Linhas do Norte, Cascais e Douro continuam com

De acordo com a atualização das 20:00 de hoje da CP, os serviços de longo curso na Linha do Norte decorrem de forma parcial e os serviços regionais realizam-se entre Entroncamento e Soure e entre Tomar e Lisboa. Na Linha de Cascais os comboios circulam com alterações nos horários, enquanto na Linha da Beira Alta o serviço Intercidades entre Coimbra e Guarda realiza-se com recurso a material circulante diferente do habitual. Já na Linha do Douro, a circulação continua suspensa entre Régua e Pocinho. Mantém-se a circulação suspensa na Linha do Oeste e nos Urbanos de Coimbra. A CP divulgou ainda que a circulação do Comboio Internacional Celta não se realizou devido a greve no setor ferroviário espanhol. “Pedimos desculpa pelos incómodos causados. Atualizaremos a informação sempre que possível”, indicou ainda a empresa. Numa atualização às 18:00, com o ponto de situação na rede ferroviária nacional, a IP – Infraestruturas de Portugal referiu “novos condicionamentos”, relacionados com circulação suspensa na Linha de Sintra, “na via descendente externa entre Cacém e Monte Abraão”, na Linha de Vendas Novas, “entre Vidigal e Vendas Novas (sem comboios previstos neste troço)” e na Linha de Sines, “entre Ermida Sado e porto de Sines”. Além destes novos condicionamentos, a IP indicou que se mantém a circulação suspensa na Linha do Norte, entre Alfarelos e Formoselha, na Linha do Douro, entre a Régua e o Pocinho, na Linha do Oeste, entre Mafra e Amieira, e na Linha de Cascais, na via ascendente entre Algés e Caxias. A circulação encontra-se suspensa também na Linha do Sul, entre Monte Novo e Alcácer do Sal, e na “concordância de Xabregas”, entre Santa Apolónia (Lisboa) e a bifurcação de Chelas. Quinze pessoas morreram em Portugal desde 28 de janeiro na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados. A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal. As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas. O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros. Leia Também: Circulação ferroviária continua suspensa ou condicionada em várias linhas



Publicar comentário