{"id":5640,"date":"2025-10-30T15:47:31","date_gmt":"2025-10-30T15:47:31","guid":{"rendered":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/angola-gastou-610-4-milhoes-para-importar-combustiveis-liquidosutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/"},"modified":"2025-10-30T15:47:31","modified_gmt":"2025-10-30T15:47:31","slug":"angola-gastou-610-4-milhoes-para-importar-combustiveis-liquidosutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/angola-gastou-610-4-milhoes-para-importar-combustiveis-liquidosutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/","title":{"rendered":"Angola gastou 610,4 milh\u00f5es para importar combust\u00edveis"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/media-manager.noticiasaominuto.com\/1920\/40076569.webp\" \/><\/p>\n<p>                                                    De acordo com os dados divulgados pelo Instituto Regulador dos Derivados de Petr\u00f3leo (IRDP) sobre as atividades desenvolvidas entre julho e setembro deste ano, das quantidades de combust\u00edveis l\u00edquidos adquiridos 70% foram importados, sendo os restantes provenientes da Refinaria de Luanda (29%) e da Cabgoc &#8212; Topping de Cabinda (1%). No per\u00edodo em refer\u00eancia, o gas\u00f3leo foi o produto mais importado com 61% e depois a gasolina com 25,94%, destacando-se no total das aquisi\u00e7\u00f5es. Em declara\u00e7\u00f5es \u00e0 imprensa, o diretor-geral adjunto do IRDP destacou que houve mais importa\u00e7\u00e3o de gas\u00f3leo porque h\u00e1 mais necessidade desse derivado de petr\u00f3leo, perspetivando para o \u00faltimo trimestre do ano uma importa\u00e7\u00e3o de gas\u00f3leo e gasolina pr\u00f3xima da que se registou no terceiro trimestre. Ant\u00f3nio Feij\u00f3 frisou que a Refinaria de Cabinda, inaugurada em setembro passado, vai proporcionar uma diminui\u00e7\u00e3o na importa\u00e7\u00e3o de gas\u00f3leo, apesar de se encontrar ainda num processo de pr\u00e9-arranque. Com a Refinaria de Cabinda em pleno funcionamento, prosseguiu, o pa\u00eds conta reduzir em cerca de 12% o volume das importa\u00e7\u00f5es. &#8220;\u00c9 evidente que importando menos vamos reduzir 10% a 12% das importa\u00e7\u00f5es, vai diminuir o disp\u00eandio do Estado em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 compra de gas\u00f3leo. N\u00f3s hoje importamos cerca de 70% das necessidades, s\u00f3 produzimos internamente 30%, vamos diminuir o volume importado, aumentando a produ\u00e7\u00e3o que n\u00f3s c\u00e1 fazemos&#8221;, referiu. Segundo os dados do IRDP, o pa\u00eds continua a dispor de uma capacidade instalada de armazenagem de combust\u00edveis l\u00edquidos em terra, em estado operacional, de 675.968 metros c\u00fabicos. Relativamente ao n\u00famero de postos de abastecimento, no final do trimestre em an\u00e1lise, foram registados 1.204, dos quais 920 em estado operacional, maioritariamente da Sonangol Distribui\u00e7\u00e3o e Comercializa\u00e7\u00e3o, empresa p\u00fablica, com 34,2% do total. Quanto \u00e0 quota de mercado, em termos de volume de vendas de combust\u00edveis l\u00edquidos, no per\u00edodo em an\u00e1lise, a Sonangol Distribui\u00e7\u00e3o e Comercializa\u00e7\u00e3o deteve a lideran\u00e7a com 62,3%, seguida da Pumangol com 20%, a Sonangalp com 8,6%, a Total Energies Marketing Angola com 7,2% e a Etu Energias com 2%. No que se refere aos combust\u00edveis gasosos, n\u00e3o se registou no terceiro trimestre a importa\u00e7\u00e3o de G\u00e1s de Petr\u00f3leo Liquefeito (GPL) para o mercado nacional, sendo as 158.555 toneladas m\u00e9tricas introduzidas no mercado interno provenientes da F\u00e1brica Angola LNG (56%), do Sanha (38%), da Refinaria de Luanda (5%) e do Topping de Cabinda (1%). &#8220;Em compara\u00e7\u00e3o com o trimestre anterior, observou-se um incremento de aproximadamente 28% na aquisi\u00e7\u00e3o de g\u00e1s de cozinha (GPL) para o mercado interno&#8221;, destaca-se no relat\u00f3rio, frisando que, neste segmento, a Sonangol G\u00e1s e Energias Renov\u00e1veis \u200b\u200bocupa a lideran\u00e7a nas vendas do mercado, com uma quota de 77,7%. Noutro segmento, registou-se um volume de cerca de oito mil toneladas m\u00e9tricas de lubrificantes comercializados no mercado interno pelas principais empresas, representando uma redu\u00e7\u00e3o de cerca de 17% em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre anterior. Do volume total mencionado, apenas 490 toneladas m\u00e9tricas tiveram origem na produ\u00e7\u00e3o nacional, representando 6%, enquanto as 7.465 toneladas m\u00e9tricas restantes, equivalentes a 94%, foram importadas. &#8220;A Chinangol liderou as vendas no mercado de lubrificantes, no per\u00edodo em an\u00e1lise, com uma quota na ordem dos 9,8% do total, seguida pela Jambo com 8,6%, a Lubritec com 8,2%, a Geosam com 7,3% e a Sonangol Distribui\u00e7\u00e3o e Comercializa\u00e7\u00e3o com 6,2%, fechando o top 5 do referido mercado. Leia Tamb\u00e9m: Anafre pede mudan\u00e7a na lei sobre atestados de resid\u00eancia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De acordo com os dados divulgados pelo Instituto Regulador dos Derivados de Petr\u00f3leo (IRDP) sobre as atividades desenvolvidas entre julho e setembro deste ano, das quantidades de combust\u00edveis l\u00edquidos adquiridos 70% foram importados, sendo os restantes provenientes da Refinaria de Luanda (29%) e da Cabgoc &#8212; Topping de Cabinda (1%). 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