Equipas da NOS estão no terreno a trabalhar na “imediata

A informação foi avançada à Lusa por fonte oficial da operadora de comunicações eletrónicas. “Face às perturbações causadas pela depressão Kristin, as equipas da NOS encontram-se, no terreno, a monitorizar a evolução de cada situação específica e a trabalhar na sua imediata normalização, logo que as condições o permitem, nomeadamente o acesso às vias rodoviárias e o fornecimento de energia”, referiu a fonte. Mais de 300 mil clientes dos operadores de comunicações eletrónicas Meo, NOS, Vodafone e Nowo foram afetados pelo mau tempo, disse hoje à Lusa fonte oficial da Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom). Quanto às regiões afetadas, a Anacom indicou Coimbra, Castelo Branco, Faro, Leiria, Lisboa, Portalegre, Porto, Santarém, Setúbal e Viseu. Mais de 300 mil clientes dos operadores de comunicações eletrónicas foram afetados pelo mau tempo, disse hoje à Lusa fonte oficial da Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom). Lusa | 14:48 – 28/01/2026 A passagem da depressão Kristin pelo continente português provocou hoje quatro mortes, indicou a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), numa nota de esclarecimento. Em causa estão uma vítima mortal no concelho de Vila Franca de Xira, no distrito de Lisboa, e três no concelho de Leiria. A passagem da depressão Kristin por território português deixou um rastro de destruição, provocando, além dos quatro mortos, vários desalojados. Os distritos mais afetados foram Leiria (por onde a depressão entrou no território continental), Coimbra, Santarém e Lisboa. Quedas de árvores e de estruturas, corte ou o condicionamento de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações, foram as principais consequências do temporal. A Proteção Civil está em estado de prontidão especial para nível 4, o máximo, em toda a orla costeira entre Viana do Castelo e Setúbal, e há avisos meteorológicos vermelhos (nível mais grave) em toda a costa do continente. Leia Também: Meo, NOS, Vodafone e Nowo: Mais de 300 mil ficaram sem comunicações



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