{"id":7027,"date":"2025-11-10T17:53:34","date_gmt":"2025-11-10T17:53:34","guid":{"rendered":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/exportacoes-sobem-1-9-e-importacoes-6-5-ate-setembroutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/"},"modified":"2025-11-10T17:53:34","modified_gmt":"2025-11-10T17:53:34","slug":"exportacoes-sobem-1-9-e-importacoes-6-5-ate-setembroutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/exportacoes-sobem-1-9-e-importacoes-6-5-ate-setembroutm_sourcerss-economiautm_mediumrssutm_campaignrssfeed\/","title":{"rendered":"Exporta\u00e7\u00f5es sobem 1,9% e importa\u00e7\u00f5es 6,5% at\u00e9 setembro"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/media-manager.noticiasaominuto.com\/1920\/naom_6880855c3f9ed.webp\" \/><\/p>\n<p>                                                    Como resultado desta evolu\u00e7\u00e3o, o d\u00e9fice da balan\u00e7a comercial de bens diminuiu 59 milh\u00f5es de euros em setembro face ao mesmo m\u00eas de 2024 e 401 milh\u00f5es relativamente a agosto, situando-se nos 2.588 milh\u00f5es de euros, avan\u00e7a o Instituto Nacional de Estat\u00edstica (INE). No entanto, quando exclu\u00eddas as transa\u00e7\u00f5es sem transfer\u00eancia de propriedade (TTE), o d\u00e9fice da balan\u00e7a comercial de bens totalizou 3.014 milh\u00f5es de euros, refletindo agravamentos de 645 milh\u00f5es em termos hom\u00f3logos e de 155 milh\u00f5es face ao m\u00eas anterior. J\u00e1 no acumulado dos primeiros nove meses do ano, o d\u00e9fice acumulado ascendeu a 23.998 milh\u00f5es de euros, mais 4.058 milh\u00f5es em termos hom\u00f3logos. Excluindo as transa\u00e7\u00f5es TTE, o d\u00e9fice da balan\u00e7a comercial de bens totalizou 24.076 milh\u00f5es de euros, 3.399 milh\u00f5es acima do per\u00edodo hom\u00f3logo. Quando exclu\u00eddas estas transa\u00e7\u00f5es, as exporta\u00e7\u00f5es recuaram ligeiramente (-0,6%) at\u00e9 setembro (+0,1% no mesmo per\u00edodo de 2024), enquanto as importa\u00e7\u00f5es subiram 3,9% (-0,2% nos primeiros nove meses de 2024). Considerando apenas o m\u00eas de setembro e exclu\u00eddas as transa\u00e7\u00f5es TTE, registaram-se acr\u00e9scimos em ambos os fluxos, embora de menor magnitude nas exporta\u00e7\u00f5es (+3,6%) e maior nas importa\u00e7\u00f5es (+10,1%), o que compara com -5,9% e -2,0%, pela mesma ordem, em agosto. Excluindo os &#8220;combust\u00edveis e lubrificantes&#8221;, as exporta\u00e7\u00f5es aumentaram 15,4% em setembro (+0,8% em agosto de 2025), refletindo uma diminui\u00e7\u00e3o nas transa\u00e7\u00f5es desta categoria de produtos (-3,4%). Segundo o INE, em setembro, os \u00edndices de valor unit\u00e1rio (pre\u00e7os) continuaram a registar varia\u00e7\u00f5es negativas, embora menores do que no m\u00eas anterior: -1,2% nas exporta\u00e7\u00f5es e -2,1% nas importa\u00e7\u00f5es (-1,7% e -2,9%, respetivamente, em agosto de 2025; -0,5% e -4,2% em setembro de 2024, pela mesma ordem). Excluindo os produtos petrol\u00edferos, a varia\u00e7\u00e3o destes \u00edndices foi tamb\u00e9m negativa: -0,4% (o mesmo valor em agosto de 2025; -0,1% setembro de 2024) nas exporta\u00e7\u00f5es e -1,1% (-1,5% em agosto de 2025; -3,0% em setembro de 2024) nas importa\u00e7\u00f5es. Em cadeia, as exporta\u00e7\u00f5es aumentaram 42,3% em setembro (-27,3% em agosto de 2025), enquanto as importa\u00e7\u00f5es subiram 21,7% (-22,1% em agosto). J\u00e1 considerando o terceiro trimestre de 2025, as exporta\u00e7\u00f5es diminu\u00edram ligeiramente face ao per\u00edodo hom\u00f3logo (-0,3%; -5,0% no trimestre terminado em agosto de 2025), sem diferen\u00e7as significativas quando exclu\u00eddas as TTE (-0,9%, no trimestre terminado em agosto). Por sua vez, as importa\u00e7\u00f5es aumentaram 5,4% em rela\u00e7\u00e3o ao per\u00edodo hom\u00f3logo (+3,7% no trimestre terminado em agosto), sendo que, excluindo as transa\u00e7\u00f5es TTE, o aumento das importa\u00e7\u00f5es neste per\u00edodo foi menor, de 3,1% (+1,7% no trimestre terminado em agosto de 2025). Em termos de categorias de produtos, em setembro, o INE destaca o acr\u00e9scimo das exporta\u00e7\u00f5es de &#8220;fornecimentos industriais&#8221; (+38,8%), maioritariamente produtos &#8220;qu\u00edmicos&#8221; (medicamentos) com destino \u00e0 Alemanha. Nas importa\u00e7\u00f5es, quase todas as categorias de produtos registaram acr\u00e9scimos, destacando-se os &#8220;combust\u00edveis e lubrificantes&#8221; (+40,4%), maioritariamente &#8220;\u00f3leos brutos de petr\u00f3leo&#8221; do Brasil, &#8220;refletindo uma subida em volume das importa\u00e7\u00f5es desta categoria de produtos (+69,3%), acompanhada por uma diminui\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os&#8221;. O instituto estat\u00edstico salienta os acr\u00e9scimos das importa\u00e7\u00f5es de &#8220;material de transporte&#8221; (+18,4%), principalmente &#8220;autom\u00f3veis de passageiros&#8221;, e de &#8220;bens de consumo&#8221; (+12,3%), sobretudo de Espanha. Em setembro, os &#8220;combust\u00edveis e lubrificantes&#8221; representaram 23,8% do d\u00e9fice da balan\u00e7a comercial de bens (15,8% em agosto de 2025; 12,0% em setembro de 2024), tendo o d\u00e9fice da balan\u00e7a comercial de bens sem estes produtos totalizado 1.973 milh\u00f5es de euros, correspondendo a desagravamentos de 356 milh\u00f5es face a setembro de 2024 e de 543 milh\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior. (Not\u00edcia atualizada \u00e0s 14h31) Leia Tamb\u00e9m: Exporta\u00e7\u00f5es da China descem em outubro na 1.\u00aa vez mensal desde fevereiro<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Como resultado desta evolu\u00e7\u00e3o, o d\u00e9fice da balan\u00e7a comercial de bens diminuiu 59 milh\u00f5es de euros em setembro face ao mesmo m\u00eas de 2024 e 401 milh\u00f5es relativamente a agosto, situando-se nos 2.588 milh\u00f5es de euros, avan\u00e7a o Instituto Nacional de Estat\u00edstica (INE). 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