m\u00e9dia global&#8221;, refere, detalhando que cerca de 37% afirmaram esperar uma melhoria da sua situa\u00e7\u00e3o financeira no pr\u00f3ximo ano, mais tr\u00eas pontos percentuais do que em dezembro de 2023. Apesar destes &#8220;sinais positivos&#8221;, a consultora refere que &#8220;a preocupa\u00e7\u00e3o com o futuro e a seguran\u00e7a financeira mantiveram-se elevadas&#8221;, sendo os consumidores mais jovens (18-34 anos) os mais otimistas: 52% acreditavam que a sua situa\u00e7\u00e3o financeira ir\u00e1 melhorar, face a 46% no final de 2023. Adicionalmente, Portugal manteve-se &#8220;entre os pa\u00edses europeus mais apreensivos quanto ao aumento dos pre\u00e7os, com mais de metade dos consumidores a manter o foco na gest\u00e3o desse impacto&#8221;. Ainda assim, a inten\u00e7\u00e3o de consumo dos portugueses foi aumentando ao longo do ano passado, sobretudo em categorias n\u00e3o essenciais, com um crescimento de 24 pontos percentuais face a dezembro de 2023. A Deloitte nota que este aumento foi &#8220;particularmente expressivo&#8221; nos consumidores entre os 18 e os 34 anos, que registaram um crescimento de 37% na inten\u00e7\u00e3o de despesa e de 39% na inten\u00e7\u00e3o de poupan\u00e7a. Os setores onde os portugueses mais gastaram foram diversos, com as inten\u00e7\u00f5es de despesa em categorias como &#8220;lazer, entretenimento e viagens de recreio&#8221; (+1%), &#8220;restaurantes\/&#8217;takeaway&#8217; (+1%) e &#8220;eletr\u00f3nica e mobili\u00e1rio&#8221; (+1%) a crescerem ligeiramente face ao ano anterior, enquanto as categorias de &#8220;habita\u00e7\u00e3o&#8221; (-4%) e &#8220;supermercado&#8221; (-3%) perderam peso relativo nos gastos das fam\u00edlias. No setor autom\u00f3vel, o relat\u00f3rio refere que a inten\u00e7\u00e3o de compra de ve\u00edculos diminuiu ligeiramente em todas as geografias analisadas, mas a descida foi &#8220;mais acentuada&#8221; em Portugal: 15% dos portugueses planeavam comprar um carro nos seis meses seguintes, uma descida de dois pontos percentuais em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior, o que compara com 18% a n\u00edvel europeu. A plataforma ConsumerSignals recolhe dados mensalmente atrav\u00e9s de inqu\u00e9ritos a milhares de consumidores em 20 pa\u00edses. Em Portugal, s\u00e3o inquiridos mensalmente 1.000 consumidores em temas como bem-estar financeiro, padr\u00f5es de consumo, poupan\u00e7a e inten\u00e7\u00f5es de despesa em \u00e1reas como alimenta\u00e7\u00e3o, transportes ou sa\u00fade Leia Tamb\u00e9m: Trump descreve l\u00edderes europeus como &#8220;pessoas maravilhosas&#8221;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A percentagem de consumidores portugueses que se sentia financeiramente confort\u00e1vel no final do m\u00eas subiu para 37% em 2024, mais tr\u00eas pontos percentuais do que no ano anterior, impulsionando o consumo, segundo um relat\u00f3rio divulgado hoje pela Deloitte. 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