{"id":5880,"date":"2025-11-01T10:43:05","date_gmt":"2025-11-01T10:43:05","guid":{"rendered":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/poupanca-dos-portugueses-em-maximos-de-22-anos-longe-do-pico-de-anos-70utm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/"},"modified":"2025-11-01T10:43:05","modified_gmt":"2025-11-01T10:43:05","slug":"poupanca-dos-portugueses-em-maximos-de-22-anos-longe-do-pico-de-anos-70utm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/poupanca-dos-portugueses-em-maximos-de-22-anos-longe-do-pico-de-anos-70utm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/","title":{"rendered":"Poupan\u00e7a dos portugueses em m\u00e1ximos de 22 anos (longe do"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/media-manager.noticiasaominuto.com\/1920\/26311996.webp\" \/><\/p>\n<p>                                                    A taxa de poupan\u00e7a atingiu o seu m\u00e1ximo em 1972, quando era de 31,2%, segundo a s\u00e9rie estat\u00edstica do Banco de Portugal. Manteve-se a rondar os 20% nos anos seguintes, mas come\u00e7ou uma trajet\u00f3ria de redu\u00e7\u00e3o nos anos 90, caindo para o seu ponto mais baixo em 2008, durante a crise financeira. Em 2020, na pandemia, a poupan\u00e7a disparou para 12%, numa altura em que os portugueses passaram por v\u00e1rios confinamentos e a incerteza sobre o futuro era elevada. Ap\u00f3s quedas nos dois anos seguintes, os portugueses voltaram a poupar mais em 2023 e em 2024 a taxa atingiu m\u00e1ximos de 2003, ao fixar-se nos 12,1%. Para este ano apenas h\u00e1 dados dispon\u00edveis para o segundo trimestre, quando a taxa de poupan\u00e7a das fam\u00edlias subiu 0,2 pontos percentuais face ao anterior, para 12,6% do rendimento dispon\u00edvel. Segundo as Contas Nacionais Trimestrais por Setor Institucional do INE, a despesa de consumo final aumentou 1,4%, varia\u00e7\u00e3o inferior ao crescimento de 1,5% do Rendimento Dispon\u00edvel Bruto (RDB), determinando esta evolu\u00e7\u00e3o. De acordo com um estudo realizado pela TGM Research Institute para a Xtb, os portugueses conseguem poupar uma parte do seu rendimento mensal, mas a maioria n\u00e3o consegue colocar de lado uma percentagem significativa. O estudo, que tem uma amostra de 1.000 inquiridos, concluiu que 72% dos portugueses dizem conseguir poupar uma parte do seu rendimento mensal. No entanto, mais de um ter\u00e7o coloca de parte apenas entre 5% e 10% do rendimento mensal e apenas 16% poupa mais de 20%. No que diz respeito \u00e0s motiva\u00e7\u00f5es para a poupan\u00e7a, muitos t\u00eam em vista responder a despesas inesperadas (37%) ou alcan\u00e7ar objetivos pessoais (36%), enquanto cerca de um sexto poupa para a reforma ou a longo prazo. Entre os obst\u00e1culos \u00e0 poupan\u00e7a identificados neste estudo encontra-se as despesas fixas elevadas (49%) e o baixo rendimento (47%). Hoje assinala-se o Dia Mundial da Poupan\u00e7a, criado pela Sociedade Mundial de Bancos de Poupan\u00e7a para promover a poupan\u00e7a pessoal e fortalecer a autossufici\u00eancia econ\u00f3mica das pessoas. Leia Tamb\u00e9m: Portugueses canalizam poupan\u00e7as para dep\u00f3sitos e certificados de aforro<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A taxa de poupan\u00e7a atingiu o seu m\u00e1ximo em 1972, quando era de 31,2%, segundo a s\u00e9rie estat\u00edstica do Banco de Portugal. Manteve-se a rondar os 20% nos anos seguintes, mas come\u00e7ou uma trajet\u00f3ria de redu\u00e7\u00e3o nos anos 90, caindo para o seu ponto mais baixo em 2008, durante a crise financeira. 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