{"id":3823,"date":"2025-08-25T03:26:00","date_gmt":"2025-08-25T03:26:00","guid":{"rendered":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/degradacao-dos-solos-ameaca-agravar-aumento-dos-precos-dos-alimentosutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/"},"modified":"2025-08-25T03:26:00","modified_gmt":"2025-08-25T03:26:00","slug":"degradacao-dos-solos-ameaca-agravar-aumento-dos-precos-dos-alimentosutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/degradacao-dos-solos-ameaca-agravar-aumento-dos-precos-dos-alimentosutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/","title":{"rendered":"Degrada\u00e7\u00e3o dos solos amea\u00e7a agravar aumento dos pre\u00e7os dos"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/media-manager.noticiasaominuto.com\/1920\/naom_674f4af568de3.jpg\" \/><br \/>\u00a9 BRYAN R. SMITH\/AFP via Getty ImagesA conclus\u00e3o \u00e9 do estudo &#8220;Extremos clim\u00e1ticos, aumento dos pre\u00e7os dos alimentos e riscos sociais mais abrangentes&#8221;, citado pela ag\u00eancia EFE e elaborado por investigadores de Espanha, Alemanha e Reino Unido, que analisaram como \u00e9 que os fen\u00f3menos clim\u00e1ticos extremos t\u00eam impacto no pre\u00e7o dos alimentos nas v\u00e1rias partes do mundo.  Os investigadores conclu\u00edram que a seca dos anos de 2022 e de 2023 em Espanha e em It\u00e1lia resultaram no aumento do pre\u00e7o do azeite de cerca de 50% no ano seguinte. J\u00e1 no Brasil, por exemplo, o pre\u00e7o do caf\u00e9 aumentou 55% em agosto de 2024, depois da seca registada em 2023. No M\u00e9xico, precisamente pela mesma raz\u00e3o &#8211; seca em 2023 -, o pre\u00e7o da fruta e legumes aumentou 20% em janeiro de 2024. A tend\u00eancia de aumento verificou-se tamb\u00e9m noutros pa\u00edses, como na Eti\u00f3pia, onde o pre\u00e7o dos alimentos ficou 40% mais caro em mar\u00e7o de 2023 devido \u00e0 falta de chuva do ano anterior. Em rela\u00e7\u00e3o ao calor extremo registado em 2023 e 2024 em diversas partes do mundo, o pre\u00e7o do cacau subiu 280% no Gana e na Costa do Marfim. Na \u00c1frica do Sul, as ondas de calor resultaram num aumento de 36% do milho e, na \u00cdndia, as batatas e cebolas ficaram 89% mais caras. Na China, no Jap\u00e3o e na Indon\u00e9sia, onde o consumo de arroz \u00e9 mais elevado, o valor deste alimento tamb\u00e9m aumentou &#8211; 30%, 48% e 16%, respetivamente. Por outro lado, tamb\u00e9m as chuvas intensas fizeram disparar os custos. No Reino Unido, o pre\u00e7o da batata subiu 22% entre janeiro e fevereiro de 2024, depois de um inverno com precipita\u00e7\u00e3o acima do normal. J\u00e1 no Paquist\u00e3o, as cheias resultaram num aumento do pre\u00e7o dos alimentos de 50% em agosto de 2022 e, na Austr\u00e1lia, depois das cheias de 2022, o pre\u00e7o da alface disparou 300%. &#8220;Temperaturas extraordinariamente altas aceleram diretamente o aumento do pre\u00e7o dos alimentos&#8221;, indicaram os investigadores, que acrescentaram que estas consequ\u00eancias s\u00e3o vis\u00edveis a curto e a longo prazo, uma vez que a degrada\u00e7\u00e3o dos solos resulta em colheitas mais fracas e a uma maior vulnerabilidade para secas ou inunda\u00e7\u00f5es. O ano de 2024 ficou marcado por ter sido o mais quente j\u00e1 registado pela Organiza\u00e7\u00e3o Metereol\u00f3gica Mundial, tendo as temperaturas ultrapassado o limite de 1,5\u00baC estabelecido no Acordo de Paris. Leia Tamb\u00e9m: Jejum intermitente no ver\u00e3o: Como fazer, os desafios e o melhor hor\u00e1rio<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a9 BRYAN R. 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