Metro de Lisboa aplica medidas preventivas que podem gerar

Em comunicado, a empresa sublinhou as previsões de agravamento das condições meteorológicas, com “especial incidência na frente ribeirinha de Lisboa”. “Como medida preventiva para minimizar a entrada de águas pluviais e/ou fluviais, serão instaladas barreiras de proteção em determinados acessos das estações consideradas mais críticas, mantendo-se operacionais os restantes acessos das mesmas estações”, pode ler-se, num comunicado. Outras medidas adotadas incidem sobre alterações aos locais habituais de parqueamento dos comboios, ao reforço da disponibilidade de meios de bombagem, e a monitorização permanente do sistema de bombagem instalado no troço Jardim Zoológico/Praça de Espanha, o qual foi reforçado com a instalação de uma bomba adicional de elevado débito, detalhou. O Metropolitano de Lisboa adiantou ainda que os acessos estarão temporariamente encerrados em seis estações: Linha Amarela – Estação Odivelas — acesso para a Rua Dr. Egas Moniz; Linha Azul – Estação São Sebastião — acesso para a Av. Ressano Garcia e acesso para a Av. Marquês de Fronteira e Estação Terreiro do Paço — acesso ao Cais das Colunas; Linha Verde – Estação Rossio — dois acessos para a Praça D. Pedro IV, Estação Alvalade — dois acessos para a Av. da Igreja e Estação Roma — dois acessos para a Av. dos Estados Unidos da América. “Agradecemos a compreensão dos nossos clientes e recomendamos o acompanhamento regular da informação atualizada através dos canais oficiais do ML e dos meios de comunicação social”, indicou ainda. Normalmente, o metro funciona entre as 06:30 e as 01:00. Portugal continental vai começar a sentir no sábado de manhã os efeitos da depressão Marta, que traz chuva, neve, vento e agitação marítima e uma nova subida dos caudais dos rios e ribeiras a sul do rio Tejo. Treze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados. A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal. As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas. O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos, que irão beneficiar de medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros. A situação de calamidade em Portugal continental foi inicialmente decretada entre 28 de janeiro e 01 de fevereiro para cerca de 60 municípios, tendo depois sido estendida até ao dia 08 para 68 concelhos, voltando a ser prolongada até 15 de fevereiro. Leia Também: AO MINUTO: “Portugal assolado novamente”; Marcelo espera apoios a horas



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