Águas do Norte garante qualidade da água fornecida à

“A segurança e a qualidade da água fornecida à população são uma prioridade absoluta da Águas do Norte, sendo asseguradas por equipas técnicas especializadas, tecnologias avançadas de tratamento e um rigoroso sistema de controlo laboratorial”, realçou a empresa que tem sede em Vila Real. Este esclarecimento surgiu na sequência de um comunicado emitido pela DGS a alertar para “riscos na segurança da água e dos alimentos após a tempestade Kristin e os cortes de energia”. “A Águas do Norte assegura que a água distribuída cumpre rigorosamente todos os parâmetros legais de qualidade definidos na legislação nacional e comunitária em vigor”, reforçou, assegurando que o “controlo da qualidade da água é realizado de forma contínua e sistemática, através de um vasto plano de monitorização que inclui análises regulares em todas as fases do processo — captação, tratamento, armazenamento e distribuição”. A empresa considerou que os “alertas emitidos pela DGS têm caráter preventivo e geral, não estando associados a qualquer não conformidade específica identificada nos sistemas geridos pela Águas do Norte”. “Sempre que necessário, a empresa atua em estreita articulação com as autoridades de saúde e ambientais, adotando de imediato todas as medidas adicionais que possam ser recomendadas para salvaguarda da saúde pública”, garantiu. A Águas do Norte disse que vai continuar a “acompanhar atentamente todas as orientações das entidades competentes, mantendo a população devidamente informada através dos seus canais oficiais”. A empresa é a entidade gestora do sistema multimunicipal em “alta” da região Norte, sendo responsável pela captação, tratamento e abastecimento de água para consumo público, pela recolha, tratamento e rejeição de efluentes domésticos, urbanos e industriais e de efluentes provenientes de fossas séticas. A DGS emitiu um conjunto de recomendações na sequência da tempestade que afetou várias regiões do país na madrugada de quarta-feira, provocando falhas no fornecimento de energia elétrica que ainda se mantêm em algumas localidades, o que pode comprometer a qualidade da água para consumo e a segurança dos alimentos. A DGS aconselhou a população a não beber água da torneira, lavar alimentos ou escovar os dentes com essa água, a menos que exista confirmação oficial da sua segurança, devendo, sempre que possível, utilizar água engarrafada. A passagem da depressão Kristin por Portugal continental deixou um rasto de destruição, causando pelo menos cinco mortos, segundo a Proteção Civil, vários feridos e desalojados. A Câmara da Marinha Grande contabiliza ainda uma outra vítima mortal no concelho. Quedas de árvores e de estruturas, corte ou o condicionamento de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações foram as principais consequências materiais do temporal. Leiria, por onde a depressão entrou no território, Coimbra e Santarém são os distritos que registam mais estragos. O Governo decretou a situação de calamidade entre as 00:00 de quarta-feira até às 23:59 de dia 01 de fevereiro para cerca de 60 municípios, número que pode aumentar. Leia Também: Mau tempo: Abastecimento de água normalizado em Coimbra



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