{"id":6888,"date":"2025-11-09T00:03:22","date_gmt":"2025-11-09T00:03:22","guid":{"rendered":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/processo-de-reembolsos-transita-em-julgado-tap-pode-pagar-300-milhoesutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/"},"modified":"2025-11-09T00:03:22","modified_gmt":"2025-11-09T00:03:22","slug":"processo-de-reembolsos-transita-em-julgado-tap-pode-pagar-300-milhoesutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/processo-de-reembolsos-transita-em-julgado-tap-pode-pagar-300-milhoesutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/","title":{"rendered":"Processo de reembolsos transita em julgado. TAP pode pagar"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/media-manager.noticiasaominuto.com\/1920\/naom_68d273881aac8.webp\" \/><\/p>\n<p>                                                    &#8220;\u00c9 com enorme satisfa\u00e7\u00e3o que comunicamos oficialmente que o processo relativamente aos CAB I transitou finalmente em julgado. \u00c9 caso para dizer &#8216;a justi\u00e7a tarda, mas n\u00e3o falha'&#8221;, anunciou o Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Avia\u00e7\u00e3o Civil (SNPVAC), em comunicado aos associados, a que a Lusa teve hoje acesso.<\/p>\n<p>                                                    O sindicato anunciou, em 29 de setembro, que o Tribunal Constitucional tinha rejeitado o recurso da TAP no processo sobre reembolsos a tripulantes, mas a companhia a\u00e9rea ainda podia apresentar uma reclama\u00e7\u00e3o no prazo de dez dias.<br \/>\n                                                    Segundo avan\u00e7ou o Di\u00e1rio de Not\u00edcias, a TAP n\u00e3o reclamou pela segunda vez de uma decis\u00e3o do Constitucional e a senten\u00e7a transitou em julgado, ou seja, tornou-se definitiva e n\u00e3o pode ser mais contestada em recurso.<br \/>\n                                                    A decis\u00e3o do tribunal confirma a nulidade de uma norma do anterior acordo coletivo de trabalho, que discriminava os trabalhadores com contratos a termo, e que segundo o sindicato poder\u00e1 levar ao pagamento de entre 200 a 300 milh\u00f5es de euros em indemniza\u00e7\u00f5es.<br \/>\n                                                    O SNPVAC adiantou, no comunicado de hoje, que vai agora recorrer aos tribunais de primeira inst\u00e2ncia &#8220;com o intuito de obrigar a empresa a corrigir o inevit\u00e1vel&#8221; e que nas pr\u00f3ximas semanas dever\u00e3o dar entrada nos tribunais os primeiros processos relativamente ao ano de contrata\u00e7\u00e3o de 2006, seguidos dos anos subsequentes.<br \/>\n                                                    Esta semana deu entrada o primeiro processo que foi espoletado em 2015, cujo desfecho foi, \u00e0 \u00e9poca, desfavor\u00e1vel aos tripulantes.<br \/>\n                                                    &#8220;Falamos de um universo de 37 tripulantes que h\u00e1 muito aguardavam por este desfecho para assim poderem reverter a anterior decis\u00e3o&#8221;, sublinhou o sindicato liderado por Ricardo Penarroias.<br \/>\n                                                    Apesar deste resultado, apontou o SNPVAC, &#8220;existe ainda muito trabalho pela frente, que poder\u00e1 facilmente ser reduzido se a empresa e o Governo decidirem assumir de uma vez por todas as responsabilidades neste processo e optarem por corrigir a situa\u00e7\u00e3o dos milhares de tripulantes lesados, sem que para isso tenham de recorrer \u00e0 justi\u00e7a para fazer valer os seus direitos, entretanto j\u00e1 sufragados pelo Supremo Tribunal de Justi\u00e7a e pelo Tribunal Constitucional&#8221;.<br \/>\n                                                    O processo centra-se numa disposi\u00e7\u00e3o do anterior Acordo de Empresa dos tripulantes, v\u00e1lido entre 2006 e 2023, que estabelecia diferen\u00e7as salariais entre trabalhadores com contrato a termo e com contrato sem termo.<br \/>\n                                                    Em junho, o Supremo Tribunal Administrativo declarou essa norma inv\u00e1lida, determinando que os tripulantes a termo deveriam ser enquadrados na categoria &#8220;CAB I&#8221; e receber as correspondentes remunera\u00e7\u00f5es.<br \/>\n                                                    Questionada sobre este processo judicial, a TAP responde que &#8220;n\u00e3o comenta quest\u00f5es judiciais&#8221;.<br \/>\n                                                    Al\u00e9m disso, dado que parte destes tripulantes deveria integrar o quadro da empresa, algumas dispensas ocorridas durante a pandemia foram consideradas irregulares.<br \/>\n                                                    Na sequ\u00eancia da pandemia e do plano de reestrutura\u00e7\u00e3o, entre mar\u00e7o de 2020 e mar\u00e7o de 2021, sa\u00edram da companhia \u00e1rea 1.514 pessoas.<br \/>\n                                                    At\u00e9 ao in\u00edcio deste ano tinham sido readmitidos 925 trabalhadores de v\u00e1rias classes profissionais, aos quais tinham sido pagas indemniza\u00e7\u00f5es no valor total de 1,74 milh\u00f5es de euros.<br \/>\n                                                    Leia Tamb\u00e9m: SIAP acusa TAP e Azores Airlines de violarem Espa\u00e7o Schengen<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;\u00c9 com enorme satisfa\u00e7\u00e3o que comunicamos oficialmente que o processo relativamente aos CAB I transitou finalmente em julgado. \u00c9 caso para dizer &#8216;a justi\u00e7a tarda, mas n\u00e3o falha&#8217;&#8221;, anunciou o Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Avia\u00e7\u00e3o Civil (SNPVAC), em comunicado aos associados, a que a Lusa teve hoje acesso. 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