{"id":9287,"date":"2025-12-04T18:20:17","date_gmt":"2025-12-04T18:20:17","guid":{"rendered":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/mocambique-entre-os-cinco-paises-que-mais-contribuiram-para-os-casos-globais-de-malaria-em-2024\/"},"modified":"2025-12-04T18:20:17","modified_gmt":"2025-12-04T18:20:17","slug":"mocambique-entre-os-cinco-paises-que-mais-contribuiram-para-os-casos-globais-de-malaria-em-2024","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sabetudo.co.mz\/blog\/mocambique-entre-os-cinco-paises-que-mais-contribuiram-para-os-casos-globais-de-malaria-em-2024\/","title":{"rendered":"Mo\u00e7ambique Entre os Cinco Pa\u00edses Que Mais Contribu\u00edram Para"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<p>advertisemen tMo\u00e7ambique foi respons\u00e1vel por 3,6% dos casos de mal\u00e1ria registados em todo o mundo em 2024, integrando o grupo dos cinco pa\u00edses que mais contribu\u00edram para o n\u00famero global de infec\u00e7\u00f5es, segundo o World Malaria Report 2025 da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS), citado esta quinta-feira, 4 de Dezembro, pela Lusa. A OMS indica que a regi\u00e3o africana concentrou 265 milh\u00f5es de casos, equivalentes a 94% do total mundial estimado em 282 milh\u00f5es. A Nig\u00e9ria (24,3%), a Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo (12,5%), o Uganda (4,7%), a Eti\u00f3pia (4,4%) e Mo\u00e7ambique (3,6%) representaram, em conjunto, quase metade das infec\u00e7\u00f5es notificadas no ano passado. Entre 2023 e 2024, a Eti\u00f3pia (+2,9 milh\u00f5es), Madag\u00e1scar (+1,9 milh\u00f5es), Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo (+762 mil), Angola (+420 mil) e Ruanda (+351 mil) apresentaram os maiores aumentos de casos. Em sentido contr\u00e1rio, o Zimbabu\u00e9 registou uma queda de 76,6% (menos 487 mil casos). No que respeita \u00e0 mortalidade, a OMS estima um total global de 610 mil mortes em 2024, das quais 579 mil ocorreram na regi\u00e3o africana, correspondendo a 95% do total. A Nig\u00e9ria (31,9%), a Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo (11,7%) e o N\u00edger (6,1%) concentraram metade desses \u00f3bitos. O relat\u00f3rio assinala igualmente que Arg\u00e9lia, Cabo Verde e Egipto receberam certifica\u00e7\u00e3o de elimina\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a, enquanto Ruanda, \u00c1frica do Sul e Zimbabu\u00e9 mant\u00eam traject\u00f3rias compat\u00edveis com a redu\u00e7\u00e3o de 75% dos casos at\u00e9 2025, relativamente a 2015. J\u00e1 Comores, Eritreia, Madag\u00e1scar e S\u00e3o Tom\u00e9 e Pr\u00edncipe registaram aumentos superiores a 70% no mesmo per\u00edodo. O director-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, observou que alguns pa\u00edses, sobretudo na \u00c1sia, \u201cprogridem segundo as metas internacionais, enquanto outros, em \u00c1frica, mant\u00eam transmiss\u00e3o e mortalidade elevadas\u201d. Assinalou ainda que os ministros da Sa\u00fade de pa\u00edses africanos mais afectados assinaram a Declara\u00e7\u00e3o de Yaound\u00e9, comprometendo-se a refor\u00e7ar a resposta contra a mal\u00e1ria. Tedros alertou que a resist\u00eancia crescente a medicamentos antimal\u00e1ricos, incluindo resist\u00eancia parcial \u00e0 artemisinina em v\u00e1rios pa\u00edses africanos, continua a ser um problema relevante. O financiamento global permanece insuficiente, tendo coberto apenas 42% das necessidades estimadas para atingir as metas de 2025. Os cortes na ajuda externa agravaram constrangimentos nos sistemas de sa\u00fade, resultando em falhas de servi\u00e7os e dificuldade de acesso a medicamentos. Apesar destes desafios, a OMS estima que, em 2024, tenham sido evitados mais de 170 milh\u00f5es de casos e um milh\u00e3o de mortes, gra\u00e7as \u00e0 adop\u00e7\u00e3o de novas ferramentas, como redes mosquiteiras de dupla subst\u00e2ncia e vacinas recomendadas pela organiza\u00e7\u00e3o. At\u00e9 Outubro de 2025, vinte e quatro pa\u00edses j\u00e1 tinham introduzido vacinas contra a mal\u00e1ria nos respectivos programas de imuniza\u00e7\u00e3o.advertisement <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>advertisemen tMo\u00e7ambique foi respons\u00e1vel por 3,6% dos casos de mal\u00e1ria registados em todo o mundo em 2024, integrando o grupo dos cinco pa\u00edses que mais contribu\u00edram para o n\u00famero global de infec\u00e7\u00f5es, segundo o World Malaria Report 2025 da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS), citado esta quinta-feira, 4 de Dezembro, pela Lusa. 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